quarta-feira, 5 de novembro de 2014

MESMO MODUS OPERANDI
PARA VINGANÇA DISFARÇADA
Longe de mim confrontar comentários, mas, vendo uma sensibilização pontual exacerbada com relação a não menos criminosa e covarde atuação de “policias” “militares” sem disciplina, e sendo eu um cidadão arraigado ao direito de manifestação dentro do “regime democrático”, este – o regime - sob a égide da canalhocracia da qual sou marginal, atrelo-me aos referidos comentários nesta trilha. Porém, como parte integrante do Judiciário que o sou, e jornalista de profissão, bem sei até por demais, que as leis não foram elaboradas por pessoas de sumo conhecimento jurídico, mas, para as beneficiá-las, e por conseguinte sancionadas por tais.

Prender e soltar são partes integrantes, e certamente o magistrado ao se lançar quanto soltar ou manter preso alguém, busca o conteúdo dos fatos.

Além do mais, não estamos em Chicago anos 30 e nem a lei de Talião está em voga... Não podemos nos basear no que os sangrentos noticiários expõe, pois são tendenciosos além dos fatos, na busca sôfrega de audiência, e na maioria das vezes consagrando como paladinos e eternos fantoches... Bandido tem que ser preso e responder por seus atos, e não ser EXECUTADO por policiais justiceiros, esses, que certamente não seguem a tão badalada – quando em greve PM, disciplina, sendo o maior de seus deveres deter os infratores das leis sem distinção... Agora, prender qualquer um para fazer mostra de trabalho e elevar estatísticas, é também um desvio de conduta.

Não estou defendendo bandido, mas, não posso assistir e compactuar com a frase de que "bandido bom é bandido morto", pois se assim pesarmos, guerrilheiro é um bandido, quem assalta e mata sozinho ou em bando também o é...Temos um exemplo gritante... A atuação é a mesma ROTAM/PATAM. E como sabido ou os desinformados saibam, que o PATAM, por agir do mesmo modo da atual ROTAM, fora extinto com os rigores das Leis, inclusive, com intervenção internacional, que fez mostra de que no Brasil existia uma Policia com ações baseadas na da famigerada Gestapo, uma parte da Polícia Secreta de Hitler na ocupação da França durante a 2ª Guerra mundial, e quando tinha um dos seus componentes morto pela resistência, agia assim também, para cada militar morto 20, 30 pessoas escolhidas nos bairros periféricos de Paris.

Faço a citação, tendo em vista que o “policial” morto e que dera a seqüência de assassinatos fora membro da referida corporação, além dos inúmeros posts nas redes sociais com sua imagem vangloriando-se da VINGANÇA, ele, o PM assassinado que tem um rosário de crimes.

Minha preocupação é que nessa onda de matar bandidos quantos inocentes tombarão? 

Além do desvio de informação levada a baila alegando guerra de facções criminosas. 

Ora! Guerra de facções criminosas? Deviam estes declarantes afirmarem dessa forma: CONDESCENDÊNCIA CRIMINOSA!


É de se perguntar: "Por que a Polícia quando toma conhecimento de um assassinato grita e faz maior estardalhaço pelos meios de comunicação que FORA ACERTO DE CONTAS? Mesmo alegando “acerto” nada faz! 

Continuo; Porquê quando registra-se a morte de um policial esse "lamentável" assassinato não é tido como ACERTO DE CONTAS? Visto que sabemos até por demais do envolvimento de "policiais" com a bandidagem agindo como tal, e o rosário do “policial” morto tem pedras a mais, SE FOSSE AO CONTRÁRIO, ALGUÉM COM O ROSÁRIO DO “POLICIAL”, LOGO VINHA: TINHA ENTRADA NA POLÍCIA, ANTECEDENTES CRIMINAIS, E POR AÍ VAI.

Sem acusações mas para os desinformados, o policial morto e que deu ênfase as demais mortes, estava na trilha da reforma e ESTARIA ligado àquele grupo preso em Icoaraci onde matavam a torto e a direita, estando tão somente preso um ex escoteiro, mesmo tendo se chegado ao comandante do grupo que inclusive assumiu cargo de relevância na segurança pública – Leia-se: CIOP!

Quanto a onde de boatos e amedrontamento da população, dar-se pelo fato dos meios de comunicação por seus desinformados membros aves de rapina em divulgarem notas sem nexo. (charge copiada).

segunda-feira, 3 de novembro de 2014


BRUXA SANGUINÁRIA
Por imperiosa necessidade no sábado tive que ir a uma delegacia de Polícia no interior do estado, e ao ser recebido com fidalguia pelo delegado que estava na delegacia, ressalte-se, chega de uma diligência uma equipe mista de policiais civis e militares, e dentre eles um veterano investigador, que já a beira da aposentação, continua longe da capital.

Passamos a conversar e trocar informes e comentar casos e causos acontecidos na seara policial civil, e dentre os inúmeros causos policiais, me vem o antigo policial e despacha esse para risos do delegado e outros dois policiais a mim apresentados.

Dizia o veterano investigador: “Certa vez o delegado supervisor de uma das delegacia da Região Metropolitana de Belém, não agüentando mais a desídia de uma equipe de plantonistas daquela delegacia, decidiu mandá-los fazer uma intimação a um elemento que vinha praticando furtos naquela circunscrição, e assim sendo, ordenou intimação do mesmo pela equipe desidiosa de plantonistas que era formada por uma delegada, uma investigadora, um investigador e um motorista policial, que furibundos com a ordem emanada, começaram a resmungar no caminho a casa do meliante, dizendo textualmente: “ Onde já se viu intimar ladrão”.

Essa crítica e outras partiam mais da investigadora que até os dias atuais encontra-se na ativa.

Chegando a residência do meliante a delegada com o investigador e investigadora foram até a mesma tendo o motorista ficado na viatura. Destoando da orientação dada pelo supervisor os mesmos sabendo da presença do meliante em sua residência, de comum acordo resolverem em vez de intimá-lo, a lhe darem voz de prisão para conduzi-lo até a delegacia, tendo o investigador ido para a parte dos fundos da residência e a delegada com a investigadora de arma em punho incumbidas de baterem à porta e agarrar o delinqüente.

Ao ser aberta à porta a investigadora com a delegada depararam com o meliante sentado em uma cadeira à mesa fazendo um lanche, incontinemente a investigadora repassou sua arma para a delegada e fora pra cima do meliante tentando algemá-lo, tendo o mesmo reagido a tentativa com a investigadora pedindo auxilio ao investigador que volteava a casa, e este, de forma atabalhoada deu um tiro para o alto com sua pistola 7.65 recém comprada pelo próprio investigador, que retornou pela frente em apoio a sua colega e delegada, e vendo que poderia manietar o elemento, levou sua arma a cintura por dentro da calça, com a mesma disparando.

Ao pressentir que tinha se ferido o investigador olhou para a porta da frente da casa e viu a delegada com a arma em punho, e aos berros exclamou: “Bruxa sanguinária, tu me atirastes! Socorro me acudam! Eu quero ver os meus filhos pela última vez! Estou a beira da morte! Atônitas, delegada e investigadora gritaram pelo motorista para socorrer o investigador, e a tudo assistido pelo meliante que não sabia, se ria ou fugia.

Socorrido na viatura policial o investigador continuou aos gritos: “Porque fizestes isso comigo bruxa sanguinária? O quê que eu te devo? E agora os meus filhos vão ficar órfãos bruxa? Me leva para ao menos vê-lo pela última vez! Faz isso bruxa! Minha colega investigadora dá voz de prisão pra essa bruxa sanguinária!”  

Chegando ao hospital para onde fora levado, o escandaloso investigador não parava de berrar dizendo pra todo mundo que ali se encontrava, e apontando para a delegada de que a mesma tentara matá-lo, e incontinente chamava de bruxa sanguinária fazendo com que todos ali tivessem compaixão e crise de risos.

Com a chegada do delegado supervisor para ver o que acontecera, passou o mesmo por constrangimento, pois o investigador ao vê-lo agarrou-se em sua mão e berrou: “Quero ver os meus filhos doutor, pela última vez, a bruxa sanguinária acabou com minha vida.”. Nesse ínterim chegou um médico para atendê-lo onde constatou que a bala que ferira o investigador não afetou nenhum órgão vital, e que a mesma apenas transfixou sua perna com mera lesão muscular, sem a necessidade de ato cirúrgico, com apenas tomadas de antibióticos e curativos local e afirmando o médico, de que logo logo o investigador poderia voltar as suas atividades normalmente.

Mais hilariante ainda, foi o constrangimento que passaram os policiais que ali estavam para lhes prestarem apoio e solidariedade, pensando que algo pior, haja vista o escândalo produzido pelo investigador pudesse acontecer.

Foi quando o médico ao perguntar o nome do mesmo, soube que no seu sobrenome, tinha VALENTE, o que ironicamente e sorrisinho na face disse: “Esse é o VALENTE? O que será que os covardes protagonizarão?

Nos procedimentos apuratórios tombados, ficou patente que o mesmo se atirará e caluniosamente acusara a delegada. Só não sendo punido, porque presenteara, com uísques, camarão especial, pirarucu, bacalhau e outras comezinhas a autoridade sindicante e, por conseguinte o próprio supervisor e a delegada que acusara, além das deslambidas desculpas e pelo amor de Deus!”


Esse é mais um dos causos policiais eternizado neste blog. 

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

AS VIÚVAS DE HELDER 
BARBALHO NA POLÍCIA CIVIL
Não faz muito tempo fiz postagem comentando que caso Helder Barbalho vencesse as eleições, alguns delegados de Polícia Civil vivendo no ostracismo, se assanhariam para assumir cargos de relevância dentro da instituição, até mesmo os aposentados ávidos por DAS, mesmo que na condição “de moleque de recado” ao molde de Barnabés de escritório de advocacia.

Acabado o primeiro turno com Helder Barbalho saindo-se vitorioso, as sobreviventes alfaiatarias de Belém, tiveram inúmeros pedidos de confecções de paletós, pois, as referidas “otoridades”, entre eles o Canalha mor da PC, davam como favas contadas a Vitória de Helder Barbalho também no segundo turno.

Desses delegados que se arvoravam a dá a volta por cima, um se destaca por não sair do tumulo, pois, não é raro a Rádio Cipó divulgar que o tal delegado encontrava-se no leito de morte, e que por milagre, dada vitória de Helder no primeiro turno, o mesmo foi visto praticando exercícios físicos em torno da Praça da República, que fica próximo a sua residência, tudo para espanto de inúmeras pessoas que viram naquilo uma ressurreição. É de se perguntar; Será que referido delegado já fora enterrado literalmente após a derrota de Helder Barbalho? Ou passou para o rol dos delegados viúvas do mesmo? Com a palavra, a comunidade da Rádio Cipó!

Este jornalista não se sente em momento algum feliz de postar matérias deste tipo, pois, penso que as instituições e seus integrantes sejam quem for, tem que ser intransigentemente de ESTADO, e não de GOVERNO. Isso serve também, a cúpula do atual e reeleito governo, para que o povo não seja iludido e tenha que votar em fictícios salvadores da Pátria, apelidados de paladinos, e neste mesmo espaço, venha repetir: Canalha! Canalha! Canalha!

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

DERAM COMO MORTO
MAS ESTÁ VIVO

Acusado por um manjado grupo de policiais civis, da prática de vários assaltos, um cidadão resolveu sair em fuga com medo de ser preso ou assassinado, tendo encontrado a razão de viver; Deus!

Logo, reconciliou-se convertendo-se e passou a seguir a doutrina cristã abandonando o mundo dos crimes por mais de três anos, sendo assíduo freqüentador dos cultos e atividades de sua igreja.

Com a saudade aumentada de seus familiares que inclusive desconheciam seu paradeiro, resolveu voltar a Belém, onde fora recebido com festa por familiares e os agora irmãos em Cristo.

Passado o período de férias preparou-se para retornar para onde residia, e para sua surpresa fora agarrado dentro do Terminal Rodoviário de Belém, pelo grupo de policiais civis que logo lhe deram aquelas boas vindas aos seus estilos e conduziram o cidadão até a presença de um dos delegados midiáticos, o qual não mediu palavras para pedir 30 mil reais para liberar o cidadão que não fora preso em flagrante ou contra o mesmo nada existia judicialmente, tendo o cidadão afirmado e provado que havia se regenerado e estava vivendo uma vida longe do crime, o que revoltou o torturador delegado, que logo sínica e covardemente soqueou o cidadão algemado, sua marca registrada, e com seus asseclas, conduziu o cidadão para uma das matas circunvizinhas a Belém e ali sem piedade desferiu 9 tiros no cidadão, que desfalecido, fora levado para o Hospital Metropolitano, e ali dando entrada já na condição de morto.

O delegado torturador por sua vez fez o que lhe é peculiar, registrou em “sua delegacia”, troca de tiros com um meliante baleado e socorrido.

Horas depois, o mesmo delegado em pessoa, volta ao hospital para saber do óbito, com a enfermeira lhe dizendo que restava pouco tempo para confirmar, saindo dali o torturador a se vangloriar por seus babadores de microfones e escribas de dez reais de que mais um criminoso havia tombado em confronto com ele, o delegado torturador.


Doze dias se passaram sem se saber da localização do cidadão, com os irmãos de credo empenhados em sua busca assim como familiares, até que no 13º dia o cidadão aparece em uma igreja evangélica todo esparadrapado e vivo, contando a história para um pastor que a tudo gravou – esse pastor é advogado, que logo promoveu a tomada de declaração do cidadão e fez DECLARAÇÃO PÚBLICA, estando o cidadão sob vigilância de órgãos estatais. Enquanto isso, o cidadão agora busca Justiça como deve ser feita, sem roubos a quem quer que seja, principalmente por agentes da lei, ou seja: criminosos institucionalizados. 
  (Charge copiada. Caso seja sua e queira receber os créditos ou deseje que a imagem seja retirada mande um email e será atendido prontamente!" lei de Direitos Autorais (Art. 13 da Lei n° 9.610 de 19 de fevereiro de 1998).     

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

FORA O GOVERNICHO

QUAL É O LIMITE ENTRE A NECESSIDADE E O DESESPERO?

No início do mês de maio deste ano, um boato levou milhares de pessoas em mais de 12 estados brasileiros aos postos e caixas eletrônicos da Caixa Econômica Federal.
A boataria era de que o famigerado e desregrado “Programa Bolsa Família” – Leia-se: Bolsa Voto; seria suspenso, o que ocasionou uma grande confusão e uma correria geral dos “beneficiários” desse tapa-olhos.

Necessidade ou desespero de ficar sem a estima quantia no fim do mês? Mas, os “governistas” PeTralheiros... ora,ora, desesperadamente preocupados, já que o tal programa conhecido como “Bolsa Voto”, afetou exatamente o curral eleitoral dos mesmos, o Norte e o Nordeste do País, e mais que preocupados, trataram de vir à publico desmentir o ocorrido e reafirmar suas generosidades com seus eleitores e serviçais quanto a “Bolsa Voto”. Estava lançada a candidatura da guerrilheira com o boato criado, quiçá, nas hostes PeTralheira, sua marca maior.

Além do aplicado boato de suspensão do “imoral programa” (a maioria dos beneficiários não merecem, pois tem renda empregatícia e alguns simplesmente para ficarem em suas casas planfetando pela internet em favor da mensalada), em resposta ao mesmo, foi divulgado também um bônus para as mães, o que movimentou muito mais o corre-corre as agências naqueles dias.

Mas é isso mesmo, o Brasil ainda precisa destes assistencialismos para garantir bons votos para o futuro, leia-se; tem que cumprir seu projeto de 08 anos de governicho, ou mais, quem sabe? Porém, não se chateiem, somos novinhos ainda, agora que completamos 500 e poucos anos, sempre sobre a égide de governículos, e agora, sob a batuta de uma governatriz de mãos sujas de sangue pelo terrorismo disfarçado de liberdade.


No domingo passado, 5 de outubro, os cidadãos de bem deste País tiveram a oportunidade de aniquilar as pretensões mensaleira, mas, Deus nos deu outra oportunidade para que daqui a 15 dias nos libertemos da canalhocracia votando: FORA DILMA!

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

CURRAL ELEITORAL
Em varias postagens e matérias editadas nos meios de comunicação onde exerço meu mister, tenho me manifestado de que a má distribuição de renda no Brasil é uma das causas principais para o aumento da miséria em nossa sociedade e que a cada ano isso se agrava, deixando a população menos favorecida a mercê de ações que, supostamente, justificam suas atitudes, como por exemplo, as ocupações desordenadas de áreas públicas ou privadas, as chamadas invasões comandadas por marginais aculeados com desregrados babadores de microfones, radialistas, jornalistas, policiais civis e militares, advogados, médicos e por partidos políticos, o que têm causado um grande desconforto para quem mora próximo a essas áreas a serem invadidas, o que logo torna visível o aumento da criminalidade, a falta de sossego pelas constantes proliferações de lixo, falta de energia elétrica pelo uso desordenado da iluminação, os chamados gatos, enfim, não estou aqui tendo um discurso elitista, já que todos têm o direito à moradia com dignidade a possuí-la, porém, não de forma criminosa e irregular, prejudicando quem a li já residia pelas proximidades, que paga seus impostos, e zela pelo bem estar e convívio harmônico. E vou um pouco mais longe, observem que estas ocupações irregulares se proliferam com a proximidade das eleições, já que é do interesse de pessoas de má índole, se enveredarem pela política, conseguindo uns bons votos de comunidades que surgem da má ocupação dos espaços sociais. É um prato cheio, ou um celeiro, que vai contribuir pra que estas pessoas que apóiam as invasões consigam um cargo no governo prometendo infra-estrutura aos invasores, o que na verdade é simplesmente o conto do paco safado dado por canalhas, canalhas e canalhas como diz um conhecido delegado de Polícia no Pará, Em resumo, esses apoiadores e incentivadores de invasões, candidatos a cargos eletivos, na busca da Disneylândia Parlameentar, já chegam aos parlamentos com PHD em roubalheira, trambicagens dos mais diversos moldes, além de um rosário de crimes comuns como, extorsão, tortura, assassinatos, desídia, má conduta profissional no uso do dinheiro público ou privado, e nessas eleições, vários são os Hildebrando Pascoal candidatos pelo nosso estado, um inclusive, já indicado como secretário de segurança pública caso seu padrinho HB se eleja, e se assim o for, o nosso estado deixará de ser o 4º pior nas estatísticas de homicídios e abiscoitando o 1º lugar.
 (Charge copiada. Caso seja sua e queira receber os créditos ou deseje que a imagem seja retirada mande um email e será atendido prontamente!" lei de Direitos Autorais (Art. 13 da Lei n° 9.610 de 19 de fevereiro de 1998)

quarta-feira, 1 de outubro de 2014


Promotora de Justiça Maria José Rossy
AINDA TEMOS PROMOTOR
 DE JUSTIÇA NO PARÁ

Em tempos de morosidade e processos encalhados e jogados às traças no Judiciário paraense, fez com que o Conselho Nacional de Justiça promovesse um mutirão para colocar em dias o andamento dos processos na área de Execuções Penais no estado, e dentre os escolhidos para tão árdua tarefa, esteve a representante do Ministério Público Paraense, Promotora de Justiça Maria José Rossy, diga-se de passagem, como de costume, deu uma aula de celeridade neste Mutirão Carcerário realizado nos dias 02/8/2014 A 04/09/2014, tendo neste período, se manifestado em nada menos do que 1535 processos, e tomado ciência em outros 312 autos, dos 1847 que lhe ficaram distribuídos, demonstrando que competência e vontade de trabalhar pode ser a solução para o problema da demora na agilização nos processos judiciais no Brasil.


A Promotora de Justiça Maria José Rossy, é um dos poucos Membros do Ministério Público, que realmente faz de seu cargo um sacerdócio, provando que o MP é uno, e deve como tal, atuar seja qual for a necessidade da sociedade na fiscalização das leis, e não, tão somente, ligado a designação de atuação. Estando a diligente e pulcra Fiscal das Leis, disposta a atender sem subterfúgios e descriminação social ou causa, qualquer cidadão que lhe procure, e sempre com solicitude faz valer sua missão, promovendo os atos necessários para solução do problema que lhe são apresentados, mesmo os que não estejam ligados diretamente a sua designação especifica nas Execuções Penais, e isso, tem o reconhecimento do Conselho Nacional de Justiça, da comunidade Forense e da sociedade.