segunda-feira, 14 de março de 2011

DELEVIDENTE GERAL NA
 MORTE DO INVESTIGADOR
Foi acidental!
Está foi a afirmação feita pelo delegado geral da Polícia Civil do estado do Pará, Nilton Atayde quando soube o que ocorrera em Soure, onde em uma malfada diligencia policial o delegado Felipe atirara duas vezes no investigador Tadeu o qual falecera, afirmação também corroborada em nota pela corregedoria geral de policia.
Pergunta este jornalista sem nível superior, como quer, agora, aquele delegado vassalo e covarde fazedor de epopéias: “Porque então fazer procedimento policial e administrativo se o jurista Nilton Atayde já sentenciara como fato acidental juntamente com sua corregedoria? Não seria perda de tempo e dinheiro público a feitura destes caricatos procedimentos já prejulgados e sentenciados? Certamente o jurista Nilton Atayde, se baseou para conclusão trem bala, em uma bola de cristal sob sua mesa de trabalho ou é testemunha presencial do fato.
Essa mesma bola de cristal deveria ser direcionada com olhar para a corrupção reinante no âmbito da Polícia Civil, da qual, Nilton Atayde... Permita-me delegado usar sua bola de cristal, é conivente, haja vista não ter vindo a público afirmar os atos rotineiros de corrupção perpetrados por seus pares e subordinados.
Esse jornalista calejado no âmbito policial, em conversa informal com alguns policiais e causídicos militantes na seara policial, concluímos que se houver uma apuração honesta a equipe de policiais da operação desastrosa ocorrido em Soure deve, para servir de exemplo, ser demitida do serviço público e processada na capitulação do crime de homicídio doloso em concurso de pessoas, isso, na esfera judicial penal.
A missão estava eivada de vícios, pois nem inquérito policial fora tombado, nem solicitado mandado de busca e apreensão para dar legalidade a diligência, além disso, o que me causou estranheza e aos amigos da conversa, foi ter o investigador morto diferente de qualquer outra técnica, entrado pelos fundos e sozinho, quando o certo seria a equipe que fora pela frente adentrar primeiramente na residência dita investigada, e Tadeu, já que estava aos fundos, aguardar possível fuga, caso contrário, os que haviam adentrado pela frente, os avisasse de que estava “Limpo”.
No entendimento do grupo que conversara jamais poderia ser o tiro acidental, a não ser que os policiais componentes da equipe sejam remanescentes, data vênia, da “Loucademia de Polícia”, pois, não existe acidente para dois tiros, e para se caracterizar o acidente, como estão levando goela abaixo da população através de pirotecnia na imprensa, seria: A arma do delegado está engatilhada e numa imperícia a mesma ter disparado e acertando o projétil no investigador, assim, seria um tiro. O delegado ter deixado a arma cair engatilhada e o disparo acertar o investigador, o que é impossível acontecer, pois os policiais de hoje não usam mais revólver e sim pistola automática as quais para manuseá-las, tem que dar o golpe injetor. Logo está descaracterizado o acidente vislumbrado na bola de cristal do vidente Nilton Atayde.  
Pergunta esse jornalista: A operação policial que se tornou trágica, era em prol da sociedade marajoara ou em benefício próprio – extorsionária? Se extorsionária, o neófito delegado estava agindo sob pressão para manter-se no cargo de superintendente? Seria o delegado agora assassino, mais um dos tantos que vivem pelo interior arrecadando “donativos” para o pessoal da capital e se manterem nos cargos ou na localidade?

domingo, 13 de março de 2011

AS FAVAS OS ESCRÚPULOS
Recentemente uma equipe de catedráticos na área da construção civil ligados a UFPA, deu publicidade pirotécnica ao laudo concebido pelos mesmo em que concluíram a causa do desabamento do Prédio que seria o edifício Real  Classe na travessa 3 de maio, afirmando categoricamente erro de cálculo, ou seja, o engenheiro responsável do projeto é que deu azo a tragédia que vitimou três pessoas.
Os catedráticos a quando de suas aparições pirotécnica, fizeram questão de inocentar a empresa construtora e também se eximirem de acusação formal, alegando covardemente de que seu laudo não era espelho para incriminar quem quer que seja, pois só o laudo da perícia do IML é que poderá fazê-lo.
Este jornalista, na porta da senilidade, vivendo num país em que as instituições prezam pela corrupção, já pode antever a conclusão deste imbróglio: “O culpado do desabamento do referido prédio foi causado pelos três falecidos, que não tinham nada que está naquele local”... Desculpem-me os familiares desses pobres coitados, que certamente sofrerão alem das perdas dos entes queridos, anos e anos para verem a conclusão das apurações e oxalá, ressarcidos dos danos causados por esta tragédia. Quiçá, não serem instado a indenizarem à construtora, com o feito judicial andando como o trem bala.
O mais engraçado de tudo é que esse filme já passara em Belém, com o feito se arrastando anos até ganhar a prescrição. Tendo este jornalista acompanhado de perto a mixórdia. E diz que não há um só culpado, mas vários, até por quer, para a edificação deste tipo, existem diversos documentos que dão legalidade a obra, passando pelos Bombeiros, o CREA, Prefeitura, Os órgãos financiadores, a empresa contratante e todos tem para suas apreciações o projeto original. Então, porquê dizer que o responsável pela tragédia é o engenheiro que fizera o cálculo? Todos sabiam o que estava escrito e projetado. Daí, se dizer que foram coniventes, omissos ou corruptos ao liberarem o que estava previsível a ocorrer. Que toda essa gentalha pague pelos homicídios e danos gerais a que deram causa.

CARA OU COROA
O probo e predestinado secretário de segurança pública do estado do Pará, delegado Luiz Fernandes, baseado em pseudo estatística elaborado na Central de Flagrantes, propalou de que nos poucos meses que está à frente da administração da segurança pública paraense, ter baixado o índice de criminalidade na região metropolitana de Belém.
Sua afirmativa teve desmoronamento quando seu delegado geral, Nilton Atayde, foi obrigado a reabrir a seccional Marambaia no período noturno para feitura de procedimentos flagranciais, em virtude do abarrotamento em sua central recém inaugurada que não agüentou a avalanche de crimes que ocorrem na capital paraense, em que pese ter duas equipes de plantão para as feituras das peças, o que comprova a falácia no âmbito da segurança pública de que houvera a baixa de criminalidades.
APURAÇÕES
A delegada Nilma Maria Nascimento Lima, atualmente Corregedora Geral da Polícia Civil do estado do Pará, após receber relatórios conclusivos das fugas de detentos registradas dos xadrezes das delegacias dos municípios de Irituia – três presos, Primavera – cinco presos, e Curuçá – dez presos, além da Seccional de Icoaraci – nove presos, determinou por Portaria a instauração de Apuração Administrativa Interna, ficando designados para presidirem os atos os delegados Carmem Suely Souza da Silva, com lotação em Paragominas (Irituia), Samuel Alencar da Silva, lotado em Capanema (Primavera) Caubi Pereira de Souza, lotado em Castanhal (Curuçá) e Valderez Maria Souza da Silva, com lotação na Corregedoria da capital.

sexta-feira, 11 de março de 2011

ANIMUS NECANDI
Militares pedem absolvição por ausência de provas

Junto ao Supremo Tribunal Federal, militares condenados pelo crime de homicídio culposo, ingressaram com Habeas Corpus pedindo suas absolvições, estando o pedido sob o patrocínio da Defensoria Pública da União, que através de um de seus membros argumenta a ausência de fato típico de homicídio, haja vista que em análise das peças juntadas aos autos nenhuma serve de suporte para alicerçar o entendimento de que os condenados conduziram-se com animus necandi - intenção de matar.
A Defensoria Pública da União por seu representante assevera em sua peça, que os militares foram denunciados pelo Ministério Público Militar, por que durante uma confraternização na organização militar na qual serviam, ocorreu a morte de um dos soldados que lá estavam. Na denúncia, o membro do Ministério Público diz que os militares entraram em uma cisterna, fizeram “uma corrente humana para verem onde conseguiriam chegar por baixo da água” e um deles se soltou vindo a falecer.
Os militares foram condenados em primeira instância à pena de seis anos de reclusão por homicídio simples, crime previsto no Código Penal Militar (artigo 205) e também pelo fato de não terem tentado socorrer a vítima (artigo 29, parágrafo 2º, parte final). Contudo a sentença foi reformada pelo Superior Tribunal Militar, para  condenar os militares por homicídio culposo, reduzindo a pena para dois anos de reclusão. 
O defensor público que elabora a defesa dos militares, diz que a condenação por homicídio culposo não corresponde à realidade dos fatos. Primeiro porque os militares alegam terem tentado ajudar a vítima e, segundo, porque “não se criou qualquer tipo de comportamento capaz de colocar a vítima em perigo, ao contrário, a vítima que instou os demais a entrarem na cisterna para formar a “corrente humana” que culminou no trágico evento”, sustenta o defensor, o qual, no mérito, pede que a decisão do Superior Tribunal Militar seja desconstituída e decretada a absolvição dos militares, visto que conforme alega na inicial não teria havido suporte para alicerçar o entendimento de que os militares condenados tiveram a intenção de matar a vítima.
AS CIRCUNSTÂNCIAS
Anônimo ou Anônima, quando você ironizou o comentário postado neste BLOG por Paulo Roberto Junior - Discriminação e Achincalhe aos Investigadores, no qual tentando dá um chá de animo neste capiau jornalista que sobrevive dos pacos recursos de um simples Guarda Judiciário aposentado, não fez o comentarista, me comparando com o nobre jornalista Paulo Henrique Amorim, haja vista, o mesmo, devido sua notoriedade nacional com aparição diária, e ser empregado de um conglomerado de comunicação, onde percebe um bom salário, que lhe permite ter vários e diversos assessores (Gost Writer), os quais lhe proporcionam um nímio de informações para enriquecer o seu blog.
Todavia, nobre “Anônimo” ou “Anônima”, o confrade ( confrade porque temos as mesmas credencias profissionais nos três níveis) Paulo Henrique Amorim, não se iluda, tem os seus limites, pois vive num País capitalista, e nesse sentido o mesmo posta em seu blog aquilo que “as suas circunstâncias lhe permite”. Não detalharei quais circunstâncias são essas, pois entendo que você tenha bastante discernimento. Porém, dar-lhe-ei o exemplo que levam vários jornalistas de renome a contradizer-se aos conhecimentos adquiridos: Pedro Bial, um intelectual apresentando programa alienador, tanto é que os participantes não sabem quem foi Napoleão Bonaparte.  Essa inversão de valores é em nome do bom salário, ou não é?
Aqui no Pará temos dois conglomerados da comunicação, os quais, seus proprietários impingem seus empregados (jornalistas) atacarem-se, tanto no campo pessoal como empresarial. Porém, “Anônimo” ou “Anônima”, quando “as suas circunstâncias” são ameaçadas, tornam-se amigos desde pequeninhos para galgarem as benesses dos detentores dos Poderes seja de que partido ou ideologia.
Na administração pública, que “circunstâncias” levariam alguém a pedir publicação em periódicos, em blog, site e por fim fazer postar parasitalmente, epopéias bajuladoras a autoridade recém empossada. Seria a saga por um salário melhor em detrimento do caráter?
A “Palavra é Livre”, assim se impõe o título deste BLOG. Porquanto, o ecletismo deve imperar sem leviandade ou submissão, tendo em vista minha independência financeira, profissional e de expressão. Mas não me iludo, o sucesso desse capiau BLOG poderá me acarretar vários problemas vindos das forças ocultas incomodadas com o peso desta “Palavra Livre”.
Na verdade, o que vislumbro “Anônimo ou “Anônima”, é um ranço de sua parte... Ou seria inveja por não ser jornalista e criar um blog para expor o seu jornalismo e “suas circunstâncias”?
Ao preclaro e sengo Paulo Roberto Júnior, muitíssimo obrigado pelo incentivo e colocação análoga ao BLOG, que a despeito de alguns, me deixou deveras envaidecido, glorificando o trabalho diário de postagem... Salvo engano, o único independente com este ímpeto, graças aos poucos, mais sinceros Gost Writer, figura obrigatória ao lado de todos os jornalistas que se presa e sabe depurar os informes ou informações.
Quanto a “Pua” Grande Amigo anônimo, esta sempre estará afiada, para cingir as mazelas dos covardes arraigados no manto da peniciosidade, e àqueles que detenham o Poder efêmero.

quinta-feira, 10 de março de 2011


Matar ou morrer

CASO SOURE

Informações e texto de Dário Pedrosa- Soure
Um fato trágico foi registrado em Soure, na Ilha do Marajó, envolvendo uma equipe de Policiais Civis que faziam uma operação de combate ao tráfico de drogas na cidade.
O fato ocorreu na 7ª rua, entre as travessas 5 e 6, bairro Matinha, por volta das 22 horas da terça feira, 08. 
Investigações que já vinham sendo desenvolvidas a dias , pela equipe de policiais civis e militares, identificaram vários pontos de comercialização de drogas, em pontos distintos da cidade e, por determinação da Delegacia Geral, ações de combate ao tráfico deveriam ser intensificadas na região. O que passou a ser feito, com base nos dados levantados pelos policiais.
A residência que estava sob investigação e que culminou com a operação seria um dos locais usados para o comercio ilegal de drogas. Foi para lá que um grupo de sete policiais civis composta pelo Delgado Superintendente de Policia Civil dos Campos do Marajó, Felipe Smidth, os investigadores Tadeu, Osvaldo e Elias, mais o escrivão Marcos e dois outros investigadores presentes na cidade como reforço para o carnaval não identificados, dirigiram-se utilizando-se de uma viatura Hilux descaracterizada, cor cinza.
Parte da equipe preparava-se para fazer a abordagem pelos fundos da casa, avançando pela 8ª rua, em direção ao quintal da casa a pé e a outra parte faria a abordagem pela frente, chegando na viatura.
A equipe dos fundos acabou entrando na residência primeiro, momento em que o investigador Tadeu Duarte, tendo retirado a camisa e amarrado na cabeça, iniciava o percurso pelos cômodos da casa em meio a alguns tiros deflagrados por seus companheiros, como forma de intimidar qualquer tipo de reação, foi confundido como sendo um dos possíveis traficantes que estivessem no interior da residência e foi alvejado com dois tiros. Um dos quais perfurando seu tórax, no sentido da direita para a esquerda e o outro sua mão esquerda.
Ao expressar o choque, com o tiro, o policial reagiu com um grito antes de cair no chão da cozinha da casa, quando foi identificado pelos demais policiais que suspenderam fogo e partiram em socorro ao companheiro ferido que, já estava caído no chão desfalecido.
Segundo relato de populares que acompanharam a operação, os policiais tentaram reanimar Tadeu ali mesmo, envolto em muito sangue e foi possível perceber a comoção dos membros da equipe que choravam sobre o corpo do colega caído.
De imediato, o policial foi levado para o Hospital Menino Deus, mas já estava sem vida.
Uma equipe do Instituto Médico Legal Renato Chaves, que estava em Soure, foi acionada para o local. Viram o corpo no hospital e dirigiram-se para o local onde o fato ocorreu. Porém, relatos dos vizinhos do local remetem a informação de que os próprios policiais teriam lavado o local onde a situação ocorreu, eliminando os vestígios de sangue.
A pericia chegou a localizar vários projetes no local e muitas cápsulas de balas, calibre ponto 50 foram recolhidos pelos moradores nos arredores da casa. Uma das balas teria atingido a porta traseira esquerda da própria viatura usada pelos policias.
O Delegado de Salvaterra, Arilson Caetano, foi deslocado para Soure, com o objetivo de acompanhar a situação e na manhã desta quarta feira, 09, deslocou-se para Belém, acompanhando o Delegado Felipe Smidth, que apresentou-se na Delegacia Geral, apontando-se como o responsável pelo disparo que atingiu seu companheiro de operação.
Nenhuma pessoa teria sido localizada no interior da residência invadida, fora os próprios policiais. Apenas uma certa quantidade de droga teria sido encontrada e conduzida a Belém para ser entregue na Delegacia Geral, juntamente com o Delegado responsável pela operação.
O proprietário da residência, Pedro Barbosa Aragão, 56 anos, não estava no local durante a incursão policial. Chegou alguns minutos após, quando os policiais já teriam saído. Ele reclamou não ter sido comunicado pelos policiais e que nem tinha conhecimento da existência de nenhum entorpecente em sua residência, onde mora com dois outros irmãos de nomes Evandro e Edilson.
O corpo do investigador Tadeu Duarte, foi transferido, de avião, para Belém, nas primeiras horas desta quarta feira.
O caso está sob investigação e ainda não se tem o nome do Delegado que ficará encarregado de conduzir os trabalhos.
RESPOSTA PARA
OS IRMÃOS
MAL AMADOS

Quem é mal-amado não consegue amar ninguém

Como é difícil reconhecer nossas feridas interiores e lutar por sua cura. Preferimos viver de mal com a vida a ter que encarar nossas mazelas de frente e admitir que sejam carentes de amor. Quem não cuida de reconhecer suas fragilidades torna-se uma pessoa ranzinza e quem é ranzinza não consegue amar ninguém.

Conheço uma pessoa mal-amada quando vejo alguém julgando o comportamento do outro sem avaliar a própria vida. São os famosos reveladores dos defeitos alheios. Pessoas ótimas para brigar, defender seu ponto-de-vista e considerar inútil todo pensamento diferente dos seus. Gente assim morre sozinha, pranteada por seus momentos de superioridade.

Quem está resolvido consigo mesmo não tem necessidade de condenar o comportamento alheio. Quanto mais levantamos o dedo para julgar alguém, mais demonstramos que ainda não somos senhores de nossa própria vida. Uma pessoa que se ama não tem necessidade de revelar o que há de ruim nos outros, pois descobre a importância de ajudar os outros a encontrar também o caminho do amor.

Lutem para resolver primeiro os problemas que afligem nossa própria vida, pois só pode ajudar alguém, quem primeiro se ajudou. Curem-se e os seus corações curados será fonte de cura para quem de vocês se aproximarem. Num ambiente mal-cheiroso, quando alguém cheiroso chega, as pessoas sentem a diferença. Se da sua boca só saírem palavras de amor, os ambientes por onde você passar exalarão o cheiro do bem-viver.

Quero ser um semeador de bons frutos. Uma palavra mal dita ou um olhar de reprovação, pode se transformar em fonte de tristeza para quem o recebeu. Se semearmos palavras de carinho e incentivo, colheremos os frutos do amor e da bondade. Uma simples palavra pode trazer a paz ou condenar para sempre quem precisava ouvir algo acolhedor.
Paulo Franklin
Radialista, fotógrafo, palestrante,
estudante do curso de Direito e escritor

sábado, 5 de março de 2011


DISCRIMINAÇÃO E ACHINCALHE AOS INVESTIGADORES
O investigador Luiz Monteiro da Silva Junior, conhecido “Periquitinho”, presidente do Sindicato dos Servidores Público da Policia Civil do estado do Pará, foi convidado pelo presidente do Sindicato dos Delegados do mesmo estado, para participar de uma reunião juntamente com a Associação dos Delegados, para definirem metas a discutir, em reunião que teriam com o chefe da Casa Civil do governo do estado Zenaldo Coutinho.
Empolgado com o convite, e até sentindo-se – quem sabe, um delega, “Periquitinho”, alugou até paletó para participar da reunião e quiçá do encontro com Zenaldo Coutinho. Ao chegar à reunião sozinho, o mesmo notou uns olhares desconfiados de alguns delegados, incomodados com a sua presença, pois não entendiam o por que daquele barnabé está ali naquele ambiente, chegando a um ponto de um dos megalomaníacos  delegados, manifestar-se contrário àquela indesejada presença.
O que deixa perplexo este profissional de imprensa e alguns policiais civis, é que “Periquitinho”, encomendou o poema concebido em homenagem ao probo e predestinado secretário de segurança pública, o que nada adiantou a puxação de saco.
O “Periquito” virou Guará pela vergonha que passou por achar que seria aceito ordeiramente no serpentário. Deveria “Periquitinho” antes de para ali se dirigir, tomar antídoto de semancol, para não acontecer o já era esperado, ou seja: Sair com o rabo entre as pernas antes da reunião.  
TROCA DE FAVORES
Postei anteriormente, que o delegado Paulo Tamer encontrava-se internado em uma clínica de repouso nesta capital, em estado traumatizante devido ao assalto que sofrera juntamente com alguns familiares.
Passado o susto, Tamer se apresentou ao delegado geral para lotação, o qual, num gesto de gratidão por ter Paulo Tamer como diretor do Departamento de Policia Metropolitana, no governo passado, não tê-lo perseguido, assim como outros seus camaradas que hoje ocupam posição de destaque na Polícia Civil, deixando-os ficarem no bem bom durante os quatro anos que se passaram. Assim, o Delegado Geral fez lotar Paulo Tamer na delegacia do Aeroporto, esta criada pelo próprio Paulo Tamer, no canetasso, haja vista, não ser de fato e de direito tal criação, tudo para contemplar os delegados que estavam abarrotando o DEC – Departamento de Escadas e Corredores, o que acontece até os dias de hoje, numa verdadeira tenda de marajás, que fora ocupada por muito tempo pelos figurões da Polícia Civil em evidência atualmente.
A “delegacia” do aeroporto tem (teria) como finalidade duas espinhosas e desgastantes missões, que é: Ver diuturnamente a subida e descida de aviões naquele aeroporto, e ao término do plantão, fazer um sucinto relatório sobre a quantidade de aeronave que por ali passaram. A outra, desgastante, pois além do intelecto, é para atender os filhos, netos e afilhados de delegados na caça de autógrafos de famosos que por lá transitam, assim, comprometendo o estado físico com o aumento da sudorese
Paulo Tamer foi lotado naquela delegacia pelo delegado geral, porque é talhado para a espinhosa missão naquela “delegacia”, ou seja, conseguir, por exemplo: Devido às inúmeras solicitações, autógrafos dos integrantes da Banda de Rock IRON MAIDEN formada por cinqüentões, de difícil acesso aos mesmos, e que brevemente se apresentarão nesta mangueirosa.
Diante dessas presumidas dificuldades Paulo Tamer já teria oficiado ao delegado Geral que, semana antes do evento, lhe seja fornecido uma FORÇA TAREFA para esta árdua missão, e se possível, importar de São Paulo, mais precisamente do programa Pânico na TV, o Impostor, que consegue furar todos os meios de segurança colocado a disposição de artista de estirpe internacional.
Na tradicional Rádio Cipó, a notícia em evidência é de que o pedido mais insistente que teria feito PT foi da GM (Galera da Moto) da qual PT faz parte, pois os mesmos inalaram com autógrafo os Rock daquela famosa Banda.
JUSTIÇA CÉLERE
Uma das criticas que se faz contra o Judiciário é em relação a morosidade na tramitação dos processos que mofam nas secretarias dos juízos em todos os seus graus. Porém, esta imagem está mudando e o exemplo dessa mudança foi o ato de uma desembargadora de Brasília que pôs fim em uma “injustiça” que estava sendo perpetrada contra o digno empreendedor Nenê Constantino, fundador da Gol Linhas Áreas - a qual gera muitos empregos, e estava vendo sua liberdade ameaçada por um pedido de prisão preventiva feito por um promotor de Justiça do Distrito Federal, que alegava está o empresário colocando obstáculo na apuração dos fatos implícitos em processo criminal onde é acusado de homicídio contra seu genro, e em virtude do atentado ocorrido com uma das testemunhas do feito.
O Poder Judiciário representado pela digníssima, diligente e incansável desembargadora, que sacrificando sua noite de sono, concedeu-lhe o Habeas Corpus para que continuasse em liberdade, isso, às três horas da manhã, dando exemplo a esta nação, que o Poder Judiciário, agora só poderá ser hora adiante adjetivado de célere.  Seria a síndrome Gilmar Mendes?
PODRE PODER
Ao Ministério Público, nos termos da nossa Lei Maior, compete promover a defesa da ordem jurídica e, sobretudo, zelar pela defesa do patrimônio público e pelo patrocínio dos interesses sociais. Porém, no âmbito do mesmo Ministério Público, nada disso vale, haja vista, a enxurrada de nomeações feita na atual administração do MP do Pará, que em menos de sessenta dias já colocou mais de quarenta policiais militares nos seus quadros funcionais, num ato imoral e criminoso, tendo em vista o que é determinante na Constituição Federal em seu Art. 144, V, § 5º, bem como o que preceitua o Art. 42, §§ 3º e 4º da nossa Carta Magna, que vem sendo açoitada como se fosse com a chibata dos feitores de escravos pelos fiscais das leis do estado do Pará. Violando ainda, a Lei Complementar nº 07/91, que regula o Art. 36 da Constituição do Estado do Pará, promulgada nos termos do Art.108,§§ 3º e 7º da CEP.
Uma das aberrações e de prova inconteste de nepotismo dentro do MP paraense é a contratação de dois cadetes da Polícia Militar, que ainda nem formados estão na sua plenitude para agirem como agentes de segurança pública e já estão ganhando duplo salário. Mas, são filhos do motorista Nelson Castro, que serve ao Procurador Geral do Ministério Público deste estado.
Quem para exigir que o ato administrativo de investidura de cargos ou função pública respeite os princípios expostos no artigo 37, "caput", da CF, sob pena da violação do núcleo de direitos público-fundamentais. Algum membro do Ministério Público paraense? Que fiscais das Leis são esses que só perseguem vendedores de açaí e açougueiros na periferia e cometem todo tipo de abuso na administração pública? Recentemente um oficial da PM fora denunciado por ter dois policiais lhe emprestado serviço pessoal, e essa denúncia fora feita por um Promotor de Justiça que tem a sua disposição um policial militar a servi-lo de lacaio.
RELATÓRIO DO CNMP
NO OSTRACISMO
 No ano passado, mais precisamente no mês de junho, uma comissão de inspeção do Conselho Nacional do Ministério Público esteve a fiscalizar o MP paraense, havendo o vazamento de informações de que referida comissão constatara inúmeras irregularidades, e formularam o relatório oficial destacando tais.
Passado quase um ano, este relatório não fora divulgado como deveria ser, haja vista a apelidada transparência do Ministério Público, que cobra dos demais órgãos a exposição das mazelas. Então, por que ainda não foi divulgado o relatório do CNMP em relação a inspeção no MPPA? A sim é dever também do jornalista ir a fundo e divulgar. Aguardem.

terça-feira, 1 de março de 2011

PROFESSORA ARROMBA
 ESCOLA NO OUTEIRO
A professora Wdilsinerges de Nazaré Lopes Raiol foi eleita diretora pela comunidade escolar, da Escola da Brasília na Ilha de Outeiro Distrito de Icoaraci, e ontem, dia 28/02/2011 ao chegar à escola para expediente normal na condição de diretora encontrou todos os cadeados estourados, sendo colocados cadeados novos, ato criminoso perpetrado no final de semana por vândalos em conluio com uma nova diretora.

Aturdida, procurou o Pólo, e ali se inteirou da situação, recebendo a sua dispensa de função, antes mesmo de terminar o seu mandato legal que é de dois anos.

Como ex-diretora Wdilsinerges, não conseguiu nem transmitir o cargo, e ao chegar à escola para tal e assumir sala de aula, foi informada por um agente de portaria da escola, ainda no meio da rua, que a diretora designada pelo secretário de educação Nilsom Pinto, professora sem gestão, Lecy de Nazaré, havia feito o arrombamento e trocado todos os cadeados da escola, e que dispensara todos os servidores das atividades até organizar a escola, em detrimento do corpo discente.

A ação criminosa de Lecy Nazaré, afilhada política da administração Nilson Pinto, revoltou a comunidade escolar do Outeiro como causou verdadeiro reboliço no Pólo, que reúne todas as escolas de Outeiro, Icoaraci, Cotijuba e outras Ilhas belenenses. Além de que, fora registrado um boletim de Ocorrência na delegacia do Outeiro para apuração dos fatos, que deve ir além do arrombamento a prejuízo a União dado os danos matérias causados pela afilhada do secrtário de educação do Pará.

No Outeiro, as perguntas da hora são: De que forma a diretora apadrinhada irá dirigir a escola, uma vez que já chegou de carrão de sena? Será que voltamos à época do corenealismo? Vamos reviver os tenebrosos tempos em que quem mandava eram os donos de terras e os detentores de Poder? Ou será que a educação do Pará esta tão defasada que qualquer pessoa sem conhecimento pode assumir um cargo de confiança, a ponto de causar tal transtorno para a comunidade escolar, sem se preocupar com as conseqüências? É esse tipo de gestão que o Simão Jatene quer implantar? Estaria Simão Jatene copiando Ana Júlia Carepa ao designar militantes partidários? Essa seria a política nacional de educação posta em prática a começar por Belém? Se na capital já está assim, como estarão os municípios do estado?

Para tentar resolver o problema, o novo gestor de educação do Pólo ao qual esta subordinada à afilhada do secretário, esteve na escola do Outeiro onde a pedante, petulante e megalomaníaca Lecy Nazaré, expulsou o novo gestor, seu superior hierárquico, dizendo: "O senhor ainda não manda em nada, quando sair a sua Portaria o senhor volta para conversar comigo”. Pode Jatene? Ora, se essa mulher trata o seu superior assim, faça idéia o que fará com os servidores daquela escola, sem se falar nos alunos. Pelo visto, vai ser uma verdadeira guerra provocada por está déspota afilhada de Nilson Pinto.

Certo é que mudam os ratos e a ração é a mesma, os cacos permanecem e as pocilgas abrigam esse tipo de administradores, que tem o slogan de um velho ratazana da política brasileira: "Às favas, senhor presidente, neste momento, todos os escrúpulos de consciência".