terça-feira, 16 de novembro de 2010

BANCÁRIOS VIOLAM NOSSOS DIREITOS

Vivemos em uma sociedade onde o tempo é valioso. Qualquer minuto perdido pode significar um negócio não fechado, um emprego perdido. Infelizmente temos que nos adequar a ritmo acelerado da atualidade. Mas tem uma coisa que parece não ter evoluído tanto quanto deveria: a fila do banco.

Hoje em dia os bancos são referência de tecnologia. Caixa eletrônico, home banking, atendimento telefônico, débito automático e compras online já fazem parte do nosso dia-a-dia. Apesar de todas essas comodidades há alguns pagamentos e outros serviços que só podem ser feitos “na boca do caixa”.
È aí que começa nosso pesadelo.

Dificilmente não encontramos uma fila. O pior é que quase sempre a fila é grande. Mas por que isso acontece? Será que diante de tanta tecnologia disponível não há como destinar funcionários para atender os clientes? O problema é generalizado e atinge a todo o país.

Um e-mail que circula na internet afirma que, se solicitamos a senha com data e horário da entrada na fila, como num passe de mágica, diversos caixas começam a atender o público e a fila desaparece rapidinho.

Depois que o cliente que pediu a senha é atendido, tudo volta ao que estava antes e a fila se forma de novo.
Independente da veracidade das informações que constam nesse e-mail, o fato é que temos que prestar atenção nessa situação.

Diversas cidades já tomaram a iniciativa de regulamentar à questão e estipularam tempos máximos de espera na fila. Em Belém, por exemplo, a lei municipal 8020/2005 determina que o tempo máximo de atendimento em dias normais é de 20 minutos e na véspera e depois de feriados prolongados, dias de pagamento de funcionários públicos e de vencimento de conta de concessionárias de serviços públicos é de 30 minutos.

Uma Liminar judicial obtida pelos ministérios público federais e estadual, em dezembro de 2006, obriga os bancos a cumprirem as Leis Municipais e em especial a belemense 8020/2005, que segue os moldes do projeto de Lei já transformado em tal, de autoria do deputado Carlos Minc, que determina que, em qualquer agência bancária no Brasil, o cliente não pode esperar mais do que 20 minutos na fila de um caixa, em dias normais, e 30 minutos, em véspera e depois de feriados.

Os bancos são obrigados a fornecer ao usuário, assim que ele entrar na agência, uma senha contendo a data e o horário de chegada e do atendimento. Este registro permite reclamação no PROCON ou uma ação judicial contra o banco.

Portanto, ao entrar no banco e ver uma fila peça sua senha, exerça o seu direito. As leis criadas por nossos legisladores visam nosso bem-estar e existem para serem cumpridas.

Vamos fazer valer nossos direitos de cidadãos, como bem destaca a professora Marlene Salgado de Oliveira mestre em Educação pela UFF, doutoranda em Educação pela UNED (Espanha) e membro de diversas organizações nacionais e internacionais.

Seguindo esse ensinamento, devemos clientes obrigados do BANPARA, a coibir os desrespeitos praticados pelos seus caixas em especial no posto de serviço do Fórum Cível de Belém, onde uma senhora responsável pelo posto, age com despotismo.


domingo, 14 de novembro de 2010



Perseguição institucionalizada chega ao fim
A demissão de um servidor do Tribunal de Justiça do Pará (TJ-PA), alvo da perseguição de um desembargador, julgada improcedente na via administrativa e judicial, nesta última chega ao seu capítulo final
Depois de onze anos dos efeitos de um assédio moral, a espécie de tortura institucionalizada, como bem se referiu de certa feita a desembargadora Marta Inês Antunes, acabou!
Mas, quem vai pagar por esses onze anos de tensão, de tortura psicológica? 
Impossível a reparação do dano moral, pois não existe cirurgia plástica para a alma, para extrair as cicatrizes decorrentes de feridas profundas produzidas pelo constrangimento perpetrado, fruto do ranço, do preconceito, do caráter sórdido de alguém que deteve o poder em suas mãos, mais precisamente o Poder Judiciário que existe para promover a justiça entre os homens!
Mas, eis que vem o consolo: como tudo passa, os déspotas também passam, para afundarem no mar da solidão e depois sumirem na poeira da insignificância.
Quem ainda não ouviu sobre Hitler, Mussolini, Stalin, Sadam Hussein, Pinochet, com um epílogo sombrio?
O sonho do humilde, mas honrado, pobre, mas digno, simples, mas dedicado guarda judiciário Antonio Walderlceydes de Lima Magalhães, vê-se concretizar na adaptada frase: “Ainda há juízes neste país”!
Este texto desabafo está relacionado à perseguição desumana e mórbida perpetrada contra este cidadão enquanto guarda judiciário por um desembargador do TJ-PA, hoje aposentado, José Alberto Soares Maia e sua trupe.
Maia, como era mais conhecido, desonrou várias vezes a toga de magistrado que vestiu, como quando se apropriou dos bens de um cidadão português (esta é uma situação que será esmiuçada em outra oportunidade).
E o mais incongruente desse comportamento venal é que chegou à magistratura vindo do Ministério Público, através do quinto constitucional (aquela quinta parte dos tribunais ocupada por representantes da OAB e Ministério Público).
Porém, Maia não assimilou os mandamentos constitucionais de que o fiscal da lei, entre tantos deveres e funções, incumbe a defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis.
Essas incumbências foram olvidadas por Maia, tudo isso porque um dia este cidadão, no desempenho de suas atribuições funcionais ao conduzir uma senhora que sofrera um desmaio nas dependências do fórum até a sala do serviço médico do TJ, chefiado por uma médica filha de Maia, diante de insistente preocupação para atendimento a um ser humano e a má vontade da esculápia, preocupado ainda com a repercussão que esse desvelo profissional pudesse produzir diante da falta de prestação de socorro médico nas dependências do templo da Justiça, desentendeu-se com a médica.
E esse desentendimento de irrelevante proporção, resultou em fuxico ao papai desembargador.
A partir de então aquele que fora fiscal da lei passou a agir como um desalmado capitão-do-mato na perseguição e captura de escravos.
O servidor que desagradara a filha do desembargador passou a ser monitorado, a ter seus passos seguidos. Até que um dia, uma situação foi fabricada.
Este cidadão, então servidor, adoeceu e obteve licença de saúde, quando então foi submetido a uma Junta Médica, em observância ao Regime Jurídico Único (Lei 5.810/94), à época sob a chancela do então Ipasep.
Foi então que Maia viu ali a chance de perpetrar sua asquerosa vingança, tendo então, ao arrepio da lei, chegado a “constituir” uma Junta Médica no TJ, para submeter o então servidor à sua vontade.
Dessa situação originou-se um processo administrativo disciplinar (PAD) contra este então servidor, processo esse que foi declarado nulo, através de decisão judicial em Mandado de Segurança que foi impetrado.
E mesmo assim o malfadado processo seguiu seu indevido curso, evidentemente com a interferência de Maia, com seu desfecho já na administração do desembargador Milton Nobre, que apesar dos argumentos de fato e de direito apresentados pelo então servidor acusado, em inobservância a decisão judicial de primeiro grau, decretou a absurda demissão.
Apresentado pedido de reconsideração não foi aceito!
E em grau de recurso na via administrativa, seus colegas desembargadores, no Conselho da magistratura, decidiram em reformar a decisão administrativa, resultando em meu retorno ao cargo.
Mas, o processo judicial (Mandado de Segurança), haja vista o compulsório duplo grau de jurisdição, prosseguiu seu curso, tendo a decisão do juízo monocrático sido confirmada nas demais instâncias, até que por último o STJ negou provimento ao Agravo Regimental no Agravo de Instrumento Nº 950.631/PA (2007/0217387-0) interposto pelo Estado, mantida referida decisão no STF (AI 681012) através do Ministro Ricardo Lewandowski.

Portanto, os intentos de Maia, adotados por um de seus pares, o desembargador Milton Nobre, então presidente, atual Conselheiro Nacional de Justiça, autor da portaria demissionária, passando por cima das decisões judiciais favoráveis ao servidor, ruíram, caíram por terra, prevalecendo a reintegração do servidor ao cargo.
Fez-se, portanto, a salutar e soberana justiça!

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

 

Crimes Ambientais

São considerados crimes ambientais, toda e qualquer ação que causar poluição de qualquer natureza que resulte ou possa resultar em danos à saúde ou que provoque a mortandade de animais ou a destruição significativa da flora. Enquadram-se nesses casos: Tornar uma área, urbana ou rural, imprópria para ocupação humana. Causar poluição atmosférica que provoque a retirada, ainda que momentânea, dos habitantes das áreas afetadas, ou que cause danos diretos à saúde da população. Causar poluição hídrica que torne necessária a interrupção do abastecimento público de água de uma comunidade. Dificultar ou impedir o uso público das praias. Lançar resíduos sólidos, líquidos ou gasosos ou detritos, óleos ou substâncias oleosas em desacordo com as exigências estabelecidas em leis ou regulamentos. Deixar de adotar, quando assim o exigir a autoridade competente, medidas de precaução em caso de risco de dano ambiental grave ou irreversível.


 
Forasteiros invadem Cachoeira do Ararí

A localidade conhecida por Monteiro no município de Cachoeira do Arari, sempre foi conhecida como área ambiental, existindo ali parte de floresta nativa intacta, o que era orgulho para povo daquele município.
Seu proprietário Augustinho Monteiro, sem condições de tocar em frente o projeto que havia idealizado e enganado por forasteiros de Goiás fez a venda das terras, com a promessa que ali não seria desmatado nada, e ser erigido um parque ambiental com criação de animais silvestres.
Ledo engano, os forasteiros que já vinham fugindo de índios na área de Roraima, meteram os tratores e destruíram tudo, para revolta da população que chegou a invadir a área para a destruição. Havendo revoltas em Cachoeira com passeatas e outros protestos público.
Não podendo ficar alheio aos acontecimentos, o Judiciário entrou em ação, determinando a citação dos forasteiros goianos, os quais não deram a mínima, e estão novamente sendo intimados a comparecerem em juízo para justificarem a posse das terras legalmente, além de outras que já invadiram naquele município onde chegaram alegando que a maioria das terras lhes pertence.
Os órgãos responsáveis pelo meio ambiente estão vendados para o caso, que deve levar a conseqüências gravíssimas haja vista o desejo da população local em não admitir o desmatamento e as invasões de terras perpetradas pelos forasteiros de Goiás que querem transformar aquela área em plantação de arroz.
Na s próximas postagens, fotos do desmatamento e dois grileiros, que até de morte já ameaçaram os moradores do Arari.
Com a palavra o intrépido Promotor de Justiça Benedito Wilson Sá...Esqueça um pouco o falido Clube do Remo e atue neste caso que é de necessidade pública.


 Carauá a planta de ouro

A fibra de “carauá” (Neoglaziovia sp.), uma espécie de bromélia da Amazônia, já é usada na fabricação de plásticos reforçados, que podem ser utilizados em peças e equipamentos de automóveis e eletroeletrônicos. Além de ser mais barata que a fibra de vidro, exige menos energia para ser processada. Essa planta está sendo esquecida pelas autoridades do Pará, que anda como caranguejo, já que nenhum investimento é feito para a reprodução da planta ouro como está sendo chamado no Sul, Sudeste e centro Oeste do País, que ainda não planta dado o clima desfavorável. Por incrível que pareça em todo o estado somente na região do Tapajós, 80 hectares estão produzindo renda, enquanto, no Município de Dom Eliseu, 900 hectares já estão em plena produção com agricultores da região fazendo um trabalho de parceria com os proprietários das terras onde está sendo cultivado o carauá. Porém, com a ameaça dos miseráveis invasores de terras comandados por políticos como a truculenta vereadora Maria de Souza Amorim (vulgo “Cinélia” que se diz afilhada de Jader Barbalho),e do não menos atrabiliário vereador do PT, Daniel Ferreira de Andrade (vulgo, “Daniel Contador”), o que é uma vergonha, já que o Judiciário foi acionado e nada faz, assim como o Ministério Público através de sua Promotoria de Meio Ambiente. Várias montadoras de veículos e até do ramo da construção civil já estão usando o carauá.
O proprietário da área de plantação John   Weaver    Davis,   Jr., disse a nossa reportagem, que: “a proposta de plantio do carauá, é para que as gerações do futuro longínquo, também, participem do bem que hoje nos atende. Para a racionalidade e sustentabilidade que darão alcance até aquelas gerações, propomos o sistema denominado, VISTA VERDE, de diversas culturas complementárias e consorciado ao reflorestamento, duma diversidade máxima de espécies nativas selecionadas por produzir algo comercial, que não requer a retirada da árvore. Este Sistema Agro-Florestal atende não apenas aos parâmetros econômico-ecológicos de Dom Eliseu, como atende, também, ao social numa reforma agrária participativa, pacífica e próspera. Aguardem Matéria completa na próxima edição.
                                                   
 

Os normais do concurso C 47 da PC

O concurso C-47 da Polícia Civil parece que nasceu sob o vaticínio da tragédia. Lembra um avião da FAB que constantemente caia e fez muitas vítimas na Amazônia. E o concurso C-47 também é como aquele ultrapassado avião, tem muitas seqüelas. Iniciou com inúmeros aspirantes a delegado de polícia Civil inscritos  e que aprovados na prova escrita ao serem submetidos ao exame psicotécnico muitos foram eliminados, os quais inconformados, ingressaram com ações judiciais, obtendo inicialmente medidas liminares para cursar a Academia de Polícia e para serem nomeados. Posteriormente, no julgamento do mérito, obtiveram os reprovados no psicotécnico a segurança pleiteada. Interessante que na Academia eles formavam um cordão usando um bordão do programa Chico City "eu sou normal" ou então "nós semo doido, mas não semo burro". O Estado, através da sua Procuradoria Geral, recorreu ao STJ, onde a decisão do TJ-PA foi reformada, determinando a exoneração dos "normais". Os já delegados inaptos psicologicamente intentaram novos recursos, indo a matéria findar no STF que fulminou a pretensão dos "normais". Até hoje não se sabe o porquê desses delegados ainda estarem em atividade e nem a zelosa Procuradoria Geral, bem como o Ministério Público, não moveram uma palha para cumprir essa decisão do pretório excelso. Dentre esses delegados estão Ambrósio Pereira, o "Pereirão", atual assessor, pasmem, do secretário de segurança pública Geraldo Araújo. O ex pasmem, delegado-geral, ex-diretor da DRCO, ex-diretor da DEMA, Gilvandro Furtado e o ex-diretor de Polícia Metropolitana do governo passado, que enxertou as delegacias periféricas de presos de Justiça, Rui Romão, todos teriam sido reprovados no exame psicológico. A ação foi encabeçada por Adilson Viana Soares, que como se fala, esteve recentemente atacado pela síndrome do pânico. Faz sentido né ? O C47 foi chamado por um dos delegados do atual alto escalão da PC: "Esse concurso foi um verdadeiro arrastão (no sentido de pescaria) apanhou, além de raros peixes de primeira, bacus, traíras, tamuatás, piranhas, jejus, cachorrinhos-de-padre, baiacus e toda sorte de criaturas”.


 
Mais uma advertência do CNJ ao TJE Pa
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu conhecer, com base em jurisprudência do Supremo Tribunal Federal (STF) e do próprio CNJ, o Procedimento de Controle Administrativo interposto por Roberto Monteiro Pimentel, questionando a mudança das regras do edital durante o concurso público do Tribunal de Justiça do Estado do Pará para a área de taquigrafia. A decisão anulou os itens que permitiam a convocação para a prova prática de taquigrafia, até a 30ª posição de classificação. A decisão do CNJ vai ao encontro da Recomendação expedida pelo Ministério Público do Estado, por meio dos Promotores de Justiça Jorge de Mendonça Rocha e Firmino Araújo de Matos, à comissão do concurso. No documento foi recomendado ao Presidente da Comissão do Concurso Público do Tribunal de Justiça do Estado, o recém promovido desembargador Ronaldo Valle, para que fosse observada a regra do edital que previa a disputa para as cinco vagas do concurso ao cargo de Analista Judiciário, especialidade taquigrafia, somente entre quinze primeiros aprovados na prova objetiva.




quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Recebi a seguinte frase a respeito da exoneração de dois delegados:
"O chefe de Polícia pelo telefone manda me avisar...".
Constrangimento ilegal
Tramita na Câmara o Projeto de Lei 4548 /08, do deputado Edson Duarte (PV-BA), que extingue o crime de desacato a funcionário público no exercício da função ou em razão dela.

A proposta revoga artigo do Código Penal (Decreto-Lei 2.848 /40), que atualmente estabelece pena de detenção de seis meses a dois anos, ou multa, para esse crime.
A tipificação do crime de desacato tem servido para intimidar pessoas nas repartições públicas, onde são fixadas placas com alertas para a prática e suas conseqüências jurídicas.
A existência desse tipo penal contribui para um mau atendimento, por parte dos servidores públicos, que se escondem por trás desta previsão, que os resguardam de reclamações dos usuários de tais serviços.
É comum também o servidor público usar não só de um atendimento ruim, mas também de palavras grosseiras e intimidações contra pessoas que procuram atendimento no serviço público, e estas se sentem amedrontadas em reclamarem, pois podem sair do recinto público conduzido a uma delegacia de polícia e ali ser execrado, como acontece diuturnamente nestes pardieiros.
É apropriado abolir o desacato, para que usuários dos serviços possam exigir mais respeito e possam fazer críticas, sugestões ou reclamações relativas à qualidade do atendimento, que é uma porcaria, basta ir ao Renato Chaves, aonde as pessoas chegam moribundas e ainda são escorraçados pelos próprios médicos.
Seria de bom alvitre a supressão da infração penal do art. 331 do Código Penal, por ser objeto de intimidação e coerção por parte de inúmeros agentes públicos, que fazem mal uso da função lhes delegada. O crime de desacato privilegia somente o servidor público contra o seu pseudo ofensor, mas não permite ao usuário do serviço público a mesma proteção contra os maus servidores, em especial os ligados a segurança pública.
Tem se tornado comum queixas e reclamações contra funcionários públicos, especialmente do âmbito estadual quanto à falta de educação e grosseria no tratamento ao público, muitas das vezes esses servidores estão ao telefone papeando sobre novela, marcando encontros ou a frente do computador viajando nas redes de relacionamento, e ao serem solicitados ficam enraivecidos, provocando a reação natural do usuário que passa a ser acusado.
A maioria das pessoas, por medo de represália e para não se expor, preferem ficar no silêncio. Mas esse tipo de abuso por parte do funcionário público é passível de punições com base na Lei 5810/94 em seu Art. 177, 178, 179, 180 e 181, na esfera administrativa, penalmente responderia as sanções no mínimo, do Art. 140 do Código Penal, e pode render até mesmo, ação por danos morais. Atender bem o cidadão não é mais do que obrigação do funcionário público. Aliás, é dever.
Se você que foi maltratado por um servidor publico não sabe o que fazer, procure o Ministério Público e apresente sua reclamação, que serve inclusive para seus membros chamados Procuradores e Promotores de Justiça, assim como para juízes, delegados e outros megalomaníacos e ególatras que mamam nas tetas do contribuinte.
Qualquer pessoa que presta um serviço público tem obrigação de atender bem as pessoas, assim como, a pessoa que recebe o serviço tem a obrigação de ser educado. Caso um cidadão comum seja mal tratado por qualquer servidor público, entenda-se: juízes, promotores, delegados e etc., ele pode entrar com ações judiciais e administrativas contra esses, até porque, ainda há juízes no Pará.
Desse modo, havendo revide por parte do cidadão contra as arbitrariedades ultrajantes à sua honra, protagonizadas por funcionário público, o magistrado poderá evocar o preconizado no parágrafo 1º, incisos I e II, do art. 140 do Código Penal, qual seja, o juiz poderá deixar de aplicar a pena quando o ofendido, de forma reprovável, provocou diretamente a injúria, bem como no caso de retorsão imediata, que consista em outra injúria” orienta o advogado Artur Carlos Silva.
Resposta aos covardes mascarados

Vários “policiais” ligados a Corregedoria de policia civil, - diziam-se, talvez não querendo mostrar a cara, ligaram para nossos telefones 88875113 – 8144041, pedindo veracidade das informações contidas em nosso Blog, não sendo este jornalista obrigado a informar a fonte, principalmente para mascarados, um direito constitucional e legal dentro do estado de direito e de livre expressão. Porém, para aqueles anônimos perguntadores, certamente bronqueados, transcrevemos alguns documentos oficiais de onde também tiramos nossas conclusões após receber-mos as informações de nossas fontes, todas de alto nível:
 DIÁRIO OFICIAL Nº. 31581 de 08/01/2010PORTARIA Nº 1347/09 - GAB/CORREGEPOL de 28/12/2009 Número de Publicação: 59343CONSIDERANDO: a necessidade de apurar responsabilidades, face Ofício nº 949/09/MP-3. PJDH, que encaminha denúncia da Srª. MARIA ONÉLIA DO CARMO NUNES, relatando que sua casa foi invadida por policiais civis, sob o comando do DPC ÉDER MAURO, os quais reviraram a residência e conduziram seus netos, RODRIGO e AILTON, que foram agredidos fisicamente, além de ter desaparecido de seu guarda-roupa determinada importância em dinheiro, fato ocorrido em 28/02/09; CONSIDERANDO: que denúncias dessa natureza devem ser apuradas, visando o completo esclarecimento dos fatos comunicados. RESOLVE: Determinar a instauração de Apuração Administrativa Interna, sob a presidência do (a) Delegado (a) abaixo, para que no prazo de 30 (trinta) dias proceda à apuração. DPC - TANIA MARA DE MIRANDA ARAUJO - Lotação - Corregedoria (Div. de Disciplina) À Divisão de Disciplina e à Diretoria de Administração, para as providências de alçada. REGISTRE-SE, PUBLIQUE-SE E CUMPRA-SE ELIZABETE SANTA ROSA FARIAS DOS SANTO DIÁRIO OFICIAL Nº. 31581 de 08/01/2010 PORTARIA Nº 1330/09 - GAB/CORREGEPOL de 22/12/2009 Número de Publicação: 59297 CONSIDERANDO: a necessidade de apurar responsabilidades, face Ofício nº 2085/09-2ª SUSB, comunicando que a DPC PATRÍCIA MIRALHA LEANDRO, foi vítima de roubo e teve subtraída a arma tipo pistola, cal. 40, série SZA 8403, patrimônio da Polícia Civil sob o nº 18419, a qual lhe era cautelada, fato ocorrido em 02/12/09; CONSIDERANDO: que denúncias dessa natureza devem ser apuradas, visando o completo esclarecimento dos fatos comunicados. RESOLVE: Determinar a instauração de Apuração Administrativa Interna, sob a presidência do (a) Delegado (a) abaixo, para que no prazo de 30 (trinta) dias proceda a apuração. DPC - ROSALINA DO SOCORRO DOS SANTOS A. RODRIGUES - Lotação - Corregedoria À Divisão de Disciplina e à Diretoria de Administração, para as providências de alçada. REGISTRE-SE, PUBLIQUE-SE E CUMPRA-SEELIZABETE SANTA ROSA FARIAS DOS SANTOS Corregedora Geral da Polícia Civil DIÁRIO OFICIAL Nº. 31581 de 08/01/2010PORTARIA Nº 1351/09 - GAB/CORREGEPOL de 29/12/2009 Número de Publicação: 59351CONSIDERANDO: a necessidade de apurar a denúncia formulada pela EPC ALESSANDRA HELENA PERDIGÃO DE MORAES DIAS, em defesa escrita nos autos da AAI nº 0466/08, onde relata que a DPC HILDENÊ MORAES FALQUETO, presidente do Flagrante de nº 76/2009.000154-8, não acompanhou a confecção do referido procedimento; CONSIDERANDO: que denúncias dessa natureza devem ser apuradas, visando o completo esclarecimento dos fatos comunicados. RESOLVE: Determinar a instauração de Apuração Administrativa Interna, sob a presidência do(a) Delegado(a) abaixo, para que no prazo de 30 (trinta) dias proceda a apuração.DPC - MARCUS VENICIUS S.S.NASCIMENTO - Lotação - Castanhal (Corregedoria)À Divisão de Disciplina e à Diretoria de Administração, para as providências de alçada.REGISTRE-SE, PUBLIQUE-SE E CUMPRA-SEELIZABETE SANTA ROSA FARIAS DOS SANTOS Corregedora Geral da Polícia Civil. Diante disso, resta a este jornalista, saber as conclusões destas apurações, e assim, instar o Ministério Público, o mesmo que só quer saber de atacar os amassadores de açaí e comandar prisões de camelôs, que fiscalizem também essa podridão da Polícia Civil. Respondido seus mascarados?
Alan Sales, o delegado imexível
No dia 14 de maio de 2009 o Diário Oficial publicou a Portaria nº 220/2209 do Delegado Geral da Polícia Civil, Raimundo Benassuly Maués Junior, cedendo o delegado Alan Dionísio Souza Leão de Sales, mais conhecido como Alan Sales, à Prefeitura Municipal de Belém a contar de 03 de janeiro de 2009. Interessante que Alan Sales está há mais de cinco anos fora das atividades policiais, desempenhando as funções de pregoeiro, leiloeiro e presidente da Comissão Permanente de Licitação do governo de Duciomar Costa. E esta afirmativa se constata através de publicações de seus atos no Diário Oficial do Estado, desde o ano de 2004. O delegado Alan, que antes de entrar para a Polícia Civil em 2000, era funcionário do Tribunal de Contas, onde assessorava seu pai o auditor Tadeu Sales, começou a carreira policial em Capanema e logo depois ocupou o cargo de Superintendente da Zona Bragantina, com sede naquele município, e dali veio a capital para assumir o cobiçado cargo de diretor de Administração da Polícia Civil durante o governo tucano. E quatro anos depois, por injunções políticas, Alan foi colocado à disposição da prefeitura de Dudu. No início do governo de Ana Júlia esta baixou um decreto para que todo mundo que estava cedido voltasse a sua repartição de origem, mas Alan Sales permaneceu “esquecido” na prefeitura de Belém. Benassuly já novamente delegado-geral, não sabe o porquê tentou “resgatar” Alan Sales, chegando a mandar abrir uma folha de freqüência. Mas, Alan, que regularmente passa fins de semana em Orlando, na Flórida, consertador das finanças de Dudu, se virou e se manteve pregoeiro dos leilões do atual alcaide. Parece que sua estada no lugar que agora legalmente se encontra era clandestina, podendo ser argüido como ilegais seus atos anteriores. Enquanto isso Benassuly teve que engolir mais essa injunção política.

Benassuly cospe no prato que comeu
Raimundo Maçaranduba Benassuly Maués Junior, atual Delegado-Geral, já está na história da Polícia Civil do Pará, detentor de vários recordes. É o único chefe de Polícia que retornou ao cargo um ano após ter sido exonerado. Também é o único delegado geral a ostentar o título de “tridébil” (débil emocional, débil funcional e débil social) aplicado pela jornalista Dora Kramer. É o primeiro e único presidente de sindicato de Delegados de Polícia que chefia a Polícia Civil durante seu mandato classista. É o único delegado a presidir as duas entidades (sindicato e associação). Com todo esse currículo Maçaranduba se voltou contra a diretoria do sindicato do qual é presidente licenciado, suspendendo a licença que fora concedida por imperativo legal a um dos integrantes de sua diretoria executiva, o delegado Nilton Athayde, ex-corregedor geral e ex-delegado geral adjunto, fruto de seu aborrecimento ao ser questionado pelo dito sindicato sobre a remoção do interior para capital de delegados em estágio probatório. Com a manifesta intenção de manipular seus subordinados, atropelando a lei, Maçaranduba fez essas remoções e ainda nomeou os apadrinhados diretores de seccionais urbanas na capital. A questão são os atos ilegais do delegado geral dublê de sindicalista, remover para a capital delegados recém-nomeados, contrariando a lei, em detrimento de delegados mais antigos, com mais de dez anos, que ainda não conseguiram ser removidos a Belém, desprestigiando a própria Lei Orgânica da Polícia Civil, assim como, viabilizar suas nomeações para cargos em comissão, o que também proíbe a mesma lei. Quando estava sindicalista Benassuly deve ter tomado algumas atitudes que desagradaram a chefia da Polícia Civil, mas não sofreu nenhum tipo de retaliação. Agora cospe no prato em que comeu, tentando aniquilar seus colegas sindicalistas. Queres conhecer o homem, dá-lhe o poder, como disse um grande pensador.
Tridébil quer acabar com o nível superior
O delegado-geral Raimundo Benassuly Maçaranduba, denominado de tridébil pela jornalista Dora Kramer, anunciou recentemente mudança na lei orgânica da Polícia Civil, pretendendo acabar com a exigência de nível superior para os ocupantes dos cargos de investigador, escrivão e papiloscopista, voltando a exigir o nível médio. Pois no pensamento de tridébil ficará mais difícil para as autoridades policiais impor seu autoritarismo e assédio moral sob a categoria do baixo clero, é também de tridébil verve que seja novamente criado o cargo de comissário de polícia civil, para que os delegados mauricinhos não sejam obrigados a trabalharem em delegacia tipo Aura, Jarderlâmdia, Cabanagem, Benguí e etc. Atendendo uma clientela esfarrapada como eles consideram os periféricos. Até porque, terão que gastar com aquisição de álcool, luvas, mascara cirúrgico, botas para não se verem contaminados pela ralé dita por eles e por um delegado aposentado hoje morando em um edifício em cima de uma vala a céu aberto no centro de Belém. Essa idéia deixou a categoria revoltada. Bena, em sua tridebialidade entende que a exigência de nível superior para os candidatos ao concurso público para preenchimento dos cargos dessas categorias possibilita que os aprovados mais tarde venham migrar para outros cargos, também de nível superior, em outros órgãos, esvaziando a Polícia Civil. Se essa mudança for concretizada, a categoria irá perder a gratificação de nível superior, de 80% sobre os vencimentos que atualmente percebe. O sindicato da categoria entende que essa idéia é um retrocesso e promete lutar para que essa tridebialidade não vingue.




quarta-feira, 10 de novembro de 2010



Demissão por telefone
Ei,  Mané, o patrão mandou dizer que a partir de agora tu não podes mais marcar jogo para a banca”, diria um lambaio do contraventor do jogo-do-bicho ao telefone para dispensar um cambista.
E foi mais ou menos dessa forma que o delegado geral da Polícia Civil, Raimundo Benassuly, mandou dispensar o delegado João Bosco da direção da Divisão de Repressão ao Crime Organizado (DRCO). Aquele que se acha um reizinho, nos estertores de sua malfadada gestão agiu com falta de respeito e consideração a um colega seu.
O desencontro de informações quanto à saída dos delegados Paulo Tamer e João Bosco de seus cargos de direção na Polícia Civil é uma pequena demonstração do caos que viveu e ainda vive o órgão policial na decadente administração de Raimundo Massaranduba Benassuly, com os dias contados para rasgar do cargo que ocupou imerecidamente.
João Bosco foi dispensado como se cancela um pedido de pizza por telefone. Mas, não se pode esperar muito de alguém que foi sacado a primeira vez do cargo que ocupa por falar asneira perante a comissão de direitos humanos do Senado, retornando um ano depois sabe lá por que.
Ainda ecoará por muitos anos as declarações descabidas de Raimundo Benassuly, quando, provavelmente deslumbrado com o ambiente do Senado, diagnosticou de débil mental a adolescente que permaneceu presa por vários dias em uma cela com mais de vinte homens, criminosos de alta periculosidade, sofrendo toda sorte de abusos sexuais.
Benassuly, que não é médico, nem enfermeiro e sequer foi vigia em clínica psiquiátrica, diagnosticou a debilidade mental da jovem ao proferir esta pérola: “certamente tem alguma debilidade mental porque em nenhum momento informou ser menor de idade”.
Um pouco mais que uma dúzia de palavras envergonhou seus conterrâneos e colegas de profissão país afora, principalmente porque chefiava um órgão de segurança pública, demonstrando em rede nacional tratar-se de alguém tão desprovido de sensatez, que levou a jornalista Dora Kramer a rotulá-lo de débil emocional, débil social e débil funcional.
Alguém com este tipo de concepção de psicólogo de botequim e filósofo de feira, nunca mais deveria chefiar coisa alguma coisa na Polícia Civil.
Em um país preocupado com o bem estar e a segurança de seus cidadãos, o psiquiatra de araque, autor de uma monumental asneira que nem o abestado Tiririca seria capaz, teria sido readaptado a uma atividade que não precisasse mais falar, como distribuidor de livros em uma biblioteca pública, onde pudesse ler e ficar com a matraca fechada.

Síndrome de Estocolmo
Depois de ter sido mantido refém por vários facínoras custodiados na Delegacia da Cabanagem, numa fuga ali realizada, um investigador de Polícia já quase cinqüentão, na faixa etária que alguns homens relutam em fazer o exame “Papa Nicolau” (próstata), que tirava plantão em turno 24 por 72 horas de folga, surpreendentemente passou a tirar plantão de 24 por 24 horas de folga, submetido ao mesmo rigor de antes, na guarda de presos de Justiça. Andam falando que o tira no tempo que passou refém adquiriu um relacionamento afetivo que o leva a diminuir seu tempo de folga para passar mais tempo com os presos, provavelmente com medo de retaliação ou violência ao se deparar com os mesmos na via pública. Pelo que se ver, o investigador copiou o sexagenário Armando Mourão, o qual, quando comissário de polícia, teve a mesma síndrome, indo além, mudou-se para a delegacia do Guamá com rede, lençol e etc, e ali residiu enquanto os presos não foram liberados pela Justiça através de ordem do saudoso desembargador Calistrato Matos.
As incongruências da Polícia Civil
 O delegado Sérvulo Cabral, expert na repressão de crime organizado, que esteve por vários meses na mídia quando apurava a morte dos irmãos Novelino, de repente foi sacado da direção da Divisão de Repressão ao Crime Organizado (DRCO). A motivação seria a instalação da decantada por muito tempo Delegacia de Homicídios que Cabral iria dirigir para elucidar a enxurrada de assassinatos que ocorrem na Grande Belém. Pois bem, foi investido dinheiro, Cabral viajou a São Paulo para obter maiores conhecimentos na área de investigação de homicídios. E depois de planejar, programar, projetar, organizar aquela que seria a "menina dos olhos" da Polícia Civil, de repente o tira foi lotado na Delegacia de Meio Ambiente. O homem se esmera em obter conhecimento na apuração de homicídios e é deslocado para prender derrubadores de pau. Pode? Como estava na DEMA ao comando do “badaladíssimo” por seus atos degeneradores da moral policial, delegado Gilvandro Furtado, Cabral teve que ser removido junto com seu escudo, numa saída estranhíssima, e agora, Cabral, o homem dos homicídios, dirige a Seccional da Sacramenta. São coisas da atual polícia pós benassulyca.
Caras de paus tiram a mascara
No último aumento salarial dado pela governadora petista Ana Julia Careppa aos servidores público do estado, esta abonou aos delegados a quantia de quinhentos reais, e para as demais categorias policiais, duzentos reais, entretanto, este abono não foi repassado aos aposentados, o que os deixou, principalmente os delegados, revoltados, tendo a frente deste descontentamento ex delegados geral e uma delegada irmã de um ex secretário de segurança pública, os quais na ativa, só pensavam em aumentar o seu DAS em reunião secretas com os governantes anteriores a Ana Júlia, e os mesmos não admitiam criticas ou reinvidicações mesmo que pacíficas contra àqueles governantes. Muitos desses déspotas aposentados, nada contribuíram para a melhoria dos policiais e da própria instituição policial. Agora, tiram as mascaras e fazem fila para gritar palavras de ordem pedindo melhorias para si. Esquecem estes nefastos de um velho jargão popular; “aqui se faz aqui se paga”.
No mesmo prato
A situação ta braba. Tem tira vendendo o almoço pra comprar a janta. Que digam os plantões remunerados. Os policiais Leila Christian Lima de Mendonça Freire e Antonio Muniz de Queiroz Filho estão respondendo uma bronca. Leila quando delegada titular da Delegacia do Outeiro foi denunciada na Corregedoria Geral junto com seu subordinado por José Herverson Abreu Ferreira de prisão ilegal, tortura e de se apropriarem do parco dinheirinho do denunciante que ele portava quando foi ilegalmente preso pela dupla.
Queridinhos da governadora
Se não estivessem onde estão, Raimundo Benassuly o Tridébil, delegado geral da Polícia Civil, e Justiniano Alves o Feijoada, superintendente do Sistema Penal, estariam enrolando como presidente e tesoureiro, respectivamente, do Sindicato dos Delegados da Polícia Civil do Pará (Sindpol), onde passaram vários anos enganando os colegas, pois nada conseguiram para a categoria. Agora, com a derrota magistral nas urnas de sua madrinha, deverão fazer maior confusão para sentarem às referidas cadeiras, e assim passarem sabe lá quantos anos mais enrolando como pseudos sindicalistas.  
Antiquado & neófito
O delegado Waldir Freire, da Polícia Civil, quem diria, está disputando lugar na apertada Delegacia do Meio Ambiente, com saudade e mordido por ter sido substituído por um delegado neófito na Seccional Urbana do Comércio. Aliás, dizem que Waldir Freire ostenta credenciais de jornalista, não sendo ele sindicalizado pelo SINJOR/PA.  
Useiros e vezeiros
O menor com as iniciais L.A.S. permaneceu preso por quase dois meses na delegacia de polícia de Canaã dos Carajás juntamente com presos de maior idade, sofrendo nesse tempo abusos por parte dos demais presos. Os responsáveis por esses abusos precisam ser punidos exemplarmente para que a situação não se repita como vem acontecendo. Estamos na rota das apurações que, aliás, encontram-se no ostracismo. Aguardem.
Tridébil aplica punição graciosa
O delegado geral Raimundo Maçaranduba Benassuly, querendo ser bonzinho com uma de suas colegas, incorre em improbidade administrativa, passível de ser demitido do serviço público. Fazendo uso de corporativismo ou de outro motivo suspeito, Benassuly que foi rotulado de Tridébil pela jornalista Dora Kramer, aplicou a penalidade de 60 (sessenta) dias à delegada Daniele de Souza, que incorreu em transgressão disposta no inciso XXXIV, do art. 74, da Lei Orgânica da Polícia Civil, que assim dispõe: “praticar infração penal que, por sua natureza, incompatibiliza o policial com o exercício da função”. E penalidade para esse tipo de transgressão é somente a demissão, conforme reza a mesma lei, não cabendo a suspensão que o Bena paternalmente aplicou. É tipo a questão da meio-grávida. Ou demite ou não dá nada. E a Polícia Civil a cada dia mais débil com o slogan governo do povo.
Combalida e degenerada Polícia
A Polícia Civil paraense considerada uma das piores do Brasil, conforme pesquisa de uma das mais renomadas universidades do País está a cada dia mais débil, e débil, definhando assustadoramente. O número de homicídios cresce de forma alarmante na Região Metropolitana de Belém. Cadáveres são encontrados a cada manhã na via pública. Os assaltos já fazem parte do cotidiano de Belém. Homicidas e assaltantes permanecem impunes e soltos para repetirem seus crimes e não é culpa da Justiça como arrotam os participantes do governo popular. A população belenense assiste atônita a esse estado de violência, acuada em suas próprias casas. E a Polícia Civil da governadora petista Ana Júlia, sob o comando do Tridébil delegado geral Raimundo Benassuly se ocupa em inócuas operações como a de apreender CDs piratas e o predomínio de lavrar TCO (termos circunstanciados de ocorrência) de crimes banais. Há anos que se fala na tal Divisão de Homicídios, que foi criada, mas não funciona, sem estrutura, sem efetivo adequado, sem aptidão e sem condições para atuar de forma ao menos sofrível. Quando houver maior clamor da sociedade a ação estratégica da Polícia Civil será a esperada e manjada “Operação Tatulhão”, os chamados patrulhões que só prendem os “pseudos criminosos tatus”. Os bandidos que começaram a resgatar presos nas combalidas delegacias, estavam se reunindo para votar na governadora Ana Júlia e fazer um abaixo-assinado pela permanência do tridébil Raimundo Benassuly e festejar o continuísmo inoperante do aparelho policial, implantado por inoperantes “Delegados” afilhados da governadora e bate paus do PT.
Policiais extorquem donos de caça-níquel
 As irregularidades praticadas por policiais civis só são apuradas meses depois do ocorrido, quando a poeira já sentou e as provas já se apagaram no tempo, deixando os tiras impunes. Crimes praticados por policiais resultam apenas em apurações administrativas, sem que seja instaurado inquérito policial, predominado o corporativismo e o apadrinhamento, incorrendo em condescendência criminosa quem tem o dever de agir de forma mais eficaz. Em outubro do ano passado a Corregedoria Geral da Polícia Civil recebeu denúncia de Francisco de Jesus Gemaque Albuquerque, o qual explora máquinas caça-níquel, de que os policiais Eronides Oliveira Barros, Djalma da Silva Miranda e outros apenas identificados como Iran e Marçal, lotados na Delegacia do Telégrafo, teriam exigido certo valor para devolverem as máquinas que haviam apreendido. O contraventor deu aos tiras a quantia de duzentos reais, no entanto constatou que o dinheiro que havia nas máquinas havia sido surrupiado pelos tiras escroques. Disse o denunciante à Corregedoria que os tiras haviam proposto o recebimento semanal de cem reais por cada máquina que ficasse funcionando. Como Francisco de Jesus não quis ceder às exigências dos policiais bandidos, outros policiais estiveram em seu estabelecimento e fizeram nova apreensão, deixando o número de telefone celular 88555198 para contato, tendo um deles dito chamar-se Pedro Paulo e estar no veículo Gol preto placa JVI2310. Como se vê a polícia não põe a mão nos policiais bandidos porque não quer. Trata-se de verdadeiro crime organizado, incorrendo os tiras também em crime de bando ou quadrilha. Mas parece que nenhum inquérito foi aberto. Se fossem outros os acusados, com certeza já havia sido solicitada a interceptação telefônica do número fornecido pelo denunciante, a relação das ligações geradas e recebidas, para se chegar a autoria, através do aparelho Guardião existente na Polícia Civil. Mas, como são tiras os criminosos, uma apuraçãozinha que não chegará a coisa nenhuma vai se arrastar por meses a fio e ao final arquivada. 


terça-feira, 9 de novembro de 2010


Fuga no PAAR foi desídia
Recentemente a seccional do PAAR foi novamente invadida por marginais e ali numa ação audaciosa dominaram os policiais e agentes prisionais de plantão, humilhando-os, roubando suas armas e forçando a abertura dos xadrezes dando fuga em massa aos facínoras que naquela especializada encontravam-se custodiados. Foi uma ação surpreendente, pois, com a lotação de agentes prisionais em seccionais para cuidar de presos de justiça, a sociedade estaria livre dessas cotidianas matérias de fuga de preso, haja vista ter o sindicato de policiais reivindicado a não incumbência da guarda de presos. E a pergunta que se faz é o que teria acontecido para o sucesso do magistral e escabroso ato? Será que os policiais de plantão naquela fatídica noite, em sua maioria, tendo os agentes prisionais para cuidarem dos presos, não foram dormir em suas casas? Ora, se brigaram tanto e tanto, para não tomarem conta de presos e só cuidarem das ocorrências policiais e do patrimônio público, como justificar não observarem a chegada dos bandidos. A copa ainda não tinha começado, para se justificar estarem torcendo pelo Brasil, que seria um ato de patriotismo. De tudo, ainda é de se perguntar, onde estava o delegado e a escrivã de plantão que nada viram e nem ouviram, estariam nos braços de Morfeu? Agora é salutar que a cúpula da Polícia civil, depois da lotação de agentes prisionais nas delegacias, exijam que os delegados que são escalados como rondantes, passem agora a fiscalizar com mais austeridade a presença ou não dos policiais de plantão em seus locais de trabalho, esta medida não é para tratar os policiais de plantão como crianças na creche, mas sim, salvaguardar a vida dos agentes prisionais que por andarem e trabalharem desarmados, podem ter a vida ceifada por desídia e espertezas de policiais relapsos como os que estavam de plantão no PAAR. Qual será a nova desculpa dos policiais civis para não trabalharem? Também, quem tem no comando um tridébil.
Policiais fora da Polícia
Um dos motivos da inoperância da Polícia Civil é o reduzido efetivo gritam os dirigentes da PC. Mas mesmo assim vários policiais civis são cedidos para trabalhar em outros órgãos, minguando mais o efetivo policial. No Sistema Penal, além do delegado Justiniano Alves acompanhou-o mais dois delegados cedidos: José Guilherme Marques Tavares e Nilma Nazaré Valinotto, além de investigadores e escrivães. Para a Secretaria de Governo foi cedido o delegado Klelton Mamed de Farias, desde fevereiro deste ano. Então, como esbravejarem que o efetivo é reduzido? 
GPM continua aprontando 
Uma equipe do famigerado Grupamento Policial Metropolitano (GPM), sob o comando do delegado Éder Mauro Topete, está sendo acusada de obter sob tortura a confissão de Elias Moraes Gonçalves, de tráfico de entorpecentes. Na ocasião em que estiveram na casa de Elias os tiras “engoliram” vários objetos e dinheiro do suposto traficante. Além de Éder Mauro, a equipe era composta pelos policiais Miguel, Gilberto, Vitor, e os alcunhados como “Baby” e “Piti”. Se o cidadão tiver acesso a ficha de alguns dos integrantes do tal GPM vai ter um susto danado e se perguntar os motivos verdadeiros que ainda não foram pra rua e são lotados nesses grupos policiais, chamados de elite. Não dá outra que não seja a descredibilidade do aparelho policial. Exemplo maior é esse Miguel, ou melhor, Luiz Miguel de Carvalho, altamente bronqueado, com vários antecedentes policiais, dúzias de denúncias na Corregedoria, mas são apadrinhados do PT.
Assédio e corrupção 
Um conhecidíssimo empresário do ramo de combustível, por sua tara mórbida, pagou caro e ainda vem pagando para uma delegada que recentemente sentou-se no banco dos réus e foi absolvida na Justiça por ter matado o próprio marido que nada mais era do que um investigador da Polícia Civil. Referida delegada, de plantão na delegacia da Sacramenta foi procurada por um oficial da Polícia Militar, que reclamava contra Mario Taradão, o qual teria instalado nos banheiros de seu posto de gasolina na Dr. Freitas, câmeras de filmagens dentro dos banheiros femininos, onde inúmeras mulheres (inclusive a mulher e filha do oficial PM) fazem usos diversos, e que Mário Taradão estaria usando as imagens para chantagear as mulheres filmadas usando como ardil a divulgação das imagens caso não cedessem aos seus caprichos bestiais. Diligentíssima delegada, logo chamou dois investigadores e partiu para o posto, ali constatou a instalação das Câmeras, deu voz de prisão, apreendeu maquinário e colocou tudo na viatura policial e até hoje não chegou à seccional com a missão cumprida de forma correta. Porém, Mario Taradão voltou para seu posto poucos minutos depois de ter entrado algemado na viatura policial, e arrotando nesta volta, que quem tem dinheiro não vai preso, e cinqüenta mil reais não lhe fariam falta, assim como alguns litros de gasolina todos os finais de semana para a delegada e os investigadores, para que não lhe incomodem na sua saga imoral, com o beneplácito de policiais bandidos e criminosos como a tal delegada. Na semana passada a mãe de uma criança que fica vendendo bugigangas próximo ao posto de gasolina, armou maior barraco com o Taradão que estava tentando aliciar a criança num ato de pedofilia, tendo policiais militares sido acionados, mas nada de novo com o Taradão, que ainda conseguiu que os policiais expulsassem a mulher daquele local com a alegação que estava usando a menor trabalho escravo. Se assim o fosse, porque não conduziram todos os envolvidos para uma delegacia? Um sargento da Aeronáutica residente às proximidades do posto de gasolina filmou as duas confusões, e está editando as imagens para serem levadas ao Ministério Público através deste jornalista.
Plantão da morte
Assim foi rotulado há cerca de seis meses, quando o mundo policial paraense foi tomado de brusco entristeci mento com a morte do delegado Raimundo Rodrigues, titular da delegacia de Jacundá distante aproximadamente 500 km de Belém, para onde se dirigia (Exemplo a não ser seguido) quiçá, de forma açodada, pois fora instado a montar o famigerado plantão remunerado na seccional Marambaia. No velório de Raimundo Rodrigues, muitos policiais, a maioria delegados, ficaram em roda de conversas questionando: “O que levaria o delegado vir de tão longe... saindo numa sexta a noite para chegar no sábado pela manhã e assim montar um plantão de 24 horas, numa área onde tem mais de 1000 delegado tirando expediente? Será que o delegado tinha tantas dívidas financeira? Será que ao negar-se a tirar o famigerado plantão, temia ser exonerado do cargo de delegado chefe daquela delegacia? De quem foi a mefistofélica idéia de convocar referido delegado para o gracioso e cínico plantão? Este delegado que fez a convocação ou ultimato, estará com remorso? O que fez a cúpula da Polícia Civil através da sua “diligente” corregedoria, para apuração de fato tão escabroso, em que se aceita que um delegado exercendo seu mister venha, depois de ter tantos colegas seus na capital para serem convocados, evitando o trágico acidente automobilístico onde foi vítima Raimundo Rodrigues, na verdade, vítima da instituição caótica., no afã de chegar em tempo hábil para montar o plantão morreu!... Quem pagará por isso?
Desabafo de corregedores
Este jornalista, ao passar em um dos corredores da Corregedoria de Polícia Civil, foi tomado de surpresa ao ser chamado por uma delegada que abria uma porta e pedia para o jornalista entrar, onde quatro pessoas estavam a confabularem, todos delegados lotados naquela especializada. Ali elogiaram o destemor de nossa linha editorial, e comentaram: “seria bom também que você soubesse que muitos policiais não são punidos ou as denúncias não são apuradas porque a corregedoria de polícia civil não tem dinheiro para pagar as diárias de locomoção para investigar e prender policiais no interior. Ora, não tem nem papel higiênico nos sanitários, água para se beber, em fim, nenhuma condição de trabalho. Então, como se alcançar a meta e os anseios da população, que é instigada contra nós até mesmo pelas matérias que você publica. Tudo isso está acontecendo depois que essa nova corregedora assumiu”. Em resposta, disse-lhes: Trabalho com fatos, mas, vou me esmerar também nesse assunto. Assim, constatei a veracidade do desabafo dos delegados, e vi que não querem só diárias, querem sim, trabalhar com dignidade. São centenas e centenas de procedimentos que estão a espera de solução na corregedoria e o que se vê é a policia civil hoje de uniforme fazendo policiamento ostensivo em viaturas que poderiam estar sendo usadas para o deslocamento dos corregedores.
Pilantra no PROCON
Um funcionário do PROCON de nome Cícero, entrou no bar denominado “Barkaboa", que fica localizado na João Paulo II com Enéas Pinheiro, em companhia de mais quatro mancebos, aparentemente moleques de programa, e após beber e comer bastante tira-gosto, para não pagar a conta alegou irregularidades no local. Começou pelo banheiro, e quando foi indagado se era da Vigilância Sanitária, se identificou como sendo do PROCON e disse que não interessava, pois todos são órgãos públicos. Já embriagado, e estado de delires treme causou maior confusão caso fosse cobrada as despesas do seu consumo. Inconformado com a ação do transvertido, o proprietário do bar ligou acionando a Polícia, que por sua vez inoperante, chegou depois de 40 minutos, com o tal Cícero do PROCON, evadindo-se com os seus boys. Ainda irresignado, o dono do bar se dirigiu a delegacia da Terra Firme onde registrou ocorrência transformada em BO: 00010/2010.001629-0, devendo o delegado responsável solicitar ao PROCON a presença de todos os Cíceros daquela entidade para o reconhecimento pela vítima que teve um prejuízo de mais de 480 reais.
Urubus do Ver-O-Peso
Assim estão sendo rotulados dezenas de Delegados da Polícia Civil, que brigaram pela aposentadoria, alguns até ameaçaram greve de fome aos moldes de Justiniano Alves o popular “Feijoada”, e agora não querem deixar a polícia, continuam na ativa, mendigando direção, colocando-se a disposição até para voltarem para o interior e por ai a fora. Uma destas figuras folclórica seria Armando Mourão, o sexagenário das sapatilhas.
Tamer administrava placebo
O inoperante delegado de várias broncas penais, com processos inúmeros, Paulo Tamer, um vassalo e subserviente de políticos não menos bronqueados, vinha fazendo a população engolir goela abaixo o famigerado “Patrulhão”, uma modalidade dos idos tempos da Polícia sem mecanismos. Essa imunda e degenerada modalidade de mostrar serviço nada mais era do que uma conivência criminosa, ou seja, inventa-se o “Patrulhão”, os bandidos não são presos, só rabo de cabra, todos sem nenhuma sequer, atitude suspeita, essa palavra suspeita não existe mais no dicionário jurídico, já que ninguém pode ser preso ou instado sem está em estado de flagrância. Assim, Paulo Tamer relembra seus áureos tempos de DOPS em tempo de festa, prender para ter o que gastar. Assim Tamer, apadrinhado de Benassuly que é afilhado de Ana Julia a governadora, enganava todo mundo, até a mandatária do estado que se viu obrigada a destituí-lo de uma chefia mórbida de onde fez o ataque aos cofres do partido governamental. A culpa é de quem nomeou um Tridébil  para dirigir a necessária Polícia Civil, que, aliás, não tem o papel constitucional de fazer policiamento ostensivo ou preventivo, e sim judiciário. Eta governo popular duma figa.