terça-feira, 11 de junho de 2013

UM AMIGO ME ALERTANDO
 Hoje

Bom Dia na Paz de Cristo meu amigo, extensivo a todos de sua família.
·         Por igual, saudades de nossos por nossos tempos dos idos de 90
Magalh~es voCê é meu garnde irmão de elevada estima
nunca esqueça disso
Os amigos são os antigos.

Certamente! Podemos reviver, aliás, somos eternos enquanto duramos. Saiba da estima incomensurável que tenho por você.

·         Valeu
Não tenho que lhe ensinar a viver és um homem inteligente e vivido,
de certa feita em uma visita na delegacia do marco
falaram mal de você
te defendir
irmão evite confronto aberto com este povo
falei que te conheço e seu finado pai enclusive
a mais de vinte anos e que eras um homem honrado
é boa gente
inclusive
tenhoi minhas limitações mas protejo meus amigos tu sabes que Delegado
Investigador e Pm o... que é um cara vivido já nos orinetava como tratar

Muitíssimo obrigado, sei de seu caráter e reconheço sua perspicácia, assim como sei de quem falas. Infelizmente vivemos onde é omissão não se denunciar e crime se falar... E agora... Cale-se para sempre? Sei de sua preocupação e reconheço o lamaçal que mexi, mas, vamos lá, como sabes não sou igual a eles. Obrigado mais uma vez.
·         Jà te sinalizei como penso hoje,
Conte comigo dentro de inhas limitações
Gosto de você
na beirada que nascir talvez eu esteja errado e você coberto de razão
quem fala semeia e quem cala colhe.

Muito me honra ouvir a voz da razão, e nada mais justo do que lhe agradecer... Vamos marcar uma hora para tomarmos, com todo respeito roubando o nosso saudoso amigo desembargador Elzaman Bitencourt... Um bom licor de cacau.  
·         rsssss
você pode sempreee
kakakakakakakaka
péolas de magalh~esss
pérolas
um abraço
Deixe de tolices o cara tem proteção do Sistema
de hipocrisias que vivemos

Em dobro grande amigo.  Quando tiver um tempinho acesse o BLOG DO WALDERCLEYDES.
·         um abraço
vou acessa sim
evite
vá por mim
sugestão de irmão
nunca vou querer te ensinar a viver ao contrário você sempre me ensinoumuito
sou grato
ensinou
gratidão.

Muitas emoções... Fique com Deus e suas bênçãos.
Tudo dito e escrito, nada mais justo do que ter endereçado com pedido de providências ao Procurador Geral de Justiça, Presidente do Tribunal de Justiça do Estado, Secretário de Segurança pública do Estado, Sindicato dos Jornalistas, Federação Nacional do Jornalista, Confederação Internacional de Jornalistas e ao Conselho Nacional dos Direitos Humanos, haja vista, “que o cara tem proteção do sistema de hipocrisias que vivemos”. Agora, não tenho medo dele e de ninguém, o que podem é arma uma sujeira, especialidades deles, cara a cara destroço qualquer um, em todos os sentidos, especialmente o de honradez e dignidade.
Tenho minha cabeça erguida, jamais roubei carretas com materiais eletrônicos e mandei para a casa de minha mãe ou familiares. Nunca recebi um centavo de corrupção ou extorsão. Conheço todo tipo de pessoas e as trato com a mesma dignidade. Jamais fiz parte de quadrilha ou bando. E vou morrer assalariado, sem nenhum conluio para me locupletar. Assim como nasci em berço esplendido de educação e respeito mutuo, jamais vi meu pai espancar minha mãe, daí, não ter nenhuma frustação na vida, e descarregar nos outros, como algumas, que conhecemos, praticam quando estão com sua matula.
Obrigado Excelência... (Charge do Duke - www.sinpof-ce.com.br).

sexta-feira, 7 de junho de 2013

MANDADO DE CONDUÇÃO COERCITIVA
Nesta sexta feira 7 de junho,  foi remetido pela secretaria do juízo da 4ª Vara  da Comarca de Castanhal, em remessa Conclusos ao Juiz daquela Vara, os autos da ação penal nº 0006078-81.2012.814.0015 – Crime de Extorsão mediante Sequestro, em que figuram como réus o delegado de Polícia Civil do estado do Pará, Arnaldo de Oliveira Mendes, e os bate pau da Polícia Civil Raimundo Nonato Fernandes e Carlos Alberto dos Reis Cavalcante Guedes.
Dos três réus os dois bate pau sem encontram recolhidos em cadeias públicas do estado, desde o momento de suas prisões em flagrante mesmo insistentemente terem requerido suas liberdades, que lhes foram negadas dado a complexidade dos fatos a serem apurados que justificam a negativa de suas liberdades. Porém, o delegado Arnaldo de Oliveira Mendes, também preso em flagrante, conseguiu junto ao Tribunal de Justiça do Estado, sua liberdade, muito lamentada a maneira dessa obtenção, já que o magistrado sentenciante teria sido levado a erro de informações que beneficiavam o delegado denunciado.
Na persecução dos fatos, os autos tiveram fases desordenadas, com o Ministério Público impondo seu dever de requer a condução coercitiva, das vítimas Lucian da Silva Duarte e Júlio Bernardo de Souza Neto, fazendo com denodo a afirmação: “... excelência tem-se noticia que na audiência passada um advogado se comprometeu de apresentar as vitimas, motivo pelo qual o juízo deixou de determinar a condução coercitiva das mesmas. Estranhamente não se sabe quem é esse suposto advogado, sendo que as vitimas não compareceram. Tal situação parece ao ministério publico como indícios de um temor que as vitimas podem estar sentindo em face dos réus, haja vista que segundo apurado chegaram a permanecer em cárcere privado. Isto posto para garantir a instrução processual o ministério publico entende que ainda é necessária a permanecia dos requerentes em regime de cárcere”. Porém, não se manifestou quanto ao que se encontra em liberdade, que aparentemente é quem poderia impor o temor as vítimas. Ou não?
Acatando o parecer da representante do Ministério Público, Promotora de Justiça Ana Maria Magalhães de Carvalho, o juiz Sérgio Cardoso Bastos que realizara a instrução, determinou a condução das duas vítimas, já as tendo ouvido, e assim, os autos lhe estão conclusos para novo decisório.(charge copiada do blogdainsegurança).

quarta-feira, 29 de maio de 2013

MUITA FALÁCIA
Volta e meia os dirigentes da segurança pública em especial delegado geral, vêm a público alegar que a falta de empenho nesta área prende-se pelo fato da falta de agentes para tal.
Ora, como entender essa alegação, tendo em vista, que só na Corregedoria da Polícia Civil, estão lotados 45- Quarenta e cinco delegados, parecendo; permitam-me ser repetitivo, que esta instituição está eivada de bandidos, dado o contingente de delegados em uma só célula, para tão somente apurarem transgressões disciplinares dos policiais civis. Será que a maioria desses delegados são apadrinhados? Incompetentes? Acovardados? Haja vista, que somente um terço desses delegados é visto presidindo AAI e PAD.
Outro fato a ser comentado, é de uma delegada, que há anos comanda o setor de perícia médica única e exclusivamente no recebimento de atestados médicos e os encaminhando, e recentemente queria recusar o atestado de um policial que acompanhara um ente seu de segundo grau, tendo aquela delegada duvidando da validade, o que prova que a mesma não faz uso da Lei 5.810/94 – das licenças. Então entra o meu superior dever profissional: Onde está a falta de policiais para o combate ao crime? Ou será que há tantos criminosos dentro desta instituição? 
Enquanto delegados já perderam até a vida para tirarem o famigerado Plantão Remunerado em uma das Seccionais desta capital, outros dormem o sono dos justos.

VASSALOS NO VELÓRIO
Dias atrás postei parte de um diálogo que mantive com um investigador de Polícia Civil, amigo meu, que fora removido despoticamente a pedido do agora rotulado absolutista que comanda a Delegacia da Cabanagem.
Após a postagem, fui abordado em uma Seccional por dois policiais – invoco o Art. 5º CF Sigilo da Fonte, que me parabenizaram pelas postagens e em especial a feita referindo a remoção despótica, e me narraram mais uma das peripécias de policiais da Cabanagem.
O absolutista ordenou que três de seus policiais fossem até a uma residência naquela circunscrição, para efetuarem a prisão de um meliante que teve sua Prisão Preventiva decretada. Porém, não lhes foi dado nenhuma cópia da ordem Judicial, mesmo assim, subservientemente, ou temendo serem removidos a toque de caixa, imbecilmente aquiesceram à ordem e partiram em direção a propalada residência. Em chegando no local, depararam-se com o velório da mãe de meliante a ser preso.
Confirmada a presença do meliante no local, deram-lhe voz de prisão, tendo o meliante aos gritos chamado seu pai que é membro do Corpo de Bombeiro Militar do Estado do Pará, o qual indagou o motivo da prisão, tendo os mesmos respondidos que havia sido decretada a prisão preventiva do mesmo, o que fora pedido pelo bombeiro militar, a apresentação do Mandado de Prisão, com o subservientes policiais alegando que estava na delegacia com o delegado. Em ato continuo o pai do meliante com alguns colegas seus também bombeiros militares, cercaram os três policiais, arrebatando seu filho das mãos dos mesmos, e ainda os botando para correr com alguns chutes nas nádegas e engasgamentos.
Quem observou a cena trágica e cômica, pensou está vendo ao vivo a comédia pastelão... Os Três Patetas. (charge copiada - eu prefiro Pepsi).
BOATO NA MARAMBAIA
A Corregedoria da Polícia Civil do estado Pará estaria investigando um boato de que quatro policiais, lotados na Seccional Marambaia estavam de posse do gabarito da prova do Concurso de Delegado da Polícia Civil do Pará. Concurso este que já se realizara.
O que chamou a atenção deste jornalista foi de como teria vazado o propalado boato, haja vista, que o mesmo fora plantado de forma amolecada pelos quatro policiais pretendentes ao cargo de delegado. Será que estavam sendo monitorado pelo “Guardião” – Aparelho receptor/rastreador de chamadas telefônicas? Pois referido aparelho só pode ser acionado com ordem judicial... Não sei também.
A possível molecagem dos quatro policiais se comprovada, os mesmos terão que ser punidos exemplarmente até com suas exclusões deste concurso, para que outros policiais, que têm o dever de zelar pela integridade do referido concurso, não venham mais de forma amolecada, colocar dúvida sobre o mesmo. (charge copiada).
DESCONSTRUINDO
Na semana passada o Prefeito tucano Zenaldo, anunciou a ajuda da Caixa Econômica Federal para o término das obras do BRT, porém o mesmo prefeito anunciou publicamente que boa parte da obra vai ser desfeita, pois foram usados produtos de péssima qualidade, o que gerou entre outros motivos a paralisação das obras. Mas prefeito, e todo o investimento feito nestes produtos e materiais de péssima qualidade, vai ser devolvido aos cofres públicos? E se passamos todo aquele tormento de nos deslocarmos até o centro da cidade, o que acreditamos estar resolvido, vai voltar? Ou a obra vai ficar para o próximo governo desconstruir? É sabido por demais, que em sua campanha eleitoral ficou patenteado de as obras     não parariam, e isso foi determinante para sua eleição. Como justificar uma paralização de mais de seis meses? Como justificar a destruição do que já foi feito? É tudo farinha do mesmo saco... Né mesmo Josué? (charge waldezduartgmail.com).
PRISÕES PESSOAIS
Não existe lugar melhor do que o nosso lar! Esta frase ainda permeia o imaginário de muitas pessoas que em momentos de dificuldades ou cansaço sonham com o aconchego do seu lar. Mas será que existe mesmo um lugar no qual podemos viver essa tranquilidade? Foi-se o tempo em que podíamos dormir com as janelas e trancas abertas. Hoje o nosso lar foi transformado em território de segurança, quase máxima, com cercas elétricas, câmeras de seguranças, cães raivosos, sinais sonoros, mas mesmo assim ainda somos tomados de assalto por vândalos que invadem esses refúgios sagrado. O que parece ser a nossa segurança, acaba sendo segurança para os meliantes que fazem uso dos aparatos tecnológicos para nos contra atacar.
Essa semana bandidos invadiram uma casa em um condomínio fechado e usaram as câmeras de vigilância para precisarem a hora que poderiam sair das dependências da casa sãos e salvos. Usaram para a fuga carros peliculados e a chave eletrônica do portão do condomínio. Sem deixar rastros a não ser o pânico nos moradores que pensam em reforçar a segurança da casa e do condomínio. A certeza é: “As grades do condomínio são para trazer proteção, mas também trazem a dúvida se é você quem está nesta prisão”!

segunda-feira, 27 de maio de 2013

CASAMENTO HOMOAFETIVO
Por várias vezes postei comentários sobre homoafetividade, bem como de que este espaço é democrático e livre para a manifestação de ideias e pensamentos, evidentemente, que não os desairosos. Nesta caminhada, recebi em mãos, durante um almoço ontem no supermercado Nazaré – Augusto Montenegro, a manifestação de um amigo que participava daquele momento, tendo me pedido a postagem de seus anotados, o que faço com maior prazer, agradecendo ao amigo, a sua colaboração a este blog.
 
“Não sabemos se está foi uma decisão para agradar a classe homossexual ou simplesmente se a sociedade amadureceu a ponto de acreditar que a relação entre pessoas do mesmo sexo não fere a integridade de ninguém, ou não desqualifica uma ou outra pessoa”.
“Nunca as discussões foram tão acirradas quanto agora. As pessoas de certa forma estão entendendo que esta não se trata apenas de uma opção, mas de uma condição humana, homossexuais existem desde a mais tenra idade, apenas nos dias atuais o cinismo, a hipocrisia, o medo, as frustrações deram lugar ao que podemos chamar de apresentação para a sociedade”.
“Os homossexuais se assumiram enquanto tais, já que a própria sociedade evoluiu nos seus pensamentos de aceitação do diferente, mas legítimo”.
“Não existe uma doença a ser curada, não existe um movimento conspiratório contra a sociedade pacata ou muito menos uma chaga social. Entendam, aceitem, mudem. As leis foram feitas para homens e mulheres, mas ainda nos seus escritos, ainda, aparece a palavra “homem” o homem social, os homens construíram, os homens inventaram, o homo sapiens... Enfim, ainda é lenta esta discussão ou diferenciação de gênero, o que é o homem? Onde está a mulher nestes escritos? O que dirá o homossexual, ou homo afetivo. Porém, acredito que avançamos enquanto pessoas no que se refere a direitos iguais, homens, mulheres, homossexuais... É um texto que precisa ser revisto. O casamento entre pessoas do mesmo sexo referenda uma antiga reivindicação social, mas ainda é preciso orientar a população do que se trata, quais são os direitos legais que essa decisão traz. Enfim, enquanto homens e mulheres degradam a instituição casamento, talvez os homo- afetivos venham nos ensinar a amar!”.

sábado, 25 de maio de 2013

ISONOMIA NO STF
Não me dou ao prazer de trabalhar com o fígado em matérias postadas neste blog e sim respeitando os leitores pôs procuro passar tão somente a verdade dos fatos.

É notório que muitas das postagens têm como foco principal as autoridades públicas, principalmente da seara policial, pois, me dediquei em matérias forenses, e hoje aposentado do serviço público e arraigado no jornalismo diletantista, me sobre carregando de informações nesta esfera. Uma das que me chegou foi a de que depois de mais de duas décadas o STF julgará a procedência ou não da isonomia dos delegados de Policia do estado do Pará, e este feito se deve a luta incansável do atual presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia do estado do Pará, que coloca a desídia de lado para defender os interesses de sua categoria, mesmo não precisando mais da tal isonomia, haja vista, que percebe um salário que lhe permite viver sem aperreios financeiros.
Em verdade sempre este jornalista acompanhou alguns feitos do referido presidente, diferentemente de alguns membros de sua diretoria, que lhe servem de perequitinho de pirata apenas em reuniões com autoridades do primeiro escalão, e é por isso que outros membros da diretoria do SIDELP, já cognominaram certa figura peçonhenta de verdadeiro traste, pois, quando é deliberado para se bater forte no governo o mesmo pisa no freio, ou seja, desestimula, sabe se lá com qual objetivo.
Esta figura pérfida infiltrada no referido sindicato, é conhecido nas hostes policiais, como Jaburu Peçonhento, Carro Velho, Canalha e agora pelos próprios membros da diretoria, de traste. 
Vou fazer uma analogia entre o presidente do SINDELP e mefistofélico Jaburu. Na caminhada contra a corrupção promovida pela OAB, era visível nas imagens dos meios de comunicação, a presença do presidente do sindicato. E onde estaria o Jaburu? Nos encontros com os Ministros em Brasília, é visível nas imagens fotográficas a presença do presidente e a tira colo o Jaburu. Nas reuniões com os secretários regionais do governo Jatene, era visível a presença do Jaburu na sombra do presidente. Agora, na caminhada em favor da PEC 37, onde estaria Jaburu já que não fora visto na caterva. Estaria disfarçado com peruca de cabelos preto, chapéu e óculos escuro? Ou teria levado algum de seus rebentos ao médico? Ou fora tomado de algum desarranjo estomacal que não lhe permitia ficar longe do WC, seu local preferido de suas oratórias oposicionistas.
Vejam a diferença cristalina de quem luta verdadeiramente para melhoria de sua entidade e de seus pares, e de um oportunista que prima devido a seu mau caráter, pelo egoísmo, e não é a toa que muitos de seus pares quando ouvem seu nome de batismo exclamam raivosamente Canalha! Canalha! Canalha!

quinta-feira, 23 de maio de 2013

RESPEITEM O JORNALISMO
Os policiais que prendem qualquer pessoa, a primeira coisa que fazem e acionar a “imprensa”, para alardearem de que o preso é assassino, marginal, bandido, traficante e por ai a fora, e ainda usam banner da instituição para melhor aparecerem.  Porém, quando matam, roubam, ou praticam todos os tipos de crimes comuns e são processados e até presos em presídios comuns, esperneiam ao verem seus nomes publicados na IMPRENSA, e começam a vomitar que levarão as raias judiciais os jornalistas que divulgaram suas mazelas.
Ora! Todos são iguais perante a lei, e a IMPRENSA é a lei da informação, e o jornalista tem uma procuração pública para informar sem distinção.
O jornalista recebe da sociedade a missão de informar sobre tudo de relevante que esteja acontecendo na cidade, no estado, no País, no mundo, por conseguinte, como profissional, tenho o dever de publicar fatos de interesse público, e a prisão de um investigador, de delegado, escrivão ou PMs é assunto público, já que ele é que tem que prender e não ser preso pela pratica de crime comum, e se assim o for, passa a ser igual aos que ele prendeu, nos molde do Art. 5, inc. LVII da Constituição Federal de 1988- todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza... Nos termos seguintes: LVII - ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória. Ora, mas se alguém é preso em flagrante delito, é denunciado pelo Ministério Público e assim processado, já existe subsídios incomensuráveis para se comentar, criticar e expor tal desvio de conduta... CULPADO!
O jornalista só é importante na medida em que cumpre a missão de apurar e transmitir a informação que a sociedade precisa ter sem camuflagem da verdade, dos reais acontecimentos e fatos, não deve se promiscuir com bandidos institucionalizados, e ainda, pior que tudo, receber de policiais como gorjeta parte de butim, este, oriundo da extorsão, corrupções e até tomado na marra. Bem como, não deve se omitir em afirmar a verdade que presenciou e que tem conhecimento, especialmente documentado com peças públicas. O que a reportagem tem de mais relevante, policiais, porque não dizer: poliças; é a função do jornalista sem nódoa, que exerce, em nome do público: ele é o representante do público, é alguém do público que presencia, testemunha e depois relata, informa de maneira que a maioria das pessoas entenda de imediato, o que está lendo, como exemplo: POLICIAIS PRESOS EM FLAGRANTE.
Como bem asseverou o magnânimo Ministro Joaquim Barbosa: “A vida pública deve ser escrutinizada, controlada e vigiada pela IMPRENSA!”. (charge copiada de Jornalismo em debate).

quarta-feira, 22 de maio de 2013

REMOÇÃO DESPÓTICA
A políça sou eu...
A frase de abertura da postagem vem parafrasear o absolutista francês Luiz XIV, que dentro de sua megalomania exclamou certa vez: “O estado sou eu!”, este déspota como os outros que passaram pela história, teve e tem vários fãs que não tem menor escrúpulo em afrontar a lei para defender os seus interesses mesquinhos.
Uma das vitimas desses tiranetes contemporâneos foi o meu amigo investigador de Policia Civil Kleuston Macedo, que tirava plantão no DP Cabanagem, o qual em determinado plantão, teve seu parceiro convocado pela delegacia geral para participar de um curso no IESP. Ora, a lei 022/94 em seu artigo 62, alínea b, é cristalina quando esculpe que o policial poderá se afastar do exercício de sua função para participar de cursos no exterior ou qualquer localidade do País.
Assim sendo o buliçoso investigado chamou a atenção do absolutista delegado supervisor daquele DP, para que o mesmo acionasse um policial com o finco de tirar o plantão remunerado visando suprir a lacuna deixada por seu parceiro naquele plantão. Tendo o delegado supervisor ignorado a colaboração do investigador, que irresignado acionou o Diretor de Polícia Metropolitana, tendo o mesmo apoiado a opinião do inteligível investigador, ou seja, designou outro policial para o plantão com o mesmo, o que deixou furibundo o supervisor da Cabanagem, o qual,  aproveitou-se da vinda de um policial de outra delegacia para mandar em frente o investigador Kleuston, que ousou em ensinar a administrar uma delegacia de forma legal dentro dos ditames das leis. Diante do pau que quebra do lado mais fraco, o intrépido investigador, já a beira da senilidade, fora recambiado para prestar serviços nos mesmos moldes, na delegacia do Benguí, onde pouco mudou, a não ser a administração claudicante, que com certeza, disse o investigador Kleuston; “trará muitos problemas a diretora do DPM”. É de se lamentar que um servidor seja removido de uma delegacia para outra não por problemas disciplinares, e sim, por discordância ao autoritarismo reinante em pseudos austero.
Com expressão de preocupação, o investigador Kleuston fulminou a conversa: “Coitado dos meus companheiros; ou se ajoelham ou serão postos para escanteio... lamentavelmente!”. Como sempre, empresto meu pitaco: É Puro Assédio Moral. (charge copiada -gazeta esportiva).