segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

VAI PRA CASA JABURU
Sem nenhuma afirmação. Dizem os espíritas, toda vez que uma alma ao desencarnar de um corpo e ainda ficar vagando pelos locais em que àquele corpo circulava, é porque não se conformou com o desfecho, ou seja, não estava preparado para desprendesse da matéria e vive assombrando os que estão em atividade terrena, especialmente onde fez pousada.
O exemplo mor deste preâmbulo é o famigerado e descarado Jaburu Peçonhento, o qual, já desencarnado por aposentação do cargo de delegado de Polícia Civil, vive a vagar pelos corredores da delegacia geral de Polícia Civil do Estado do Pará, futricando e assombrando com sua peçonha os ativos, que pensavam e queriam estar livre da presença da nefanda e mefistofélica figurinha que se auto-intitula presidente de uma associação natimorta.
Quando na ativa, Jaburu Peçonhento era useiro e vezeiro em exclamar de que não olharia nem para trás ao aposentar-se, pois, iria advogar, onde teria mais sucesso, haja vista, seu cabedal de conhecimento jurídico, assim se vangloriava megalomanicamente. Certa vez, após postagem neste BLOG sobre sua saga policial, desabafou furibundo, de que estaria livre da presença indesejada em seu escritório advocatício deste – disse ele, inapto jornalista e de um investigador de m.e.r.d.a lá da Cabanagem, que por certo tempo, mesmo a contra gosto, mas, no exercício da comiseração e piedade cristão, os acolheu. Na verdade, era um lobo disfarçado de cordeiro.
Esta víbora de asas, desdenhava de seus pares que desencarnaram com a aposentadoria antes dele, e que viviam vagando pelos corredores ou enchendo o saco dos dirigentes de suas entidades classistas, (me reservo a não declinar os nomes) dizendo que eram incompetentes e por isso não procuravam outra ocupação, por exemplo: Advogar! Pura bravata de um cínico.
Atualmente Jaburu Peçonhento é tal qual àqueles que ele criticava, não advoga, e vive melancolicamente acabrunhado em uma salinha do SINDELP, arraigado num prédio pré-histórico da Polícia Civil no subúrbio de Belém onde reside referida víbora, que para ali chegar usa uma bicicleta também antiguíssima, e assim ficar formulando petições e ofícios bajulatórios para as autoridades constituídas, com único intuito de agradá-los e posar para fotos com os mesmos. Jaburu Peçonhento não advoga porque sofre da síndrome da covardia, jamais assinará alguma petição que venha contrapor-se aos abusos de magistrados ou membros do Ministério Público. Isso é prova latente. Além disso, escreve com perfídia, tanto é verdade que sofre inúmeras derrotas jurídicas, mesmo como gost writter de algum delegado que lhe deposita confiança, empolgado com suas petições cômicas, devido a falta de conteúdo, mas, exacerbada em citações de personalidades históricas e jurídicas. Em suma, seu desempenho jurídico é análogo a de um jogador de futebol que ao fazer firulas no começo do jogo, mesmo sem objetividade, é aplaudido pelos torcedores menos esclarecidos. Porém, ao término quando seu time sai de campo derrotado, leva uma fragorosa vaia. E seria perda de tempo enumerá-las.
O famigerado Jaburu Peçonhento a bem da verdade, só teve vitórias jurídicas quando advogou e fora gost writter, do investigador que ele rotulou recentemente como de m.e.r.d.a, o qual orientava Jaburu no formato das petições, dando-lhe as idéias e sendo atendido obedientemente, apenas inserindo de sua verve o aspecto jurídico, sendo vitorioso em todas elas, para surpresa e perplexidade da víbora, com a inteligência do investigador.
A prova deste alegado, é que Jaburu Peçonhento, como gost writter de outros de sua espécie, sofreu inúmeras derrotas, mesmo esmerando-se nas petições elaboradas de forma técnica, com diversas citações até mesmo bíblicas. Porém, não agredia o direito vilipendiado, dado sua arrogância elitista que contaminava e contamina sua mente, e assim, prejudicava e prejudica os que lhe depositavam total confiança na pseudo intelectualidade. Que diga a briga de um ente seu com Paulo Tamer, hoje contador de decolagem e pousagem de aviões, que, aliás, já mandou o Jaburu Peçonhento TNC. Uma investigação semântica provará o alegado por este corajoso e sincero jornalista.
O mas recente revés de Jaburu Peçonhento foi o cancelamento de audiência dos delegados de Polícia Civil com o governador do estado, onde participaria referida víbora, como trepadeira, não sendo esta a primeira negativa do governador aos delegados, porque não admite e admitirá o egoísmo e ganância dos mesmos.
Desta forma, resta-me impor ao Jaburu Peçonhento, fazendo a vez de um personagem de Jô Soares, que dizia a um Mané, o qual teimava em perambular solitariamente pela cidade: “Vai pra casa Padilha”. Assim, parafraseando Jô Soares, dou meu grito: “Vai pra casa Jaburu Peçonhento”.
Poderia terminar esta postagem nesse grito, mas, atendendo os inúmeros leitores deste BLOG, com predomínio os da seara policial, que sempre rogam para que encerre todas as postagens sobre Jaburu Peçonhento, com o adjetivo que ficará eternizado em seu epitáfio: Canalha! Canalha! Canalha!

  

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Sedimentação jurídica
Recebi do leitor, amigo, advogado e delegado de Polícia Civil aposentado, Raimundo Everaldo Paes, o texto abaixo, com pedido de postagem sem mutilar o conteúdo. Assim, faço transcrição.
SISTEMA ELETRÔNICO DE MONITORAMENTO E O PRESO
Muito tem sido discutido sobre a privacidade do preso em relação a seu monitoramento eletrônico, entendendo alguns que o uso desse sistema ofende o direito de privacidade do preso, mas os que assim pensam que me desculpem, pois preso é preso e em tal condição, especialmente no que diz respeito a seu direito de locomoção, deixa de ter direito de privacidade; É um homem que perdeu a liberdade, de conseguinte deve  e tem que ser vigiado durante as vinte e quatro horas de todos os dias em que se ache legalmente preso, mesmo quando esteja em liberdade por progressão de regime prisional, porquanto tal liberdade é uma forma de continuar na condição de preso estando porém fora das grades, é uma concessão que o Estado lhe faz, sendo essa concessão uma liberdade restrita, com a finalidade de que se readapte à sociedade, e por isto deve ser vigiada, por tantas, várias e fortes razões, até mesmo para ser verificado se está ele apto e é merecedor de voltar ao convivo social. As únicas privacidades a que pode desfrutar são: de manter livre e desembaraçado contato com seu advogado e conversar com seus familiares nos dias de visita (aqui entendo que deveria ser também severamente monitorado durante tais visitas, até mesmo nas visitas íntimas, por razões diversas e sobejamente conhecidas).
Finalmente devem todos entender que em relação ao monitoramento do preso se impõe o interesse de toda a sociedade, que precisa estar tranquila quanto à possibilidade real de o preso, fora das grades, vir a praticar algum ato de violência contra um e até mais membros da população, o que, em vindo acontecer (o que acontece tanto que já não causa mais qualquer espanto), enseja responsabilidades contra o Estado, daí mais um motivo para manter o preso sob “rédea curta”.
O preso deve submeter-se à vigilância estatal e deve estar conformado e se dando por muito feliz em ter direito às privacidades acimas indicadas, que já em muito lhe favorecem. E como favorecem!
Aproveitando o ensejo,

 Pergunto:

Querem acabar de vez com o uso de celular pelos presos?
Oferto a seguinte sugestão:
= Proíbam a todos, inclusive funcionários, desde os dirigentes de casas penais, usar telefone celular no interior delas, inclusive advogados, juízes, promotores, a todos sem exceção, que frequentem o local por qualquer razão, sem ser concedido privilégios a quem quer que seja. E mesmo assim sejam instalados detectores de aparelhos celulares dentro das casas penais.
Finalmente, que seja criada lei que puna com severidade, com pena mínima de cinco anos de reclusão (a máxima fica por conta do legislador, há,há,há) em regime fechadíssimo a quem quer que seja apanhado com aparelho celular no interior de casas penais.
Aí eu queria ver quem teria coragem de levar, passar, vender, doar, emprestar, etc. para bandidos presos algum celular!

E ainda Pergunto:

Por também ser relativo a presos aproveito do ensejo para perguntar o porquê de nas visitas ser permitido a familiares levar e ingressar nas casas penais com comidas e roupas para presos. Será que o Estado não os alimenta e nem lhes fornece a roupa devida que é o uniforme próprio a presidiários?
Que alguém envolvido no tema responda com bastante lógica e sedimentação jurídica, por favor.

Raimundo Everaldo Pais

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

FESTIVAL DE BREGUICE
Como acontece em todos os finais de ano, este capiau jornalista, ver o seu metabolismo transforma-se, em virtude da preocupação com os preparativos de minhas merecidas férias. Dou-me ao luxo de mesmo aposentado, gozá-las por duas vezes no ano, viajando pelo País, com escalas nos países do MERCOSUL.
A indolência da proximidade da senilidade, dá lugar à ansiedade, ao ponto de perder o sono sagrado da sesta. E neste ínterim, no dia de ontem, inadvertidamente liguei o televisor, o qual programado no canal 13 despertou-me ao ver uma cópia mal feita de um programa aos moldes do renomado jornalista Amaury Junior, tanto é, que apresentava um festival de breguice apelidada de festa de confraternização das entidades que congregam os delegados de Polícia Civil do estado do Pará.
Sem nenhum despeito ou deboche, fiquei estupefato com as diversas cenas da festa, o que mais parecia um circo dos horrores, o que me fez recordar um delegado de opção sexual dupla, que na época em que era plantonista na extinta DVG – Delegacia de Vigilância Geral, situada no bairro de Val-De-Cães, o mesmo ao término de seus plantões, exclamava: “Nossa Senhora, eu não agüento mais, é só gente feia que freqüenta esta delegacia!”. Será que por este motivo o mesmo não participa das festas de sua categoria profissional, preferindo os bares da Braz de Aguiar ou os botecos da Doca?
Os delegados que mais procuravam as câmeras, coitados, pareciam estarem com os mesmo paletós dos plantões, quiçá, ainda fétido do suor diários no vai e vem nos xadrezes. As delegadas, lamentavelmente, alá Michael Jackson, só pó de arroz na cara em sofrível maquilagem, que se vista por Nakamura, o mesmo teria infartado. Tudo isso, em contraste com a luxuosa casa de eventos, o que visto de fora, pensar-se-ia, ser uma quermesse. Será que o espaço do evento fora doação natalina dado aos baixos salários?
Outro ponto horripilante visto nas imagens foi a do pseudo presidente da natimorta e malfadada ADAPPA, o famigerado Jaburu Peçonhento, que tinha na aparência, marcas de ter injetado alguns miligramas de botox na cara deslambida, me vindo à mente, a frase de um poeta:” O príncipe virou um sapo”. Só poeta, que esse príncipe é o das trevas! Isso já mostrado repetidamente neste BLOG. Tendo naquele instante, me despertado, como disse Roberto Jeferson, os instintos mais primitivos, ou seja, se estivesse próximo àquela víbora, reinar-me-ia dar-lhe uma tapa na sua atual cara bolachuda.
Também fui surpreendido nas imagens, com a presença marcante e vigorosa do delegado aposentado Paulo Roberto Júnior, que destoava de seus pares com seu estereótipo dinamarquês, dando uma demonstração de que possui uma qualidade diferente dos portadores de sangue azul: “A humildade.”. Digo isso, porque o delegado aposentado Paulo Roberto, do alto de sua casta, não mediu esforços para comandar a claque na chamada dos aplausos aos lideres de sua categoria quando discursavam no referido evento. O delegado aposentado Paulo Roberto Júnior, lamentavelmente, ainda não se deu conta da sua vocação para animador de palco, do contrário, já estaria há muito tempo longe desta cidade que ele denomina “ de sucursal do inferno”. Assim, não se preocuparia com a propalada Isonomia Salarial, que é a grita de todos os delegados de Polícia Civil do estado do Pará.
Mas, nem tudo está perdido, João Moraes, ao tomar a fala, disse com muita propriedade, sobre o desprezo por parte do governo à sua categoria. Mesmo aposentado e recebendo salário de secretário de estado, João Moraes demonstrou preocupação com a coletividade policial paraense e principalmente com sua categoria, não poupando de críticas verdadeiras, o governador do estado Simão Jatene, esperando que o mesmo, dê a mesma atenção aos delegados como a que deu as demais carreiras jurídicas.
Vejam, estes servidores público considerados especial por serem regidos por Lei própria, até no dia de sua maior reunião, dão uma demonstração de que são relegados pelo Poder Executivo. Seria hora de o governador Simão Jatene apresentar uma ação de valorização aos delegados, para que não tenhamos o desprazer de assistir outros festivais de breguice como o referido.
 
EM TEMPO
Por diversas vezes fui instado no meio Forense, Jornalístico e por leitores, de não publicar comentários. Minha resposta sempre foi e será, que se não me acovardo para as publicações, porque publicar comentários apócrifos, ou seja, que o autor se esconde no anonimato? O comentário é pessoal, deixando de ser uma denúncia, que seria obrigação publicar sob a égide do Art. 5º da CF. Assim, jamais publicarei comentários obscuros, mesmo os elogiosos que tenho recebido, a estes, meus agradecimentos. Que Deus os abençoe no vindouro ano.  



quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

O tempo passa, e com ele caminhamos todos juntos. Assim, mais um ano se vai e outro vem. Que nestas idas e vindas, possamos ser mais fraternos e dignos das promessas de Deus. Que sua fé se fortaleça e multiplique-se a cada hora, dia, mês e ano. Que as bênçãos divinas continuem a te animar no caminho do bem, da saúde e da espiritualidade.
Que tenhas com tua família um 2012 promissor queridos leitores e seguidores.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

 


PEC DOS APOSENTADOS POR INVALIDEZ é aprovada

Depois de uma luta travada por mais de três anos, os servidores públicos aposentados por invalidez podem comemorar. A Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta (14), a Proposta de Emenda à Constituição nº 270/2008 da deputada federal Andréia Zito (PSDB/RJ). A PEC garante ao servidor que se aposentar por invalidez permanente, o direito dos proventos integrais com paridade.
A aprovação da matéria em votação unânime (401 votos) demonstrou a real necessidade da correção desta distorção e coroa, com êxito, uma luta travada por diversas entidades do funcionalismo em todo o País, inclusa a Associação dos Servidores do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. A Assetj, por sinal, esteve presente, e com grande número de representantes na Audiência Pública promovida pelo Instituto Mosap, em 31 de agosto último, que havia por finalidade pressionar os parlamentares, dentre outras matérias, a aprovar da PEC 270.
O presidente da Assetj, José Gozze, parabenizou os parlamentares pela votação, mas ressaltou o envolvimento da categoria na matéria. "Está comprovado que quando há o envolvimento dos servidores na luta política, podemos sair vitoriosos. Esta não é uma vitória apenas dos aposentados por invalidez, é uma vitória do funcionalismo público brasileiro", analisa.
O texto aprovado é o de uma emenda substitutiva ao texto original, assinada por líderes de vários partidos. A emenda garante aposentadoria integral para os aposentados por invalidez permanente que tenham ingressado no serviço público até 31 de dezembro de 2003, data em que foi publicada a Emenda Constitucional 41, sobre a Reforma da Previdência.
De acordo com o texto, o servidor que entrou no setor público até essa data e já se aposentou ou venha a se aposentar por invalidez permanente terá direito a proventos calculados com base na remuneração do cargo em que se der a aposentadoria, sem uso da média das maiores contribuições, como prevê a Lei 10.887/04, que disciplinou o tema.
Essas aposentadorias também terão garantida a paridade de reajuste com os cargos da ativa, regra estendida às pensões derivadas desses proventos. Segundo o relator, deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), a mudança feita pela PEC corrige uma das distorções da reforma previdenciária. "É inaceitável que o indivíduo atingido por uma situação de invalidez, que mais precisa de cuidados e atenção do Estado, tenha seus proventos mais limitados que o servidor saudável", afirmou.
A Reforma da Previdência instituiu a aposentadoria por invalidez permanente com proventos proporcionais ao tempo de contribuição, exceto se decorrente de acidente em serviço, moléstia profissional ou doença grave, contagiosa ou incurável listada em lei.
Retroatividade
No substitutivo que Faria de Sá apresentou à comissão especial, estava prevista retroatividade a 2003, mas o texto aprovado retirou essa regra nas negociações com o governo.
Para o relator, os aposentados poderão recorrer à Justiça para requerer a retroatividade. "O governo foi contra a retroatividade, mas ela poderá ser requerida na Justiça", afirmou.
A PEC estipula um prazo de 180 dias para o Executivo revisar as aposentadorias e pensões concedidas a partir de 1º de janeiro de 2004. Os efeitos financeiros dessa revisão vão valer a partir da data de promulgação da futura emenda constitucional.
A deputada Andreia Zito agradeceu aos deputados envolvidos na discussão pela aprovação da PEC, lembrando que o próprio presidente se empenhou em colocar o assunto em pauta. Ela também parabenizou as instituições que representam os aposentados por invalidez. "Estamos mostrando para o Brasil e para essas pessoas que não nos esquecemos delas", afirmou.


INVESTIGAÇÃOCRIMINAL
A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania aprovou há pouco a admissibilidade da Proposta de Emenda à Constituição 37/11, do deputado Lourival Mendes (PTdoB-MA), que atribui exclusivamente às polícias Federal e Civil a competência para a investigação criminal. O texto deixa claro que o Ministério Público não tem a atribuição de conduzir a investigação e deve atuar apenas como titular da ação penal.
A proposta agora será examinada por uma comissão especial e votada em dois turnos pelo Plenário.
Com essa decisão, os amolfadinhas do Ministério Público estão com a pulga atrás da orelha, e voltam aos seus simplorios pareceres.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

 

DEVASSAS DO CNJ
NOS TRIBUNAIS
Descobrem ROMBOS

O Conselho Nacional de Justiça está inspecionando folhas de pagamentos de 22 Tribunais do Brasil, inclusive o do Pará, onde tem uma grita de magistrados ecoando como ameaçados de morte.
As investigações do CNJ correm em sigilo e têm como destino os seguintes Tribunais de Justiça: Bahia, Amazonas, Pará, Maranhão, Paraíba, Distrito Federal e Territórios, Acre, Roraima,São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Tribunais Regionais do Trabalho das 1ª, 3ª, 6ª, 10ª, 12ª, 13ª, 14ª e 15ª Regiões, Tribunal Regional Federal da 1ª Região, Tribunal de Justiça Militar de São Paulo
A equipe de inspeção, auxiliada por técnicos do Tribunal de Contas da União, vai verificar a compatibilidade das movimentações financeiras e da evolução patrimonial com os rendimentos dos magistrados e servidores, em especial no Pará, existem inúmeros oficiais de justiça sem concurso, exercendo cargo de direção, num escandaloso desvio de função e imoralidade administrativa.
Enquanto isso, no Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, um grupo formado por 17 magistrados da cúpula daquele Tribunal, que está sob investigação do CNJ, pode ter recebido ilegalmente mais R$ 17 milhões dos cofres públicos em 2010. Conforme publicação do Jornal Folha de São Paulo do dia 8 de dezembro. Os corregedores do CNJ colheram indícios de que o dinheiro foi usado para pagar de uma vez R$ 1 milhão a cada um dos juízes, a pretexto de resolver uma antiga pendência salarial da categoria.
Os 17 juízes tinham direito a receber pelo menos parte desse dinheiro, mas os pagamentos foram feitos em condições privilegiadas, de acordo com duas pessoas familiarizadas com as investigações.
Outros integrantes do TJE. SP e juízes da primeira instância que também têm direito a esses pagamentos recebem o dinheiro em parcelas mensais de pequeno valor.
Há indícios de que os pagamentos que chamaram a atenção do CNJ tenham sido autorizados pelo então presidente do Tribunal, Antonio Carlos Viana Santos, que morreu em janeiro. O primeiro sinal de irregularidade surgiu antes da morte de Viana Santos, quando chegou ao CNJ denúncia anônima que o acusava de enriquecimento ilícito.
Uma verificação feita pelos corregedores do CNJ na folha salarial do Tribunal paulista identificou pagamento de mais de R$ 1 milhão para ele. Mais tarde, o CNJ soube que outros 16 desembargadores tiveram o mesmo benefício. A suspeita é que Viana Santos tenha aproveitado uma sobra encontrada no orçamento do Tribunal para autorizar os pagamentos.
O TJ-SP informou que não se pronunciará sobre a suspeita de pagamentos ilegais até o fim da inspeção que o CNJ está fazendo para examinar movimentações financeiras atípicas de juízes em São Paulo e outros Estados. Parte do texto foi extraído de: Associação dos Oficiais de Justiça do Estado de São Paulo.
 
MERECIDAMENTE
Na noite de ontem, o investigador de Polícia Civil, Kleuston Luiz Fagundes Macedo, recebeu de inúmeros amigos, os parabéns, pela passagem de seu aniversário. A alegria foi contagiante em uma boate da grande Belém, cedida gentilmente em forma de presente ao aniversariante, que estreou o seu novo automóvel, fruto das noites de vigília na delegacia da Cabanagem. Ao intrépido policial, os nossos aplausos.

Já o delegado aposentado Paulo Roberto, desloca-se pelo Sul do País onde participa de congressos jurídicos e por fim, as comemorações natalinas e de final de ano, o que merece os aplausos deste capiau jornalista.

Stela Sheene de Maria, acadêmica de direito, também recebeu os parabéns por seu natalício no dia de hoje, com a alegria acontecendo em família na casa de sua mãe a professora Maria Emilia Pinheiro, no conjunto COHAB em Icoaraci.

Outro aniversariante de hoje é o delegado Eder Mauro, irmão do jogador de futebol Amarivaldo Barra, o Amauri.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

 TOGAdo é afastado
A Corte Especial do STJ aceitou denúncia e afastou do cargo, o desembargador Francisco de Assis Betti, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, com sede em Brasília.
Betti é acusado de receber propina de empresa de consultoria em troca de liminares que liberavam valores do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) a prefeituras em débito com o Instituto Nacional do Seguro Social.
Diz a PF, que o averiguado esquema envolvendo o FPM teria gerado um rombo de pelo menos R$ 200 milhões nos cofres públicos.
A partir da decisão, Betti responderá a uma ação penal por corrupção passiva, formação de quadrilha e exploração de prestígio de forma continuada.
O  esquema de corrupção foi investigado na Operação Pasárgada, realizada pela Polícia Federal, em 2008. Na época, foram presos 17 prefeitos (15 de Minas Gerais e dois da Bahia) suspeitos de envolvimento com o  esquema de liberação irregular de verbas.
Os ministros do STJ também começaram a analisar desde do dia 07 de dezembro a denúncia contra a desembargadora Ângela Maria Catão, também do TRF-1 e que atuou na 11ª Vara Federal de Belo Horizonte (MG). A magistrada também é apontada como suposta participante no investigado esquema de venda de sentenças. A decisão sobre o afastamento e abertura de processo contra a magistrada foi adiada pelo pedido de vista do ministro Herman Benjamim.
Em 2008, quando foi deflagrada a operação da PF, a magistrada negou que tenha cometido qualquer irregularidade ou se beneficiado pelas liminares concedidas... Claro!
Nova denúncia
No dia 08 de dezembro, o Ministério Público Federal também apresentou ao STJ novas denúncias contra quatro conselheiros do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro. Eles são acusados de contratar funcionários "fantasmas" e também foram investigados na Operação Pasárgada da PF. O MPF não divulgou os nomes dos conselheiros. Na denúncia, foi pedido que eles sejam processados pelos crimes de falsidade ideológica, corrupção, peculato e prevaricação.
Em sua peça denunciatória, o Ministério Público Federal,  mostra que a apuração revelou indícios de ligação entre uma organização criminosa e conselheiros do TCE-RJ que,  recebiam vantagens indevidas em troca de votos favoráveis na análise de contas municipais. (Parte do texto  Extraído de: Espaço Vital.
MAGISTRATURA PARAENSE
TEM LISTA enigmática
Postei recentemente neste BLOG (MAGISTRATURA PARAENSE COM MEDO E APAVORADA), minha preocupação com um investigador, por este está há anos lotado em uma delegacia localizada em área vermelha correndo perigo de vida – diga-se de passagem, cumprindo vindita por não ter sido contaminado pelo vírus da vassalagem e subserviência, dado sua intectualidade profissional, o que, se estivesse em uma Polícia preocupada com a sociedade, faria parte de toda e qualquer investigação complexa. Tendo àquele investigador, minorado minha preocupação ao afirmar que bandidos não atacam, não ferem e nem matam quem não os incomodam, a exemplo, o próprio investigador e outros que ali são lotados como vigias de prédio.
Diante dessa assertiva, fiz uma pequena analogia com os magistrados deste estado, quanto as suas seguranças pessoais, após a trágica morte da intimorata juíza Patrícia Aciolly que atuava no Judiciário do Rio de Janeiro.
É sabido que a pastoral da terra e o famigerado MST, comumente vão a imprensa denunciar sabem-se lá as quantas penas, que alguns de seus membros estão marcados para morrer, apresentando a lista com os nomes dos ameaçados e, que o Poder Público faz ouvido de mercador, leia-se Polícia, fazendo com que as ameaças se concretizem.
Os magistrados paraenses em recente reunião apelidada de seminário, para a qual foram convidados dois delegados da Polícia Federal e o Secretário de Segurança Pública do Estado do Pará, anunciaram que quinze magistrados estão ameaçados de morte, sendo quatorze no interior e um na capital.
O que deixa intrigado este jornalista e especialista em segurança de dignitários e patrimonial, é que não foi publicada a lista com os nomes dos marcados para morrer dentro da magistratura paraense, para que a sociedade pudesse tomar conhecimento e quiçá, proteger os ameaçados mesmo com um simples telefonema para o combalido CIOP. A priori, vislumbra-se que os magistrados temem que com a divulgação da lista dos ameaçados, possa acontecer o mesmo que acontece com os atrelados a desvirtuada pastoral da terra e ao difamante MST, que culpam a inércia do Judiciário e a incompetência da Polícia Civil, em chegar antecipadamente através do devido inquérito policial aos ameaçadores.
Será que os membros da magistratura paraense não acreditam na competência da Polícia Civil? Será que estão criando um factóide, num verdadeiro jogo de cena para que a sociedade ache que o Judiciário paraense cumpre exemplarmente com seu mister? Será que depois da divulgação da lista dos magistrados bronqueados querem cortinar a ação do CNJ? Aliás, são mais de vinte magistrados respondendo a processos. Não estariam nesta obscura lista alguns dos mais de vinte? Se assim for, deixa de ser ameaça para se tornar acerto de contas... Não é Polícia Civil? “Já diz o ditado popular:” Aqui se faz aqui se paga!”