quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Bandidagem institucionalizada
Na tarde de ontem uma equipe da TV liberal, flagrou a ação criminosa de policiais civis lotados na Seccional da Cremação, em plena via pública, alegando os maus intencionados policiais de flagrar um cidadão que estaria portando armas de fogo sem o devido registro legal, isso tudo sem que o cidadão as estivesse portando qualquer tipo de arma, como ficou confirmado.
Mas, o que mais chamou a atenção dos jornalistas foi a maneira atrabiliária, inconseqüente e degenerada como se portaram tais policiais civis, que estavam usando para abusiva ação, vestes de bandidos, armas de bandidos, carros de bandido e maneira de bandido, haja vista não ser a viatura adequado para qualquer tipo de abordagem policial em virtude da mesma ser descaracterizada, ou seja, não possui nenhum logotipo que identificasse como sendo viatura policial ou que os intolerantes também o fosse.
A ação criminosa dos ditos policiais estava desprovida de qualquer amparo legal, baseado tão somente por informação anônima, (alegaram) como se este veterano jornalista não soubesse os mode operand deste tipo de saqueadores de carteirinha policial, que há muito usurpam da identidade para assaltarem desavisados cidadãos, como o que foi agredido na sua moralidade neste assalto, simplesmente por está em um veiculo cabine dupla, alvo predileto desses marginais arraigados na degenerada Polícia Civil.
Outro ponto curioso foi o delegado diretor da Seccional e chefe imediato dos bandidos, alegado de forma cínica, audaciosa e covarde que os policiais agiram de forma ríspida e, por conseguinte, orientou o cidadão constrangido, agredido, assaltado e violentado moralmente a procurar a combalida, corporativista e inoperante corregedoria de Policia Civil.
Qualquer jornalista Abestado, ou como chamado na linguagem policial, TATU de gabinete, engoliria a caricata justificativa do delegado Aldo Botelho, que, aliás, é useiro e vezeiro em ações degeneradoras no âmbito da Polícia Civil.
Então se pergunta: Se esses policiais incidiram em erros diversos, por que não foram autuados dentro dos ditames legais? O que estariam fazendo em uma viatura descaracterizada com armamento chamado pesado e de grosso calibre?
A viatura usada na ação criminosa é tão somente para uso em investigações que não desperte nenhuma atenção de criminosos ou curiosos, e este tipo de veículo são os mais usados para esse tipo de assalto a mão armada em Belém, os chamados assaltos insolúveis.
Delegado Athayde, o seu subordinado Aldo Botelho não teria liberado a viatura para essa ação bandida? Que se prove o contrário, já que estamos num País onde as pessoas têm que provar suas inocências, o que vai de encontro à lei maior. Assim, mesmo que para fazer capa, poderiam ser instaurados os procedimentos administrativos necessários, e de pronto ser exonerado do posto de diretor o delegado Aldo Botelho. Mas, sabendo que as promessas políticas têm de ser cumpridas, e que os cargos são ocupados por apadrinhados, fica aqui o grito sem eco.
A nova administração da segurança pública em especial na área da PC tem vomitado de que não tolerara esse tipo de procedimento.
Usarei a ironia de Zé Simão, Ra. ra.ra.ra.ra.ra.ra.ra., os policiais nada sofrerão e Aldo Botelho continuará a emprestar as viaturas descaracterizadas para crimes diversos perpetrados por policiais bandidos, como acontece em todas as seccionais do estado... Com a palavra a DPC Ione Coelho, a mesma que gosta de por a culpa na Justiça de que a policia prende e a Justiça solta. É esse tipo de ação policial que não vinga na Justiça. Com certeza se não houvesse a interferência milagrosa dos jornalistas da TV Liberal, o cidadão assaltado estaria, preso, morto ou ficado sem carro, dinheiro e etc. E viriam os repórteres de dez reais fazer a operação cala-te boca com títulos: Bandido reage ação policial. Morto ao reagir cerco policial. Polícia mata pistoleiro, e por aí a fora.
Promotor Gilberto Valente, do famigerado GEPROC, acorde para os fatos e não aos atos. Isso sim é crime organizado dentro da Polícia Civil. Vamos esperar se referido Promotor de Justiça convoca a imprensa e mostra imagens de policiais assaltando.
Aliás, um Promotor de Justiça, teve a petulância de fazer conduzir por policiais militares até uma delegacia de Polícia, um agente de trânsito, simplesmente porque teve seu carro guinchado quando estacionado em local proibido. Ora, se Promotor é Fiscal das leis, como as violar? Promotor não tem passe livre no trânsito ainda mas se tratando de veículo particular.
Nas próximas postagens o nome dessa figurinha ególatra, dos policiais que certamente agiram contra a lei, haja vista o infrator ser o Promotor de Justiça, independentemente se houve ou não bate boca, e se houve e prevaleceu o pedido do Promotor é abuso de poder e subserviência dos militares. AGUARDEM. 

terça-feira, 11 de janeiro de 2011


 Seis por meia duzia  sai
Pereirão e entra Sinélio
O delegado Ambrósio Pereira Neto, o “Pereirão”,  foi exonerado do cargo de Assessor Policial, lotado na Secretaria de Estado de Segurança Pública. “Pereirão” passou três anos à disposição do então secretário Geraldo Araújo.
O cargo agora foi preenchido pelo também delegado Sinélio Ferreira de Menezes Filho, que passará a assessorar o atual e recente titular da Segup delegado Luiz Fernandes Rocha.
Não sei das qualidades de Sinélio, mas com poucos anos de atividade na Polícia ele já conta com um prontuário funcional recheado de broncas, com o beneplácito do corporativismo reinante na Polícia Civil.
A última bronca de Sinélio ocorreu no último mês de novembro quando agiu de modo desrespeitoso com a delegada Tânia Mara de Miranda Araújo, lotada na Corregedoria Geral, delegada com quase trinta anos de atividade policial, durante o depoimento de um denunciante em procedimento presidido por Tânia Mara.
Em sua rápida passagem pelo interior, quando estava em Cametá, o delegado Sinélio e um investigador sob suas ordens agrediram fisicamente um adolescente e o enjaularam em uma cela com presos de Justiça maiores de idade, obrigando o adolescente a passar a noite custodiado de forma ilegal e desumana, conforme oficiou a autoridade judicial daquela Comarca.
Pelo visto, Sinélio tem padrinhos fortes no âmbito político.
 Diretor Geral da Segup acusado de
 repasse ilegal de verbas públicas
Também outro bronqueado que foi aportar no seio da Segup é Cláudio Jorge da Costa Lima, para desempenhar o cargo de Diretor Geral, espécie de secretário-adjunto.
Cláudio Jorge é perito do Centro de Perícias Científicas “Renato Chaves”, e há pouco mais de um ano, respondeu um processo administrativo disciplinar, onde foi apurado indícios de repasse e recebimento ilegal de recursos referentes a convênio de inspeção veicular firmado entre a Associação dos Peritos e CPC “Renato Chaves”, haja vista que em sindicância realizada anteriormente, ficou concluída a participação de Cláudio Jorge com outros peritos seus colegas.
Um saudoso jornalista citava sempre a célebre frase o que o imperador César disse ao senado romano: “A mulher de César não basta ser honesta, precisa parecer honesta”.
Então os agentes públicos precisam parecer honestos, além da honestidade inerente ao cargo.
Desse jeito o atual titular da Segup começa cercado de pessoas suspeitas. É um mau começo.
O problema é que algumas dessas nomeações são feitas à revelia do titular. São cotas políticas enfiadas goela abaixo do gestor. Porém, a decência, a moralidade, o respeito a sociedade tem que ser maior que os interesses pessoais, ninguém pode conviver com o inimigo no mesmo leito.
Lembro e conto: Quando era policial militar no idos anos 70, fui convocado para ser segurança pessoal de um governador, e o meu parceiro era um assassino inveterado – investigador Palheta, já morto, e disse ao governador, não posso ser seu segurança com um assassino ao meu lado, o governador devolveu o assassino para as ruas, e voltei para a tropa.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Jatene demite oficial da PM
O oficial demitido trata-se do capitão Manoel Félix Cruz da Silva que está envolvido em outra bronca em pareceria com um cabo PM e o delegado Antonio da Costa Neto
Um dos primeiros atos do atual governo de Simão Jatene foi a demissão do capitão Manoel Félix Cruz da Silva, da Polícia Militar, cujo decreto foi publicado no Diário Oficial do dia 06, quinta-feira.
Com a demissão Manoel Félix perde o posto e a patente de oficial, decorrente de julgamento pelas Câmaras Criminais Reunidas, do TJ-PA, pois ele fora condenado em primeira instância por ter baleado uma pessoa no município de Acará.
Mas não é somente essa bronca envolvendo Manoel Félix. Outro processo tramita pela Justiça Militar Estadual, no qual, juntamente com o cabo PM Claudionor da Silva Ramos foi feita a extorsão da quantia de 5.000 reais de alguém que fora preso com substância entorpecente, para que não fosse autuado como traficante. Essa ação torpe foi mancomunada com o delegado Antonio da Costa Neto, da Polícia Civil, fato ocorrido no ano de 2006. 
Delegado colecionador de broncas
 O atual delegado Geral da Polícia Civil Nilton Athayde terá uma árdua tarefa no campo disciplinar. Ele que já foi corregedor geral com certeza não será um contemplador quanto às transgressões de policias civis que os incompatibilizam com o exercício do cargo. São numerosos os casos de concussão (extorsão praticada por funcionário público) que enodoam a nobre atividade policial civil agora sob a sua batuta. Várias são atingidas pela prescrição e outras “punidas” com graciosas penas de suspensão, quando não cabe outra senão a demissão.
Uma dessas figurinhas carimbadas é o delegado Antonio da Costa Neto, um colecionador de broncas, que ri, escarnece, zomba de abusa do paternalismo até então reinante no seio da Polícia Civil.
E umas das broncas praticadas pelo delegado Antonio da Costa Neto, passível de demissão, ocorrida em 2006, foi exigir de um infrator apresentado em seu plantão pelo agora ex-capitão PM Manoel Félix Cruz da Silva, a quantia de 5.000 reais para não autuá-lo em flagrante como traficante de drogas.
Recebida a grana exigida, foi lavrado unicamente um TCO (Termo Circunstanciado de Ocorrência), enquadrando o infrator como usuário, crime de menor potencial ofensivo, concedendo sua liberação.
Essa situação vergonhosa, torpe, execrável, pestilenta, nauseabunda, originou um processo que tramita pela Justiça Militar Estadual, mas, o nada exemplar delegado continua alegre e faceiro, como se fosse um coroinha prestes a receber a beatificação em vida
É esse mesmo delegado, encontra-se atualmente lotado na Seccional de São Brás, e quem preside o inquérito policial sobre a morte de um taxista ocorrida na madrugada do feriado de 15 de novembro passado, nesta capital, no cruzamento da Avenida José Malcher com a Avenida Generalíssima Deodoro, ao ser atingido por um Ford Fusion que trafegava com a incrível velocidade de 200 km por hora, constatado no velocímetro do veículo.
É bom a Delegacia Geral e a Corregedoria Geral ficarem de olho no desenrolar desse inquérito, pois, é de supor qual o resultado dessa investigação. Porém, este jornalista não se eximirá de publicar os atos em qualquer sentido deste fato.
Segurança voltou
A localidade de São Luiz no município de Igarapé Açú, voltou a ter policiamento ostensivo e preventivo através dos integrantes da Polícia Militar do estado do Pará.
Para tal, houve a necessidade de solicitação direta ao comando do 5º Batalhão de Polícia sediado em Castanhal, que desconhecia a falta de policiamento numa região de entre posto de inúmeras cidades, ou seja, passagem obrigatória no sentido Castanhal, Igarapé Açú, Timboteua, Peixe Boi, Salinas, Curuçá, Marapanim, Santa Maria do Pará e daí por diante culminando com saída e entrada para o País inteiro.
São Luiz desde novembro do ano passado estava sem ordem policial, tanto é que nada mais nada menos do quê cinco tentativas de homicídios foram registradas pela população, dos quais oito vítimas foram evisceradas.
Conta ainda São Luiz, com o maior índice de tráfico de drogas, por ser rota de entrada e saída como frisamos acima.
No final de semana passado, dado a presença dos policiais militares, digna de elogios, não foi registrado nenhuma briga ou se quer um bate boca de bêbados, o que deixou os locais e visitantes incomensuravelmente satisfeitos.
Assim, este jornalista em nome da população de São Luiz e de seus visitantes, aplaude tal presença e parabeniza com louvor a determinação do coronel Sena, comandante do 5º BPM Castanhal, a quem renovamos os pedido de que mantenha o policiamento naquela localidade e se possível até o reforce nos finais de semana. Aos policiais que ali estavam a serviço, os merecidos elogios também pela maneira perspicaz como se apresentaram em serviço. Deixo de declarar seus nomes pois foram igual um bom juiz de futebol, passaram desapercebidos dado a maneira honesta, correta e digna.
Reviravolta em Castanhal
A morte do empresário castanhalense Mario Chaves, está tendo uma reviravolta, o que foi anunciado pela Polícia Civil como suicídio, ganha o tema homicídio, surgindo na linha de investigação, dois possíveis mandantes, um deputado estadual ligado a Polícia Militar e um dos maiores empresários da linha de transportes sediado em Castanhal. Na execução, dois policiais também da PMPA.
O advogado de Mario Chaves que cuidava de seus interesses jurídicos, entrou no caso juntamente com o também advogado irmão de Mario Chaves, João Chaves. Assim, João Chaves e Raimundo Everaldo Pais, estarão promovendo as diligências necessárias para a elucidação dos fatos.
Uma das primeiras ações é a exumação do corpo com pedido de nova pericia tendo a participação de peritos de outro estado, haja vista, inúmeras dúvidas quanto ao laudo expedido pelo Renato Chaves de Castanhal e relatório da Polícia Civil.
Um ponto dado pelo advogado Raimundo Everaldo Pais, que, aliás, é delegado de Polícia Civil aposentado (saibam tantos quantos queiram: Aposentado não é ex, não só delegado como qualquer outra profissão) é que no suicídio isolado não pode existir vestígios de esforços físico, ou seja, Mário Chaves foi encontrado com inúmeras marcas de pegadura de mãos, com os chinelos arrebentados, roupa ragada, os pulsos também com marcas de pegaduras a força e por aí a fora.
Os peritos deixaram de examinar inúmeros pontos, como posição de tiro, residos corporais, saída e deslocamento do projétil além da área da mão que ficou com as marcas de pólvora combusta.
Assim, a imprensa apelidada de diária, deveria dá o mesmo tratamento a essa morte como vem dando ao abandono de uma criança no final do ano passado, o que tem saturado pela repetição caricata.
Os advogados Raimundo Everaldo Pais e João Chaves, montaram um grupo de investigadores com uma rede de informação para assim levarem à Justiça os possíveis culpados pela morte do empresário Mario Chaves.
Para dirigir o grupo auxiliar os dois causídicos contarão com o apoio de outro delegado de policia aposentado e que também é jornalista, hoje, arraigado no interior paraense mais precisamente na zona bragantina.




sábado, 8 de janeiro de 2011

Desabafo ao vento
Recebi de um leitor baiano o transcrito abaixo.

Um desabafo que milhares de profissionais devem fazer todos os dias por este Brasil a fora, e que por algum motivo não conseguem voz.
Dessa forma, por dever profissional, marido, pai, irmão de professor (a) e servidor público aposentado, sinto e compactuo do mesmo sentimento desse leitor, a quem agradeço pelo envio.
Prezado amigo.
Sou professor de Física, de ensino médio de uma escola pública em uma cidade do interior da Bahia e gostaria de expor a você o meu salário bruto mensal: R$650,00
Eu fico com vergonha até de dizer, mas meu salário é R$650,00. Isso mesmo! E olha que eu ganho mais que outros colegas de profissão que não possuem um curso superior como eu e recebem minguados R$440,00.
Será que alguém acha que, com um salário assim, a rede de ensino poderá contar com professores competentes e dispostos a ensinar?
 Não querendo generalizar, pois ainda existem bons professores lecionando, atualmente a regra é essa: O professor faz de conta que dá aula, o aluno faz de conta que aprende, o Governo faz de conta que paga e a escola aprova o aluno mal preparado. Incrível, mas é a pura verdade! Sinceramente, eu leciono porque sou um idealista e atualmente vejo a profissão como um trabalho social. Mas nessa semana, o soco que tomei na boca do estomago do meu idealismo foi duro! Descobri que um parlamentar brasileiro custa para o país R$10,2 milhões por ano... São os parlamentares mais caros do mundo.
O minuto trabalhado aqui no Brasil custa ao contribuinte R$11.545.
Na Itália, são gastos com parlamentares R$3,9 milhões, na França, pouco mais de R$2,8 milhões, na Espanha, cada parlamentar custa por ano R$850 mil e na vizinha Argentina R$1,3 milhões.
Trocando em miúdos, um parlamentar custa ao País, por baixo, 688 professores com curso superior.
Repassar esta mensagem é sinal de patriotismo, pois a vergonha que atualmente impera em nossa política  está desmotivando o nosso povo e arruinando o nosso querido Brasil.
"No futebol, o Brasil ficou entre os oito melhores do mundo e muitos ficaram tristes.
“Na educação é o 85º e ninguém reclama...”. O salário de 344 professores, que ensinam, é igual ao de um parlamentar federal que rouba, escarnece, corrompe, zomba da cara do povo.
Eu diria a este amigo leitor, que a não reclamação dos professores dá-se pelo fato de serem atrelados aos famigerados sindicatos. Estes égides de políticos escarnecedores como temos visto nos últimos oito anos. Todos aqueles que se auto-intitulavam defensores da classe trabalhadora em especial da educação, saíram das hostes sindicais, para roubarem, matarem, usurparem e traírem o povo com idéias leninistas e interesses pessoais.
Deve se lembrar o caro professor, que foi de dentro das salas de aulas que saíram os conduzidos analfabetos funcionais apelidados de caras pintadas, instigados pelos professores não menos abestalhados e também conduzidos por um slogan fora FMI, esse mesmo FMI que tirou através desses escarnecedores, inúmeros direitos sociais, trabalhistas educacionais do povo brasileiro... Ora, botaram um analfabeto funcional para dirigir a nação. Um aposentado por invalidez como presidente. Mas, aposentado por invalidez não pode trabalhar neste país, assim diz a lei de seguridade social e fez tal presidente ser cumprida para os outros e não para si, que depois de ascender se esqueceu dos abestados como diria “Tiririca”, hoje deputado federal.
Lula, o analfabeto funciona e aposentado por invalidez, com seu convencimento malicioso foi um dos maiores líderes sindicais, assim como Lech Walessa, que o mundo já conheceu.

Fizeram discurso contra os governos da época, inflamaram toda uma categoria para lutarem pelos seus direitos e afinal chegaram ao poder, desprezando aqueles que um dia confiaram um melhor tratamento para o trabalhador assalariado.
Aqui se faz aqui se paga. Que País é esse apelidado de democrático se somos obrigados a votar, e as leis dizem que ninguém é obrigado a fazer nada contra sua vontade.

Que País é esse que tem um Art. 5º de sua lei maior e logo vêm outras dando prioridades, exclusividades até mesmo para os apelidados Fiscais das Leis?
Então, pra quê reclamar, se nosso País é radicalmente contra o terrorismo, contra as guerrilhas, contra o aborto, contra os assassinatos políticos e se elege uma guerrilheira nata... Quem foi rei sempre será majestade... Filho de peixe peixinho é, e por aí a fora meu caro professor.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011


Adepol uma janela para o céu
O título acima eu tomo emprestado de um artigo do delegado Wilson Ronaldo Monteiro, da Polícia Civil, escrito em outubro de 2009, antes das eleições para a diretoria da Associação dos Delegados de Polícia (Adepol), da qual ele é associado.
Em seu mencionado artigo Wilson Ronaldo alertava seus colegas delegados que a associação deles “não deve ser vista como uma escada para galgar cargos na cúpula segupiana”.  
E em seguida conclamava: Não devemos eleger Delegados que se preocupam apenas em defender interesses particulares ou demonstrem interesse político”.
Evidentemente que Wilson Ronaldo se referia ao então presente caso dos dois principais integrantes do Sindicato dos Delegados (Sindelp), Raimundo Benasuly Maués Junior e Justiniano Alves Junior que tão logo eleitos foram nomeados pela então governadora Ana Júlia Carepa para os dois principais cargos da Polícia Civil - Delegado Geral e Delegado Geral Adjunto, respectivamente, lançando no esgoto o compromisso de campanha de representar seus colegas perante o Poder Público porque sucumbiram a tentação de ocupar aqueles cobiçados cargos.
Jarbas Passarinho a quando da assinatura do famigerado AI-5 (Ato Institucional Nº 5) do Governo Militar fez a seguinte declaração: “às favas os escrúpulos de consciência”. E de tal forma agiram Benassuly e Justiniano, pensando unicamente em seus interesses pessoais.
E mais, um ano depois foi nomeada a delegada Eugênia Andréa Rebelo de Andrade Trindade, então integrante da diretoria da Adepol e irmã da então presidente Perpétua Picanço, para o cargo de Delegada-Geral Adjunta, enquanto Justiniano passava a ser o Delegado Geral porque Benassuly fora afastado provisoriamente diante de sua infeliz declaração na Comissão de Direitos Humanos do Senado, a respeito da jovem presa com mais de vinte marmanjos em uma cela da delegacia de Polícia de Abaetetuba.
Wilson Ronaldo em seu incendiário artigo conclamava seus colegas para que naquele 15 de outubro votassem conscientes “pois muitos irão se apresentar como verdadeiros líderes sindicais, todavia, em 2010 teremos eleição para eleger o Administrador ou Gerente (evidentemente se referindo ao governador) de nosso Patrão (se referindo ao Estado do Pará)...”. 
E finalizava Wilson Ronaldo censurando aqueles aproveitadores que foram eleitos para representar a categoria, mas que se bandearam para o lado do “Gerente” atraídos pelas benesses do cargo nos seguintes termos:Teremos uma pessoa interessada em lutar pela classe ou a ADEPOL será apenas UMA JANELA PARA O CÉU?”. 
A referida eleição, diante de irregularidades, viria ser anulada através de decisão da juíza Luana Santalices, titular da 1ª Vara do Juizado Especial Cível da Capital, sendo convocada nova eleição realizada meses depois, quando foi eleita a atual diretoria, cuja permanência durou poucos meses até serem 4 (quatro) deles alçados para os apetitosos cargos que agora passarão a ocupar – Rilmar Firmino, tesoureiro, como Delegado Geral Adjunto; Silvio Maués, presidente, como diretor da DPI; Ione Coêlho, vice-presidente, como diretora da DPM e João Bosco, secretário, como diretor da DPE. 
As colocações de Wilson Ronaldo se tornaram regra para quem chega à diretoria da Adepol, a exemplo desses quatro diretores, inclusive já veiculado neste blog. 
Assim a Adepol torna-se mesmo uma escada para galgar cargos e uma janela para o céu.  





quarta-feira, 5 de janeiro de 2011


Lentidão provocada no posto da PRF em Ananindeua (Foto: Diário do Pará)

Engarrafamento federal
Toda data comemorativa que promove um feriado prolongado, é a mesma balela da Polícia Rodoviária Federal: O congestionamento é provocado pelo grande número de veículo que trafegam no mesmo horário de saída ou entrada da cidade.

Ora, A Polícia Rodoviária Federal é paga para ficarem vinte quatro horas de plantão e justamente para orientar o trafego de veículos nas estradas, e não ficar fazendo barreira com estreitamento de pista em frente aos seus alojamentos como acontece em Ananindeua.

Todo o estrangulamento do trafego se dá justamente naquele ponto chegando até a Almirante Barroso, ou dali até Benevides, tudo por que existe o estreitamento de pista além dos agentes rodoviários ficarem aparecendo dando entrevistas ocas aos jornalista localizados, ou seja: Não vão atrás da notícia, e sim pautarem entrevista, o que leva os motorista também abestalhados a reduzirem velocidade para também aparecerem nos jornais e televisão.

O pior de tudo que esses chamados profissionais de imprensa fazem a mesma imagem para todos os canais, não buscam outro ângulo para suas matérias carcomidas, repetitivas e enfadonhas.

Enquanto os agentes rodoviários da Policia Federal ficam aparecendo na televisa, as ocorrências de desrespeito as normas de trânsito são violentadas em toda a extensão da BR316.

Outro ponto de estrangulamento é no posto de Castanhal próximo a Americano, onde somente um veículo passa entre cones, fazendo com que uma fila gigantesca de veiculo passe horas numa macha lenta, daí vir os rodoviários federais dizer que há vários pontos de engarrafamento na estrada, esquecendo-se de dizerem que eles é que promovem o engarrafamento para aparecerem dando entrevista vazia a canais de televisão que até se instalam com suas parafernálias no posto de Ananindeua, e ali também contribuem para o engarrafamento ao pararem veículos para fazerem perguntas sem nexo aos ocupantes dos carros, como: Vai prá praia? Vai passear aonde? Como se sente? Em fim.


“Convênios”

Num futuro próximo a Rodovia Augusto Montenegro no espaço compreendido entre a avenida Independência e Mário Covas, será uma das mais policiadas do estado do Pará, quiçá do Brasil, haja vista as diversas inaugurações de empresas supermercadistas nesta área, pois, uma destas empresas já instalada neste espaço, mantém há anos um “convênio” com a polícia militar do estado que matem coincidentemente uma viatura as proximidades desta empresa em detrimento a maioria da população que perde assim o uso de uma guarnição móvel.

Porém não sabemos se os governantes têm conhecimento do famigerado “convênio” ou se são coniventes com este ato espúrio contra a população de baixa renda, a qual é induzida a votar nestes dirigentes políticos com a promessa de que governarão para eles.

A maior prova deste descalabro foi ação de um bandido que desconhecendo o “convênio” ousou em fazer um acerto de contas com outro desafeto justamente em frente à referida empresa conveniada coma PM, tendo pagado caro pela ousadia, ou seja, esta comendo grama pela raiz hoje em dia por ter desafiado o “convênio”, que além de manter a viatura em todas as lojas desta empresa, conserva uma dupla – Cosme e Damião, na área interna do Shopping administrado pelo referido grupo privilegiado, que certamente terá concorrência das empresas que nesta área se instalarão, ou seja, irão requerer viaturas e guarnições para próximos a seus empreendimentos a serem brevemente inaugurados na Rodovia Augusto Montenegro, ficando a população com menos segurança, dado a falta de três guarnições, que teria a capacidade para atender um grupo de 1200 pessoas conforme imposição da ONU, que orienta serem dois policiais para cada quatrocentos habitantes.

É de se perguntar o provocar o famigerado GEPROC, do por que ainda não ter promovido as devidas ações inerentes contra este “convênio”. E não me venham dizer que este famigerado grupo do MP é destinado as apurações de crimes organizados... Se este “convênio” não está na lista destes crimes, paciência né!

Será que foi por causa deste famigerado “convênio” que um coronel PM, achou normal usar policiais de baixa graduação em serviço para pintar seu imóvel, há mais de cem quilômetros de seu quartel. Dito oficial superior, deve assim ter se referido a tantos quantos lhe instaram: Só eu... Cadê os outros? E os “convênios”?

Este capiau jornalista, atônito diante ao caos da segurança pública e tantas denúncias expostas neste espaço e em tantos outros da área de comunicação, se ver obrigado a ser incluído no jargão de um filosofo contemporâneo recentemente eleito deputado federal chamado “Tiririca”: E aí abestado.

Aplausos

Para o 1º Tenente Alexandro, sargento Maia e cabo Nascimento, ambos integrantes da força de Fontoura no estado do Pará, aquartelados no 6º BPM Ananindeua.

Os três militares, imbuídos do dever de servir a população, não mediram esforços para atenderem uma ocorrência policial na noite de ontem no conjunto Satélite, tendo a missão, sido concluído com êxito total, dentro dos padrões de moralidade, respeito e princípios éticos esculpidos nos ditames legais, exemplo a ser seguido pela troca.

Ao sargento Maia e cabo Nascimento, nossos incomensuráveis aplausos.


Leão de Breves impune
Após inúmeras postagens e publicações, dando conta dos desmandos na administração do município de Breves, várias denúncias chegam através de nossos telefones móveis e fixo.

Uma das denúncias reza sobre o afastamento de dois secretários da administração Xarão Leão, José Acioli, ex-secretário de saúde e Júnior Rebelo, da pasta de finanças, ambos, já deixaram os cargos, mas continuam na folha de pagamento da prefeitura, recebendo polpudos salários.

Também mama na teta municipal, um cunhado de Xarão Leão alcunhado “CAL”, que depois que Xarão assumiu a prefeitura, apareceu vendendo para própria prefeitura parte da merenda escolar, com Charque que no comercio do município é vendido ao preço de R$ 11,00, “CAL” vende por R$18,00, além de tantos outros mantimentos com preço superfaturado. Tem também o “CAL”, quatro caçambas que são alugadas por R$8.000,00 ao mês cada veiculo. Ressalte-se que antes de seu cunhado assumira prefeitura não possuía nem carro particular.

È sabido naquele município que Xarão Leão arrota de que nada lhe acontece, pois matem ótimo relacionamento com as autoridades policiais e judiciais daquele município. Não é de se estranhar, haja vista nenhuma ação tenha contra Xarão Leão, o que é dever dos fiscais das leis, os mesmos que vivem perseguindo vendedores de açaí.

Xarão Leão impune e vendedores de açaí perseguidos, assim se manifesta a população de Breves, fazendo referência a ação do Ministério Público.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011



Jatene pescando idéia debilóide de Ana Júlia

Simão Jatene começa fazendo graça

A então governadora Ana Júlia Carepa  fez escola na estratégia de fazer calar os representantes classistas da Polícia Civil. De cara ela, como se diz no dito popular, “matou dois coelhos de uma só tacada”.
Assim ela escolheu os delegados que haviam sido eleitos para os dois principais cargos do Sindicato dos Delegados (Sindelp), Raimundo Benassuly Maués Junior e Justiniano Alves Junior, presidente e secretário-geral, para  ocuparem os cargos de Delegado-Geral e Delegado-Geral Adjunto, respectivamente. Simples e elementar meu caro Watts, como diria Sherlock Holmes, o famoso detetive da ficção policial inglesa.
Com Benassuly e Justiniano nos dois cargos de ponta da Polícia Civil, Ana Júlia ditou as regras, fez o que quis contra os policiais civis e em especial aos delegados.
Mas, e a Associação dos Delegados (Adepol) ficou sem nada? Perguntaria um estranho à seara policial?
A tacada de mestra veio um ano depois. Ana Júlia nomeou a delegada Andréa Eugênia, irmã de Perpétua Picanço, então presidente da Adepol, como Delegada-Geral Adjunta. E a Adepol ficou na mão, com sua presidente cozinhando seus associados em banho-maria e, pensando na reeleição da governadora do PT, avorou-se em perpertuar-se na presidência da Adepol, sendo rejeitada pela categoria.
E assim, o sindicato e associação dos Delegados seguiram sob inteiro controle petista, tanto que nesses quatro anos não houve nenhum ganho além do trivial.
Ana Júlia, a governadora do PT até zombou dos delegas, quando no jantar de fim de ano, em 2009, mandou seu então chefe da Casa Civil, o agora deputado eleito Cláudio Puty para dizer que daria 45% de reajuste aos delegados e que no fim das contas foi somente o golpe de misericórdia. E os delegas ficaram sem ganhar PN, ou seja, porção nenhuma.  
E agora Simão Jatene, o tucano de barba, resolveu “investir” usando da mesma malícia, do mesmo ardil de Ana Júlia.
Veja caro leitor, como o pescador Simão deu o golpe.
Escolheu como Delegado-Geral o delegado Nilton Atayde que era o secretário-geral do Sindelp.
Para ser o Delegado-Geral Adjunto foi escolhido Rilmar Firmino que é tesoureiro da Adepol.
O presidente da Adepol, delegado Sílvio Maués, foi nomeado diretor de Polícia do Interior (DPI), sua vice-presidente, delegada Ione Coêlho (nada a ver com o ditado usado), nomeada para ser a diretora de Polícia Metropolitana (DPM) e o delegado João Bosco Rodrigues Junior, secretário da Adepol, ficou com a direção da Polícia Especializada (DPE).
Simão Jatene investiu pesado, mas, para ficar tranqüilo por 4 anos, sem pedidos de reajustes e outras cositas para delegados.
Neste ponto, Jatene aproveita a marca da Ana e vai mais além, nomeou um delegado da Polícia Civil para a pasta da segurança pública.