sexta-feira, 27 de abril de 2012

MALFADADA ESCOLHA
Este provinciano jornalista é avesso aos programas televisíveis apelidados de reality show, mas, como vive em sociedade, aqui e acolá, por imposição do bem-viver com companheiras, filhos, enteados e até mesmo amigos visitados, se ver obrigado a ficar a frente do aparelho televisor. E um dos programas como já disse, vez ou outra pesco, é o famigerado Big Brother Brasil, que há pouco tempo finalizou uma de suas edições.

Refletindo sobre esses programas, especificamente o BBB, tenho que concordar que os mesmos tiveram em seus vencedores, a aprovação popular, a exceção de Cida e Mara, que abiscoitaram o prêmio em decorrência do seu grau de inferioridade financeira e intelectual, o que prova que o povo brasileiro sabe ser caridoso com os mais humildes, e que também, sabe eleger aqueles que mais se identificam com aquilo que se espera de uma pessoa de bem, quando são abastecidos de informações, o que faz muito bem os realities, vendo-se que não há manipulação, os candidatos estão expostos falando de si e de propostas.
Farei uma ilação; Se estas propostas dos realities fossem usadas na política nacional, para que os eleitores pudessem escolher e eleger seus mandatários, com certeza se erraria muito menos, e teríamos representantes mais coerentes no Congresso Nacional, diferentemente dos atuais, que hoje estão estudando uma forma de anular algumas decisões do Poder Judiciário – STF. Atualmente só podem mudar decisões do Executivo.
Esta descabida proposta congressista se deu por conta da decisão do Supremo Tribunal, para que as mulheres caso queiram, abortem os fetos anencéfalos, argumentando os parlamentares, de que os Ministros do STF, que são nomeados, diferentemente dos deputados que são eleitos pelo voto popular, logo não podem legislar.
Mesmo não sendo detentor do bacharelado de ciências jurídicas, orgulho-me em poder apresentar minha opinião publicamente. Ora! Dizer que os Ministros do Supremo Tribunal não têm legitimidade popular para julgar e decidir assuntos constitucionais, é querer fazer de tolos nós simples mortais e eleitores.
Assim devo concordar em gênero número e grau com o ex deputado Roberto Jeferson que ao ser denunciado como réu no rumoroso caso do mensalão esbravejou: Que juiz promotor não tinham legitimidade para julgar assuntos internos da Câmara Federal, pois diferente deles eram uns meros decorebas.  
Voltando aos Ministros do Supremo Tribunal Federal, que são escolhidos dado suas condutas ilibadas e grande saber jurídico, pelo presidente da República, diga-se de passagem, eleito pelo povo que lhe deu essa incumbência, sem antes passar o escolhido pelo crivo do Congresso Nacional, para ai sim, serem nomeados Ministros. Então! Eles não são legitimamente escolhidos pelo povo de forma indireta?
Ainda com a falta do conhecimento jurídico, permito-me em dizer que os Ministros do STF só poderiam expedir liminares através do colegiado, deixando a decisão monocrática para os Tribunais dos decorebas como adjetivou Roberto Jeferson no seu afã de defesa.


A SEMÂNTICA TE DEDURA
Como bem explicito o título acima anônimo, só me resta rir da tua canalhice, aliás, marca registrada do teu caráter; ou melhor, do teu putredinoso corpo. Tua parola é meramente defesa lânguida, já que o delegado Eder Mauro, o Eder Mídia, não se presta a vindita, se não já te teria levado as grades pelo rombo nos cofres em que ele é sócio. Por outro lado, o delegado Eder Mauro, é especialista em prender traficantes e usuários de drogas, independente de parentesco. Então repito, não tenho sobrinho drogado. Quanto ao deslizes do meu rebento, a Justiça foi mais que justa. Assim, despreocupado devo ficar quanto qualquer ato imoral do delegado Eder Mauro contra minha pessoa, já que não nutrimos ranços pessoais, diferentemente de ti que vivia a assacar acusações ao mesmo. Além do mais, tenho um bom laço de amizade com a família Barra, respeitando-se opiniões profissionais. Porém, trabalhamos em caminhos opostos, onde há a necessidade de cada um cuidar das suas responsabilidades. Caso queira comprovar o que assevero, estaremos juntos neste sábado em um lauto almoço público no conjunto Satélite, e lá estarão também, vários policiais civis e militares, todos sem nenhuma canalhice. Que Deus tenha piedade de tão mefistofélica alma penada.


PARABENS LORENA
Neste sábado 28, a bacharel em Ciência Política e Licenciada Plena em Pedagogia, Lorena Saen Pinheiro Magalhães, estará recebendo em um restaurante na Doca de Souza Franco, de familiares e amigos, justas homenagens pelo transcurso do seu trigésimo aniversário. A ínclita e decente Lorena Saen os meus aplausos de parabéns, e que outros trintas venham com muita saúde, felicidade e paz... Parabéns filha.

quinta-feira, 26 de abril de 2012


ALÉM-FRONTEIRAS

O jornalista se depara com três situações conflitantes no dia a dia de seu mister, sendo: com a necessidades de apurar notícias para os leitores, as suas fontes lhe fornecem a matéria-prima e mas as fontes que têm os seus interesses nas informações, assim se manifesta a Drª.  Tatiana Moraes no trabalho Liberdade de informação e sigilo da fonte

Nenhuma informação é neutra, é a afirmação de Ancelmo Góis que assim explica:

"Qualquer informação serve a alguém e, geralmente, desserve a outra pessoa. Serve a um e desserve a outro. Não acredito na informação neutra, na informação assexuada. Toda informação, de certa maneira, glorifica alguém e sataniza outra pessoa. Enfim, não existe informação neutra e, nós que temos de trabalhar com esse material, temos de ficar permanentemente atentos. Acho que a ética, a preocupação de olhar a que serve aquela notícia, a que interesses legítimos ou não, escusos ou não ela serve é um processo interminável, permanente; é um produto de agonias e sofrimentos permanente".
Diante do material, o jornalista decide a maneira de publicá-lo, e neste BLOG, como a Palavra é Livre, não trunco nenhuma informação de interesse público ou não, salvaguardando sim, a fonte, que sempre que nos repassa os dados, quer vê-lo publicado. E como dever, faço postagem de um relato policial que se encontra no ostracismo.

Presado jornalista Waldercleydes Magalhães lendo seu blog por indicação de um amigo delegado policial civil do Pará vejo sua preocupação com os desmandos nas instituições publicas do seu estado, onde estive fazendo levantamento policial no ano passado. Agora gostaria de contribuir com sua matéria, e lhe envio resumidamente parte de um dossiê que foi encaminhado para a cúpula da Polícia Civil de São Paulo e do Pará, e pelo que sei, nada fizeram. Espero ter contribuído com seu blog. O meu amigo delegado paraense, me repassou sua índole, daí o desejo de ver publica essa denúncia. Abraço.
Francisco de Mola Neto vulgo China veio de São Paulo e se instalou no município de Ananindeua e ali sob os auspícios de Elder Barbalho o prefeito foi designado para comandar o DEMUTRAN daquele município mesmo sem ser funcionário.
Comandava uma cooperativa e responde por triplo homicídio e está foragido por responder inúmeros processos inclusive de outros homicídios
Controle total dos micros ônibus, catraca, câmeras sem a chave para os proprietários são obrigados a comprar os carros dele.
Agora comanda a UNICEPP reúne 53 linhas no município de Ananindeua
Implantando terror aos proprietários de Vans e Micro,
Lançou o PI o que causa transtornos aos passageiros já que poucos micros têm o Validador, os que não têm os passageiros são obrigados a pagar passagem  na marra.
Legalizou a frota de van e micros sucateados que ele manda buscar em São Paulo. Inclusive a maioria roubada, funcionando com as placas de São Paulo.
Quem tenta se opuser a China é ameaçado por ele próprio que se diz integrante do PCC Paulista.
Funcionários são ameaçados de morte caso procurem a Justiça ou policia, várias mortes de motoristas e cobradores já aconteceram naquele município e que estão nos casos insolúveis, mas, os cooperados sabem de onde partiu a ordem para matar.
China conta com um grupo de marginais que fazem o seu serviço sujo nos moldes de São Paulo.
China ordenou a invasão a Delegacia do PAAR para resgatar presos, e que serviu de teste para um grupo que trabalha pra ele.
Vários empresário e motoristas de Belém e Ananindeua se prontificaram a organizar a frota de alternativos e foram barrados até mesmo por Elder Barbalho, que abriu as pernas para China, o qual faz até o serviço de fiscalização para o DEMUTRAN.
Manda no DEMUTRAN
Obriga a encherem tanque de combustível na garagem de sua empresa e não tem liberação do CNPQ, a gasolina e diesel são roubado de caminhões na estrada e adulterado num sítio em Benevides. 
Os dois supostos ladrões mortos dentro de sua garagem eram da sua quadrilha e estavam pedindo demais havendo inclusive disputa de comando.
Obriga a comprar peças no cartão de crédito com ele, um espelunca que funciona como se fosse uma loja, com todas as peças roubadas nas estradas.
Ano de 2010 um elemento conhecido por Leo foi preso pela Polícia Federal com vários quilos de cocaína e maconha que conduzia em um carro palio na estrada próximo ao Gurupi na Belém Brasília. Leo é o chefe da empresa do China. Leo está preso.
China Já tem na Arcom registros de micros na linha Mosqueiro, Santa Barbara e Benevides. Não tem poder financeiro para possuir tantos carros. A maioria é roubado em São Paulo, Rio e Minas.
Publicado em jornais de São Paulo.
Inquérito aberto para apurar triplo homicídio mostra cobrança de pedágio e pressão para tomar linhas feito por China e sua quadrilha em São Paulo.
Máfia de perueiros: de extorsão policial a vínculo com PCC
Um triplo homicídio não solucionado revela o poder paralelo do crime organizado infiltrado nas cooperativas de perueiros de São Paulo. O inquérito de número 085662-0, instaurado em julho de 2003 e denominado Máfia dos Perueiros, começa com a investigação de um seqüestro seguido de morte de três perueiros que disputavam as linhas legalizadas pela Prefeitura. O principal acusado é China que está foragido para o Pará.
A crueldade na execução dos três, queimados em um lixão clandestino na zona leste, é só a ponta de um iceberg retratado em depoimentos de perueiros nas 1.497 páginas dos seis volumes do inquérito.

Os perueiros mortos, por exemplo, são acusados de invadirem armados a sede da Cooperpeople, cooperativa que opera linhas na zona leste. O presidente da entidade, Francisco de Mola Neto, conhecido como China, fez boletim de ocorrência no qual relata que 15 pessoas invadiram, em março de 2003, uma reunião na sede da cooperativa, dentre elas os perueiros seqüestrados seis meses depois.
China afirma que usa dos mesmos métodos em Ananindeua.

A família de um dos perueiros seqüestrados em são Paulo acusou China de tramar o assassinato dos três, que ainda hoje não está solucionado. A investigação do triplo homicídio prossegue.

Ao lado de China estava um investigador de polícia, à época destacado para fazer a escolta da família do delegado-geral da Polícia Civil, Marco Antônio Desgualdo. O investigador também era proprietário de um microônibus, que, a pedido de China, passou a operar na linha de uma das vítimas do seqüestro.

Em boletim de ocorrência registrado em 2003 no 41º Distrito Policial (Vila Rica), o carcereiro e o investigador evidenciam o esquema mafioso de China na disputa das linhas de perueiros na capital. O carcereiro acusa o investigador e China de tramar sua execução.
"O inquérito da Máfia dos Perueiros é conhecido como 'zica'. Ninguém quer pegá-lo, principalmente após os depoimentos apontarem a participação de China diz um dos investigadores responsáveis pelo inquérito instaurado em julho de 2003 pelo DHPP. Temendo represálias, ele não quer se identificar.

O poder de integrantes do PCC também é revelado nos depoimentos dos perueiros. A primeira menção à facção ocorre na investigação para tentar desvendar o seqüestro dos três perueiros. Um dos depoimentos aponta que uma das vítimas pediu apoio ao PCC para tentar "apaziguar" a então rixa com China.
Os três perueiros tentavam negociar a participação de integrantes do PCC no conflito em uma padaria na Cidade Tiradentes, na zona leste, quando foram vistos pela última vez com Leandro Lima de Carvalho, o Leandrinho. Ao ser interrogado, confessou ligação com o PCC. Mas ressaltou que a facção "não se intrometia em questões de caráter pessoal" e que ele intermediava a conversa entre os perueiros e China .

Leandrinho chegou a ficar preso. De volta às ruas, seu vínculo com a facção cresceu até um flagrante, desta vez, feito em maio passado durante a primeira onda de ataques do PCC em São Paulo. Ele foi preso com 8 fuzis, 24 granadas, submetralhadoras, munições de diversos calibres, carregadores, coletes balísticos e 3 escadas artesanais, produzidas com cordas e barras de alumínio. O arsenal estava dentro de um Vectra blindado, que trafegava pela Rodovia Castelo Branco, próximo à cidade de São Paulo.
Leandrinho esteve com China em Ananindeua em julho deste ano.

Integrantes do PCC foram presos na estrutura operacional das cooperativas. Evânio Caetano de Oliveira, o Vampirinho, foi preso por ligações com o PCC. Ele negou ligação com a facção e com o seqüestro dos três perueiros. Vampirinho respondia pela gerência operacional da máfia de China, assim como Leo hoje em Ananindeua.




quinta-feira, 19 de abril de 2012


 
CONCURSO C-47 NUNCA MAIS
No último dia 10 deste mês, durante as comemorações alusivas a criação da Polícia Civil do Estado do Pará, inúmeras autoridades constituídas foram homenageadas com medalhas tituladas “Amigo da Polícia Civil”.

Neste mesmo evento, o delegado geral Nilton Ataíde, anunciou com toda pompa e circunstâncias, de que até final deste mês estará a disposição ao público alvo, o Edital do concurso para ingresso na carreira policial civil especificamente nos cargos de delegados, investigadores e escrivães.
Como cidadão, fico feliz porque vem ao encontro do anseio de toda a sociedade, no preenchimento de uma lacuna antiga na segurança pública, em especial no interior do estado. Ao mesmo tempo, temerário, com mais esse concurso público anunciado, haja vista, que desde o famigerado Concurso C-47, quando houvera uma enxurrada de Mandados de Segurança por candidatos que não cumpriram com as exigências do edital, a maioria, por problemas mentais, e que de maneira obscuras, assumiram os cargos, mesmo tendo o Supremo Tribunal Federal, indeferido suas pretensões e determinado, suas demissões, o que até nos dias atuais não aconteceu, estando à maioria, já aposentados.

O acontecimento C-47, desgastou e desmoralizou os concursos posteriores, pois o condescendente Poder Judiciário paraense, ao não cumprir a determinação do STF, tornou-se refém dos candidatos toupeiras, que lhe batiam a porta exigindo a extensão da imoral e cínica concessão de liminares sem decisão do mérito até hoje, presenteando a sociedade e a Polícia Civil com manadas de asnos.
Esta condescendência criminosa não foi ato isolado do Poder Judiciário paraense, mas, por omissão, contribuíram e contribuem incomensuravelmente, o Ministério Público, a Procuradoria Geral do Estado, a OAB e as pífias e subservientes entidades que congregam os policiais civis, que ficaram e ficam mudas e quedas num comprometimento asqueroso para quem se auto proclamam preocupadíssimos com a moralidade e transparência na administração pública. Fico frustrado, em não poder postar minhas reflexões e indignações, com imagens em movimentos - vídeo, infelizmente, pois, teria o nímio prazer de gesticular tal qual o agora padrinho de uns caricatos “sindicalistas” da seara policial... Deputado Zenaldo Coutinho, que apresentava aos hoje afilhados a mão com os dedos dobrados com o pai de todos ereto.

Além dessas mazelas, existem os conchavos para beneficiar imoralmente os apadrinhados políticos e parentes dos administradores dessa combalida Polícia Civil, onde é rasgado de forma aviltante os ditames legais de moralidade, a exemplo, a Emenda 046/04 da Lei 022/94 - Lei Orgânica da Policia Civil, que preceitua que todos os candidatos aprovados serão lotados inicialmente nas cidades com menos de trinta e cinco mil habitantes, o que não é respeitado, e isso venho mesmo como beija-flor, denunciando, dando nome aos bois e seus currais, e não muito longe, a recente nomeação de um neófito delegado com pedigree forte, aliás, sob o manto de uma liminar, aportou inicialmente em Castanhal, e pasmem-se, já chefiando uma das delegacias daquela superintendência. Então, tenho que parafrasear novamente o intrépido deputado federal Romário: “O cara ainda nem tinha entrado no ônibus, e já tinha a janela assegurada”.
Ora! Num concurso onde, por exemplo, são aprovados 800 candidatos e nomeados 780, somente 80 sofrem os rigores das leis e 700 os favores paternais, maternais e outros de interesses pessoais, é evidente, que sempre haverá uma lacuna sem precedentes na segurança pública, especificamente.


quinta-feira, 5 de abril de 2012


COMO RECEBIDO
Agradeço aos vários e-mails encaminhados com informações diversas. Assim, com o pedido de publicação, faço postagem fac símile de um que merece vir a público, dado a extensão da informação, a torno por dever de ofício, como denúncia pública, e em especial ao Secretário de Segurança Pública Luiz Fernandes, pelo fato de haver o conluio de seus agentes além das mortes e ao Ministério Público por seu galho podre GEPROC.  

Tenho com outros companheiros de farda, acompanhado seu blog, e a gente ver da sua coragem de mostrar as coisas erradas dos poderosos. E lhe parabenizamos por isso, e se der divulgue o escrito abaixo que é a pura verdade de quem vive isso.
ADEMAR “O PODEROSO CHEFÃO”

O festeiro de prenome Ademar tem uma trajetória ilícita que envolvem assassinatos, tráfico de drogas e de influência e a máfia das aparelhagens.
Ademar, por um simples desentendimento, mandou assassinar seu sócio de prenome Santclayr, depois por um triângulo amoroso, mandou ceifar a vida de seu funcionário e amante de sua mulher adriano, este morto por PMs que fazem a segurança do referido festeiro e rendeu um carro zerado à delegada Yone e ao delegado Sombra.  Agora foi a vez de seu porteiro, morto no Aurá com cinco tiros pelo elemento conhecido como “Cebola”, que trabalha para Ademar na Mansão do Forró”, casa de show localizada na Marambaia.
Esse último foi executado porque jogou Ademar na Justiça do Trabalho e ganhou 52.000,00 do Al Capone Ademar, alcunha que vem levando na rodada de amigos, pois ninguém põe a mão nele, hajam vista as festas que realiza para própria Polícia, evento recente foi no Grêmio Literário Português.
Ademar tem vários “aviõezinhos” nas festas de aparelhagens que realiza e no final dos eventos prestam conta das drogas vendidas com seu sócio Neto e este com Ademar.
Todos esses homicídios tem participação direta de Neto, sócio de Ademar e Yeca, gerente do Príncipe Negro.




sexta-feira, 30 de março de 2012



CONFRARIA DE CANALHAS
Como não é segredo pra ninguém que este simplório jornalista é um tunante apaixonado pela lusa paraense, bi campeã nacional, e hoje agoniza juntamente com todo o futebol paraense, em conseqüências das más administrações que se perpetuaram nos clubes deste estado depois dos anos 80, em que pese a nossa querida – leia-se minha família, Lusa ter revelado inúmeros craques de renome internacional, que foram praticamente doados a outros clubes em detrimento aos gastos com suas formações, ou seja, administrações caricatas e marginais, sem nenhum tino para o esporte e em especial o futebol profissional.

Esse comentário voraz ao meu querido clube me respalda esmiuçar as administrações de outros clubes papa chibés em especial nesta linha, ao Paissandu Esporte Clube, que diferentemente da Tuna, possui uma incomensurável torcida apaixonada e às vezes xiita, ao ponto de não enxergar as mazelas perpetradas por seus dirigentes que se infiltram naquela comunidade apenas para auferirem vantagens pessoais de toda sorte.

Recentemente fui surpreendido e acredito que muitos cidadãos, de bem, também o foram, com a contratação, pasmem-se, pela diretoria do Paissandu, do Sr. José Robson Nascimento, apelidado pelos babadores de microfones, esses, não menos coniventes com as mazelas do nosso futebol, de “Rob Gol”, como gerente de contratações de jogadores profissionais de futebol, para aquele clube. Usando da analogia, seria como chefe de licitações de uma entidade pública, e até as pedras sabem, o que ocorre em 99,99% das licitações. Vejam o dito popular: “É a raposa tomando conta do galinheiro”.

Como todos os paraenses esportistas e desportistas são conhecedores, “Rob Gol” foi um jogador meia boca, e que aqui estacionou como final de linha, tendo a sorte, de fazer parte de um time que tinha entre seus valores, Válber, Magnum, Yarley, Sandro e outros daquela equipe que coincidentemente foram criados ou lapidados na minha Tuna Luso Brasileira, e estavam no auge de suas formas técnicas e físicas, do que se beneficiou “Rob Gol” para se destacar junto à torcida bicolor paraense, a qual, num ato impensado, própria de asnos, o conduziu ao cargo de Deputado Estadual na Assembléia Legislativa paraense.

É público e notório, que “Rob Gol” também fora um meia boca como deputado, passando desapercebido naquela Casa do Povo, onde nenhum projeto até mesmo em favor da comunidade bicolor paraense apresentou, pelo contrário, ganhou notoriedade em um dos maiores escândalos perpetrados por deputados paraenses dentro da AL, ao ser pego com a quantia aproximada de R$500.000,00, e outros mais de R$40.000,00 em tikctes alimentação, que pertenciam ao povo, mesmo já fora do mandato. E ainda, colocara metade de sua família que nem se quer reside neste estado, como assessores de junto a seu gabinete percebendo altos salários. Diga-se: “Uma farra com o dinheiro público, até mesmo dos bicolores que o elegeram, num evidente conluio com os craques da política paraense, que lhe deram inúmeros passes pondo-o na cara do gol para tantas falcatruas”.

Permitam-me parafrasear: “Não é a grita e a falcatrua dos maus e sim o silêncio e a inércia dos bons”. Isso é que me deixa perplexo quanto a mais este fato no Paissandu de tantas glórias ao estado do Pará. Será que nessa “nação” bicolor ninguém teve a percepção de enxergar o engodo e a indignidade que significa a introdução goela abaixo de referida raposa? Ou estão usando o Paissandu para esconder velhaco usurpador? Isso porque, como é sabido por demais, “Rob Gol” encontra-se indiciado em vários processos, e assim, sabe demais, e o colocando no galinheiro, ficaria mudo e quedo.

Então só me resta concluir, infelizmente desta forma, que o Paissandu Esporte Clube, está sendo aviltado por uma confraria de CANALHAS.


quarta-feira, 28 de março de 2012


 
ASSASSINOS A SOLTA
A morte do investigador Tadeu, ocorrido na cidade de Soure no ano passado, até a presente data o delegado geral que usando sua Bola de Cristal assegurou que fora acidental o assassinato do intrépido policial.
É de se estranhar, que esse mesmo delegado geral, não venha fazer pirotecnia com banner a sua retaguarda, como faz na maioria dos casos comuns em que a degenerada Polícia Civil é obrigada a se fazer presente, e assim com falácia dizer de providências a serem adotadas, e que nunca se ver.
O noviço delegado Felipe que comandou a ilegal diligência, apresentou-se como autor da morte do investigador Tadeu, com quem tinham um bom entrosamento, tanto é que a primeira lotação do delegado fora em Anajás onde já estava lotado o investigador. Ao ser transferido para Soure, Felipe prometera interceder pela transferência de Tadeu também para Soure.

O caso cheirou ruim, e fede até hoje, haja vista esse mesmo delegado geral não tenha vindo a público dizer das providências para a elucidação dos fatos, ou então responder as perguntas evidentes: “Havia animosidade entre policiais que compunham a desastrada diligência? Seria mesmo o delegado Felipe autor dos disparos? O delegado não estaria segurando a barra para algum policial? Porque Tadeu um velho policial iria entrar sozinho pelos fundos? Quem realmente matou? Porque teria morrido?”

Este jornalista está seguindo a trilha na busca destas respostas, doa a quem doer. Aliás, o secretário de segurança pública Luiz Fernandes por dever de ofício, poderia dizer por onde anda os procedimentos administrativos e criminais. Os criminais não será difícil de localizar na Comarca de Soure. É também de se dizer da omissão, do cágado Ministério Público, que também gosta de uma pirotecnia para prender vendedor de açaí e de CDs e DVDs piratas.


 
GUARDA EM FESTA
Amanhã 29 de março de 2012, a comunidade Forense do estado do Pará, mais uma vez estará em festa, desta feita, para em aplausos de feliz aniversário, elevará o nome de uma das maiores reservas morais daquela comunidade, Carlos Alberto Silva e Silva, membro nato da Guarda Judiciária do Tribunal de Justiça do estado do Pará. Ao intrépido servidor, os nossos aplausos também, com o grito de FELIZ ANIVERSÁRIO meu amigo.

terça-feira, 27 de março de 2012


O RETORNO
Estive ausente das postagens, o que lamento, por necessidade imperiosa de cuidar da saúde. A maioria dos leitores bem sabe das minhas limitações. Assim, agradeço os inúmeros acessos a este BLOG, nesse forçoso interregno, até mesmo os que cobravam postagens, a maioria anônima preocupados... Quem diria. Nesse período, nas idas e vindas a hospitais, encontrei vários conhecidos de outrora, entre eles alguns policiais já aposentados, que na indolência da aposentação, confessaram-me que vez ou outra acessam o BLOG, e ficam aos risos de algumas postagens, em especial as policiais com predominância àquelas que têm como personagem principal o Jaburu Peçonhento, que depois de inúmeros acessos descobriram quem seria referida figura, e parabenizaram-me pelo desnudamento da víbora, dizendo de suas preocupações com os que hoje lhe acompanham, e que mesmo a contra gosto deles, se auto-intitula presidente de uma associação classista. Nesses encontros dentro das ante-salas dos consultórios médicos, ouvi várias histórias policiais ocorridas nos anos 70 até os atuais no âmbito da Polícia Civil e Militar, garantindo-me os confabulantes, que todas são reais. Confidenciaram ainda os civis, que muitas dessas pegadinhas televisivas, era o passa tempo do saudoso amigo Francisco De Paula Souza Vasconcelos, o eterno escrivão SOUZA. Assim, volto com as postagens dos Contos Policiais. Obrigado fiéis leitores.

CUPIUBA LIBERADA
Como bem sabem os leitores deste BLOG beija-flor, que não me presto para papagaio, ou seja, matérias batidas não devem se repetir. Assim, mais uma vez digo que não tenho domínio da Ciência Jurídica. Todavia, como cidadão e jornalista, usando do direito constitucional da livre manifestação, ouso a discernir no imbróglio que tem como personagem principal o ex-deputado Luiz Sefer, que mais uma vez fora absolvido pelo Tribunal de Justiça do Estado do Pará, através da 3ª Câmara Criminal Isolada daquele Poder.

Minha manifestação se dá pelas duvidas que não foram dissipadas em minha verve e por tantos outros que não tem um meio aberto de colocar sua opinião.  Assim pergunto: A juíza que prolatou sentença condenatória contra Luiz Sefer é burra? Teria aquela magistrada sido pressionada por forças ocultas para condená-lo? Ou a magistrada que instruiu o processo desde seu gene o condenou de forma contrária às provas arraigadas aos autos? Certamente que não, sua decisão, a olhos claros, fora em consonância com tudo carreado para os autos, haja vista, que a mesma não fora processada por Luiz Sefer, não tem nenhuma representação contra a mesma na Corregedoria do TJE, não houve argüição de suspeição, e nem tão pouco, qualquer manifestação do CNJ sobre a juíza e sua sentença condenatória.

Outra vez fico dúbio, é quanto à manifestação do TJE, tanto no recurso quanto no agravo sobre a condenação de Luiz Sefer, pelo fato do relator de ambos os procedimentos, desembargador João Maroja, este que interrompeu suas férias para julgar a cassação do prefeito Duciomar Costa, só o não fazendo porque argüiu suspeição, uma vez que seu filho é procurador do Município de Belém.

Ora! Se o seu filho é concursado, ou seja, não devendo favor a ninguém, para usufruir do cargo que ocupa, porque a argüição de suspeição? Será que o procurador é filhinho de papai e estaria na sinecura pelo status do mesmo? Digo isso porque o desembargador João Maroja, oriundo da OAB, fora o relator do recurso que absolveu Luiz Sefer, e não se dignou em argüiu de sua suspeição no Agravo do Ministério Público, já que havia se manifestado anteriormente, mesmo que a lei diga que ele poderia e pode mudar o voto.

Muitas coisas legais, a vista do senso comum é imoral.

Já no mérito da absolvição, fiquei outra vez dúbio, tendo em vista a manifestação do desembargador João Maroja, que se baseou no depoimento da irmã da vítima (nos autos) de que a mesma já vinha sendo molestada por seu pai antes mesmo de ir morar com Luiz Sefer, aos nove anos de idade, para ser dama de companhia de sua filhinha de dezessete.

Resta-me concluir, ainda em dúvida quanto a esta decisão, que nova jurisprudência fora criada, para deleite dos pedófilos, estupradores e outras bestas humanas deste estado. Se não vejamos: Se a vítima – independente de idade, não for mais virgem... Desculpe-me! Podem os pedófilos e estupradores, passarem a cupiuba em quem quer seja que suas impunidades estão mantidas pela recente JURISPRUDÊNCIA.
 CONTO POLICIAL
O SOLICITO ESCRIVÃO
O saudoso escrivão Souza como era conhecido o intelectual Francisco de Paula Souza Vasconcelos, quando na atividade policial, gostava de fazer umas hoje chamadas “pegadinhas” com os companheiros policiais.
Uma de suas vítimas dessas pegadinhas fora o também escrivão policial conhecido por Salvador. O brincalhão Souza, de plantão na antiga Permanência da Central de Polícia hoje SUSIPE, confabulou com o delegado de plantão e uma investigadora, no sentido de ligarem para a unidade policial da Estrada Nova, hoje extinta, onde estava de plantão o escrivão Salvador.
A cúmplice investigadora prestou-se a ligar para referida unidade, dizendo-se mãe de um rapaz que estava detido na Permanência da Central, e pedia para que o delegado de plantão da Estrada Nova intercedesse em favor do rapaz, haja vista que o advogado procurado pela família havia pedido a quantia atualizada nos dias de hoje em mil reais. Entretanto, a mesma só conseguiu arrecadar junto a amigos e familiares, a quantia de seiscentos reais, e a interferência dava-se em favor da amizade que o delegado tinha com a vó do rapaz preso, a qual por muito tempo fora secretária do lar do referido delegado.

Como o delegado não se encontrava, Salvador passou-se pelo mesmo e pediu que a investigadora desse o nome do rapaz e ligasse após quinze minutos.
Salvador de posse dos dados pessoais do rapaz telefonou para a Permanência da Central, sendo atendido por Souza, e indagou sobre o motivo da prisão do rapaz, tendo Souza respondido como era de praxe nos anos setenta, que o rapaz encontrava-se preso, pelo chamado arrastão, e perguntou a Salvador o porquê do interesse pelo rapaz, tendo Salvador respondido que se tratava do neto da empregada de seu pai, e que sofria de problemas no coração e estava passando mal com aquela prisão, e se havia condição de liberação para o mesmo.

Souza sempre solicito, disse que em nome da amizade profissional que dispensava aos colegas policiais, iria interceder junto ao delegado da Permanência, para liberação imediata do rapaz. Porém, Salvador pediu que só o liberasse com sua presença, pois gostaria de dá um corretivo labial no mesmo.
A investigadora cúmplice, em seguida, ligou para saber o que tinha resolvido o delegado amigo dos familiares do rapaz. Então Salvador respondeu que a bronca era feia e que estava o rapaz preste a ser autuado em flagrante, mas que iria dá um jeito, desde que os familiares levassem os valores arrecadados e o esperasse na Praça Dom Macedo Costa, e não falasse com nenhum policial a não ser com o escrivão Salvador que era de sua confiança, e iria em seu opala para resolver o caso, isso já às 19 hs.
Souza e o delegado, mais a investigadora, ficaram observando a chegada de Salvador, que não demorou a estacionar seu opala e locomover-se de um lado para o outro na expectativa de alguém lhe contactar.
Já lá pelas 23;30 hs, dirigiu-se até a Permanência, tendo cinicamente, Souza exclamado: “Egua Salvador, eu quero ir jantar e tu não aparece... È pra liberar o rapaz ou não?” Pausadamente Salvador disse: “Agüenta até amanhã de manhã! Isso até hoje Salvador espera, sem saber que fora vitima de uma PEGADINHA digna de Sílvio Santos na TV.