quarta-feira, 12 de outubro de 2016

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O ENXOFRENTO DA MARAMBAIA

Dentre as muitas visitas que fiz a amigos neste período nazareno que vivemos e respiramos em Belém, fui levado até a casa de um conhecidíssimo policial no bairro da Marambaia, e ao chegar, nas apresentações, me surge à figura impoluta daquele investigador do ócio dos plantões da Cabanagem, o qual, de bate pronto lascou: Égua! Não vou demorar, estou sentindo um odor de enxofre danado! O que fora confirmado por mim e pelos demais presentes. Havendo uma temperança por parte do anfitrião, de que seria tão somente algum vento efêmero, até porque, nos encontrávamos próximo a um poste de iluminação onde instalada estava uma caixa de som de uma rádio comunitária, que tem em sua programação geral, palavras bíblicas.

Mas para surpresa, gelidez e arrepio corporal do serelepe investigador, eis que surge daquela caixa, a voz fantasmagórica e de um espírito luciferino, travestido de ordeiro, recitando trechos da Bíblia Sagrada, como se bom samaritano fosse.

Aturdido e gélido, o investigador perguntou ao anfitrião se ele conhecia aquela voz, tendo o mesmo respondido que sim, e que se tratava do famigerado Jaburu Peçonhento, e de que o mesmo se apresentava por aquele meio de comunicação como irmão de uma comunidade cristã evangélica da qual se diz membro. Não titubeou o investigador em arrematar: “Égua! Meu faro não me engana quando se trata do Diabo!”.

Foi a gota d’água para os comentários de quanto é canalha tal figura, visto sua malfadada passagem pela Polícia Civil em duas fases, ambas, de verdadeiros descalabros, com trairagem diversas contra seus pares, assim como ações desidiosas, como a que lhe levou a receber chineladas de uma delegada corregedora; a intriga entre um delegado seu ídolo hoje falecido e o então delegado geral; o sumiço do muiraquitã; a morte de dois papagaios (aves); o afundamento de uma entidade classista e agora, transformado um galo cego em morcego.

Como bem é sabido nas hostes policial, o apelido de Jaburu Peçonhento fora dado por um delegado geral, e o de Canalha, também por outro delegado Geral, ambos hoje aposentados.

No auge dos comentários fica mais forte a fetidez de enxofre, quando o amigo anfitrião nos diz que aquela figura mefistofélica morava a poucos metros de onde estávamos daí, a certeza maior do investigador e minha, que corríamos risco mais uma vez de sermos sufocados pela proximidade àquele enxofrento, fotografia em 3D de Lúcifer.


Naquele momento, todos assustados com o mau agouro, nada mais justo do que darmos as mãos e rezarmos o Pai Nosso e Ave Maria, e assim com o crucifixo nas mãos nos livrarmos daquele... Canalha! Canalha! Canalha!

terça-feira, 4 de outubro de 2016

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MORTES DISSIMULADAS
A morte de três policiais militares do estado do Pará, acontecidas no ano passado e este ano, tiveram versões diversas em especial a apresentada pelas Polícias, Civil e Militar e especialmente, pela imprensa hematófaga que fez pirotecnia quanto às mortes.

O primeiro caso ocorrera na cidade de Dom Eliseu, onde dois cabos foram mortos e um ficara aleijado, sendo narrado e apresentado à população de que foram atacados por bandidos que queriam roubar as armas dos policiais, os quais não tiveram chance de defesa e foram alvejados. Porém, a verdadeira versão é de que os policiais estavam a serviços escusos do prefeito de Dom Eliseu Joaquim Nogueira Neto, o qual contraíra uma divida de mais de duzentos mil reais com um agiota conhecido como Carlos Cigano residente naquele município, dinheiro pedido para sua campanha a prefeito, e que não a teria pagado, com o agiota o cobrando insistentemente, e a se ver pressionado e tendo como segurança pessoal o Cabo PM Duarte, planejou a morte do agiota, tendo Duarte contratado outros dois policiais para a empreitada que seria de sessenta mil reais.

Acertos feitos, Duarte com os dois comparsas fizeram campana na frente da casa do agiota, e quando este chegava à residência, sua filha percebeu a movimentação do trio e quando ia para atacar o agiota que ainda estava em seu automóvel, eis que a filha disparou contra o trio, matando Duarte e outro comparsa assim como aleijou o terceiro. Ao sessar o tiroteio e corpos no chão, tiraram os capuzes dos mortos e feridos, ali estava o Cabo Duarte e seus dois comparsas.

O caso foi abafado e os policiais enterrados com honras, inclusive no Maranhão de onde era oriundo Duarte, estando o alvejado em cadeira de rodas vivendo em Ulianópolis no Pará, e o agiota e sua filha fugiram de Dom Eliseu. Porém, em vindita, policiais civis e militares certamente ao mando do prefeito, armaram uma casinha para Carlos Cigano, e o conseguiram prender com outra acusação, estando hoje recluso ao sistema penal, e será ouvido quanto ao assassinato dos policiais.

O outro caso acontecera recentemente em Benevides, onde o Cabo Márcio fora assassinado, e amplamente divulgado de que fora fazer uma abordagem a um elemento que não lhe deu chance de defesa o executando.

Nas investigações atuais, Cabo Márcio morava em Marituba, e fazia segurança para um empresário de Benevides, assim como para o traficante Pio, a quem fazia cobertura para a obtenção de drogas vindo da Colônia do Prata.

Márcio seria integrante de um grupo de extermínio que atua em Benevides, e no começo do ano teria participado da morte de duas pessoas em Barcarena, estando um processo em andamento, no qual Márcio fora indicado como testemunha, faltando à audiência marcada naquela comarca, de onde fora expedida Carta Precatória para oitiva de testemunha em Benevides, onde Marcio efetuou com seu patrão a prisão de duas pessoas arroladas no processo, e Marcio sabendo que a mascara cairia, fez pressão ao seu patrão de bico e por isso fora silenciado, antes de acontecer a audiência em Benevides.

Dado seu assassinato, Policiais Militares em vingança, executaram o traficante Pio e sua mulher, alegando que foram os mandantes da execução de Márcio, que tinha fortes laços de amizade com Pio, inclusive frequentando sua residência.

Esta reviravolta chega às mãos do intrépido promotor de Justiça junto a Auditoria Militar, Armando Brasil, que poderá fazer a reabertura dos dois dissimulados procedimentos policiais para a elucidação dos fatos na sua verdade. 

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

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DELEGADOS DESIDIOSOS
Tem sido crescente o esforço do Poder Judiciário para não alimentar a indústria do Termo Circunstanciado de Ocorrência, o famigerado TCO, que se tornou a válvula de escape dos policiais desidiosos que infestam a Polícia Civil, esses, por desconhecimento e falta de aptidão para o mister, se desfazem da função pública de investigar, para se apressarem a enviar para o Judiciário os meros dissabores normais e próprios do convívio social, que, aliás, não são suficientes para originar atuação policial e tão menos, ação judicial, visto serem pedidos sem propósito e que sobrecarregam uma Justiça em busca de soluções para a crescente quantidade de processos.
A jurisprudência do STJ é categórica: “aborrecimentos comuns do dia a dia devem ser, quando tomado conhecimento pela autoridade policial, dirimidos no âmbito da Polícia Judiciária dentro de seus mecanismos próprios, observando-se os limites legais”; Mas, ao contrário, vêm fazendo os delegados de Polícia do Pará, em especial, os quais, simplesmente e puramente simplesmente, fazem dos famigerados TCO marcas registradas de atuação para as desregradas estatísticas.
E é justamente a natureza abrangente e subjetiva do instituto que tem provocado à avalanche de processos por TCO nos Juizados Especiais do Pará e quiçá, brasileiros.
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APLAUSOS AOS POLICIAIS
O Tenente Coronel Salim, da Polícia Militar, Comandante do CPRM – Comando de Policiamento Regional Militar que abrange Marituba, Benevides e Ananindeua, vem se destacando por sua metodologia de trabalho, simplicidade e urbanidade com seus subalternos, o que leva às ruas, um policial sadio física e moralmente, atuando com perspicácia e solicitude ao cidadão, numa atividade voltada à população. Daí, termos que elogiar a atuação magnânima do policial Salim, que certamente, encontra-se na contramão de alguns oficiais medalhões para a imprensa hematófaga. Por seu exemplo aos demais, resta-nos aplaudir em nome do povo o exemplo do coronel Salim, assim como, ao sargento Vaner Miranda, por sua atuação na área vermelha do Tapanã, onde Vaner Miranda e seu patrulheiro, CB Pedro Paulo, fazem um trabalho de vanguarda em termos policial ostensivo e preventivo em favor da comunidade a que servem com altivez. A dupla de policial é integrante da 11ª AISP do 24º BPM sediada no conjunto Maguari.
Nossos aplausos aos três diferenciados policiais, que nos mostram que ainda temos policiais em Belém.

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ESCRAVISMO NO BRASIL
A  Organização Não Governamental Walk Free Foundation, em estudo recente, aponta o Brasil na 94ª posição no mundo, entre os países que, proporcionalmente à sua população, possui em especial na zona rural, centenas de trabalhadores submetidos a regime de escravidão.

Internacionalmente algumas ações brasileiras são consideradas exemplares. Porém, o país ainda encontra incomensuráveis dificuldades para alavancar nessa questão, haja vista esbarrar nos escusos interesses políticos atrelados, principalmente, ao latifundiário.

Isso se observa na natimorto Proposta de Emenda Constitucional nº. 57-A/1999 que “pretendia” dá força às leis sobre o tema, a apelidada PEC do Trabalho Escravo, a qual se encontra no ostracismo parlamentar desde 1999 com dificuldade de sair da hibernação para sua aprovação.

As entidades e ONGs que lutam para acabar com o Trabalho Escravo, asseveram que a PEC propõe questões que “desagradam demasiadamente os proprietários de terras no Brasil”, e bem se sabe que muitos desses com assentamento nos parlamentos em especial no Senado, e seus argumentos contrários são de uma fragilidade de porcelana ao alegarem que o conceito de Trabalho escravo no Brasil não é bom, o que certamente não é verdade, mas, a obrigação de confisco de propriedade onde for flagrado o trabalho escravo, sendo destinado ao programa de Reforma Agrária sem nenhuma indenização ao proprietário, isso sim, é o ponto nefrálgico para os parlamentares.

O Ministério do Trabalho vem desenvolvendo incansavelmente ações de combate ao Trabalho Escravo no Brasil e isso vêm a registrar avanços no combate à escravidão de forma definitiva, tendo inclusive sido condenado 350 proprietários que ainda não tiveram suas propriedades confiscadas dadas a resistência politica partidária que se omite em levar para aprovação a PEC nº. 57-A/1999, alavancando a ação criminosa dos latifundiários. Com isso, deixa-se de registrar e atuar em muitos problemas que ainda precisam ser diagnosticados e erradicados no Brasil, existindo grande número de pessoas vivendo em condições sub-humanas de trabalho.
O escravismo é considerado internacionalmente uma violação grave aos direitos humanos, no sentido de explorar e privar o ser humano do exercício de sua liberdade, como vemos nos médicos cubanos, que trabalham e o dinheiro que deveriam receber vai para os seus dirigentes em Cuba, ou seja, é mesmo que o cidadão trabalhar em uma fazenda e ao final do mês o dono da fazenda diz que ele não tem saldo porque gastou com comida e etc. 

quinta-feira, 22 de setembro de 2016


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ASSALTANTES RENDEM
PORTEIROS NA SEDUC
Em menos de dois meses este ano, uma quadrilha de assaltantes de bancos, que de maio a julho fez a festa em Belém com vários roubos de caixas eletrônicos instalados em órgãos públicos, tentaram por cinco vezes roubar o posto bancário do Banpará localizado nas dependências da SEDUC na rodovia Augusto Montenegro, isso durante a madrugada nos primeiros dias do mês julho.

Na primeira tentativa os assaltantes renderam quatro dos cinco porteiros, e só não consumaram o seu intento, devido à fuga de um dos porteiros que avisou a Polícia Militar, a qual ali se fez presente sem que nada tenha ocorrido quanto à prevenção contra a ação dos meliantes, que por não terem conseguido roubar nada na primeira tentativa, fizeram outras quatro incursões no mesmo local, e outra vez nada levaram dada a perspicácia dos porteiros que se esconderam, dificultando a ação criminosa.

É bem sabido que no ano passado aquele posto do Banpará já fora assaltado com êxito aos bandidos, e na época do assalto era a empresa Pará Segurança responsável pela segurança, a qual no início de junho deste ano de 2016 abandonou a segurança da SEDUC por falta de pagamento, sendo contratada sem licitação a empresa de segurança SAPE - EMPRESA SERVISE ALIANÇA PARÁ -  que de pronto enviou quatro equipes de porteiros para, pasmem-se, fazer a segurança dia e noite do patrimônio público e, por conseguinte do posto bancário, o que é crime, visto que porteiro não é vigilante, e serviço de segurança é feito por vigilante armado e porteiro não pode portar arma, e é assim que vem atuando os contratados da SAPE, ou seja, com desvio de função e ainda exposto ao perigo até de morte os explorados cidadãos que por necessidade aceitam o tratamento cruel com a nomenclatura de agentes de portaria, cargo/função esta inerente a servidores público e não particulares.

Aqui comentamos, mesmo não sendo bacharel em Direito, que o porteiro/agente de portaria é um profissional que não exerce a função de vigilante armado, porém, fica sempre atento na portaria. E isso não vem observando a SAPE com seus empregados, os contratados pela SEDUC que vêm fazendo o serviço como se vigilantes fossem, sem nenhum armamento e ainda em deslocamento por toda a área da sede o que é ilegal e criminoso, bem como do posto do Banpará que deveria ter sua própria vigilância, e não a que serve à SEDUC.

O agente de portaria é um profissional que não exerce a função de vigilante armado, mas, no caso da SEDUC os porteiro/agentes de portaria contratados junto a SAPE, estão sendo obrigados a atuarem como vigilantes e certamente a empresa recebe do estado como se os fossem, visto que o salário do vigilante e maior que o do porteiro/agente de portaria.
O vigilante tem como atividade a guarda ostensiva, similar àquela desenvolvida pela Polícia, só que em ambientes internos, cuidando não só do patrimônio da empresa, mas também da vida dos que ali estão vinculados e encontram-se sob sua guarda, podendo, para tanto, usar arma de fogo. De logo, verificamos que há uma grande diferença nas atribuições e responsabilidade, tendo o vigilante função imensamente mais arriscada, não havendo como se falar em equiparação.
Temos noticiados e postado decisões dos nossos Tribunais condenando essa prática espúria dos donos de empresas de vigilância, especificamente a com contratos com órgãos públicos, visto que um porteiro que passou a trabalhar como se vigilante fosse, sempre teve reconhecida esta condição pela Justiça do Trabalho. É que, nessa jurisdição, não vale o que está registrado em carteira, no contrato de trabalho ou o título do cargo, mais sim a função exercida pelo obreiro, a realidade vivida.

As empresas de segurança fazem a exigência para contratação de seu pessoal do curso obrigatório de vigilante e os que estão em atividade com reciclagem. Porém, é tão somente para burlar a lei, pois, usam até mesmo sem o referido curso como é o caso da SEDUC... Salvo engano!

É bom lembrar aqui e alertar os agentes de portarias da SAPE que estão a exercer a função de vigilante, que cabe reclamação contra a empresa, que condenada, terá que pagar todas as obrigações do reclamante, como se vigilante fosse: piso, PLR, férias, 13º salário, reflexos nas demais verbas remuneratórias. E ele pode ajuizar a reclamação sem sair da empresa e se saiu requerer dano moral, pois sem o curso referido, correu riscos, pode dizer que foi explorado, que fez o que não queria e etc.

A atividade de segurança privada é regulamentada pela Lei 7.102/83; Decreto 89.056/83 e por portarias do Ministério da Justiça, em especial a Portaria MJ-387/2006, sendo que a atividade da segurança privada é explorada através do exercício da função do Vigilante, função esta desempenhada com a nítida ostensividade, porém, somente podendo ser exercida por profissionais habilitados, que tenham realizado curso de formação de vigilantes e suas reciclagens, sendo-lhe permitido o porte de arma de fogo, de calibre 38 (em geral, podendo ser 32), não importando se em determinado posto será ou não exigido que o vigilante trabalhe armado.

        Assim, o vigilante deve prestar seu serviço com a nítida finalidade de proteger o patrimônio e o agente de portaria deve averiguar a entrada e saída de pessoas e veículos, proceder a anotações em relatórios específicos sobre estas movimentações, orientar os pedestres e condutores de veículos quando necessário.

O Vigilante, quando em serviço, está certificando-se de que o perímetro vigiado está em segurança, segurança essa em relação ao patrimônio e contra ações criminosas eventualmente tentadas ou mesmo, eventualmente consumada, como acontecera na SEDUC, e que a imprensa hematófaga não deu ênfase, certamente, por não ter havido nenhuma baixa... Graças a DEUS!

Além da exposição aos perigos os agentes de portaria ainda são submetidos a carga horária excessiva, ao ficarem de sobreaviso em suas folgas para completarem a faltas de algum agente, isso, sem remuneração devida e adequada.

Esses agentes de portarias assim são chamados e rotulados, para desviarem a ação dos sindicatos dos Vigilantes, que também está mudo e quedo quanto a essas ações criminosa das agências de vigilância em Belém.

Então senhores operadores do Direito... Opa! Isso não dá IBOPE!
(Foto Agência Pará). 

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

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CORONEIS DA PM NO
BANCO DOS RÉUS
Pela prática dos crimes de Estelionato contra a Administração Pública, capitulado no Artigo 251, § 3º e Peculato previsto no Artigo 303, § 1º, ambos do Código Penal Militar, sentarão no banco dos réus conjuntamente, o coronel Fernando Augusto Dopazo Noura e o tenente coronel César Maurício de Abreu Mello, os dois da Polícia Militar do estado do Pará.

A dupla de oficial em conluio deu um rombo milionário nos cofres públicos do estado do Pará, numa transação ardilosa com nada menos que Romulo Maiorana Junior, que colocou para a transação criminosa um de seus aviões, como se tivesse o alugado ao estado do Pará.

Funcionará na presidência do julgamento o juiz Wagner Soares da Costa, com o Promotor de Justiça Armando Brasil atuando na acusação dos estelionatários.

Romulo Maiorana estará presente à sessão assim como Adriana Porto Dias e Sheila Regina Barata e Silva, que poderão ser indiciados em processo criminal na Justiça Comum.

A sessão está marcada para iniciar as 09:00hs deste dia 15 de setembro.(Foto Diário On Line)

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TRABALHO ESCRAVO
No mundo ocidental o Brasil foi a última nação a abolir o trabalho escravo de forma oficial, ocorrido no século XIX em seu final. Porém, em termos práticos, o trabalho escravo continua a existir atualmente no Brasil e especificamente no Pará.

A comprovação encontra-se no documento à mensagem n.º 1072859 apresentada por intermédio do Serviço de Informação ao Cidadão – SIC, do Ministério do Trabalho e Previdência Social por REPÓRTER BRASIL - Organização de Comunicação e Projetos Sociais, órgão que se subordina aos termos da lei que regulamenta o acesso a informações previsto no inciso XXXIII do art. 5o, no inciso II do § 3o do art. 37 e no § 2o do art. 216 da Constituição Federal, onde temos a ocorrência de 200 mil trabalhadores dentro do Brasil vivendo em regime de escravidão, é o que indica o Índice de Escravidão Global, elaborado por Organizações Não Governamentais ligadas à Organização Internacional do Trabalho.

De janeiro de 2013 até março de 2016 foram condenadas 350 empresas e pessoas em todo o Brasil, e destas, 142 estão no Pará, com ocorrência em massa na região do Araguaia, mas, próximo a capital Belém, varias foram as condenações de empresários como o proprietário da Fazenda Jatobá - Rod. PA 140, km 31, Ramal Santa Maria, zona rural, Tome Açu/PA, onde havia cinco trabalhadores em regime de escravidão, com a sentença sendo prolatada em 06/05/2015.

No município de Paragominas foram oito condenações, duas em Tailândia, quatro em Rio Maria, uma Ulianópolis, as mais próximas de Belém.

Nas próximas postagens novos nomes e endereço dos escravizadores no Pará, com matéria completa no Jornal de Belém com edição nas ruas a partir do dia 28 de setembro.

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FORAGIDO COM REGALIAS
EM DOM ELISEU

Na operação policial que desbaratou uma quadrilha de agressores ao meio ambiente em Dom Eliseu e falsificadores de documentos ambientais, um elemento que participou da morte de Paulo Cesar Farias e de sua mulher em Alagoas, fora preso e depois de quinze dias de prisão estar solto a voltear livremente em Dom Eliseu, mesmo sendo considerado foragido de Justiça.


Este mesmo elemento tem um rosário de ocorrências na Delegacia de Dom Eliseu e alguns com tramitação no Fórum local, sendo sempre visto em companhia de policiais civis e militares destacados naquele município, e se vangloriando de se apadrinhado na esfera judicial, aliás, referido elemento vem invadindo e comandando invasões de terras na área de Dom Eliseu, Rondo do Pará e Paragominas, sem que nada lhe aconteça.

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

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SISTEMAS NATIMORTOS
As implantações de Sistemas de internet levados a efeito no Judiciário paraense, em nenhum momento satisfez as necessidades que se propunham tais mecanismos, chamados de soluções para celeridades. Dentre os natimortos sistemas, convivemos com o atual PJE, que ganhou o apelido de Pesadelo Judicial Eletrônico, dado sua ineficiência, o que causa transtornos diversos a promotores, juízes, advogados e pior, aos usuários comuns. Enquanto a Paraíba sai na frente, o Pará faz jus ao passo do caranguejo.

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FALÁCIA DOS EMBUSTEIROS
A falácia é a tônica na campanha eleitoral em Belém, onde candidatos a prefeito, alguns manjados por suas inoperâncias até mesmo como prefeito, invadem as residências das pessoas alardeando que tudo farão pela segurança, saúde e educação. Um destes falastrões, grita que criará a secretaria de segurança publica municipal, o que é imoral e cínico, visto que a segurança pública tem dever definidos na constituição, e esse mesmo candidato pensa que Belém só tem bandido, falando só em bandidagem, sua seara. Outro só mostra o tal do BRT, como se não fosse sua obrigação de gerir obras de mobilidade. Outro vem gritar que fará um mega projeto de sociabilização e inclusão social, fazendo crer que assim agirá, visto que já fora prefeito e só desmando aconteceram em sua administração, cancelando todos os projetos que haviam de administrações passadas, e agora diz que dará continuidade as obras do atual prefeito. Isso tudo, sem reação de uma imprensa queda e muda, por tirar proveitos de tudo. Outros candidatos sem holofotes amargam para serem vistos, indo no corpo a corpo levando suas ideias e projetos, apresentando solução que já estão em voga.

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CONDESCENDÊNCIA
A cada policial militar morto em Belém, aparecem das cinzas os famigerados representantes dos policiais com o título de presidentes de associações da categoria, com o mesmo discurso mântrico, de que não tem apoio; que falta policiais nos quartéis e para a segurança pública; que policiais estão com carga horária acima do estabelecido por lei; que policial ganha pouco e outras balelas de políticos que o são, visto serem eleitos em disputas acirradas para galgarem o cargo onde mantem-se no ostracismo quanto a representatividade da classe policial. Esse pseudos representantes dos policiais militares, por serem políticos, não fala ou cobram com veemência o retorno de milhares de policiais militares que estão a servirem como Office Boys no Judiciário, Ministério Público - onde são até promovidos por merecimento -, Câmaras de deputados e vereadores, a serviços escusos de fazendeiros e políticos e por ai vão os desvios de função. Não cobram esses rotulados representantes, por que não querem perder votos daqueles que estão a fazer serviço que não o da segurança pública, e ainda; ganhando salários superiores ao de policial, um crime!

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COVARDIA EXPLÍCITA
Na semana passada, uma policial militar na graduação de sargento da Polícia Militar do Pará, fora demitida depois de 31 anos de serviço policial. A demissão deu-se depois de apuração por mais de três anos de tramitação de processo junto a Auditoria Militar onde o feito ganhou sentença definitiva. Nesta mesma Auditoria Militar, tramitou com uma celeridade impar, o processo de apuração pelos motivos idênticos contra uma coronel, a qual fora punida com a reserva remunerada e com trinta dias de prisão, estando hoje referida coronel, a gozar das benesses lhe imposta, na capital mineira. A sargento fora acusada de pedir dinheiro a um contribuinte, no valor de R$ 1.000,00, e fora demitida. Já a coronel, fora acusada de um rombo superior a 60 milhões de reais... Sim! 60 milhões de reais com a venda de carros pertencentes a Polícia Militar. Com a coronel outros 20 policiais foram denunciados, e estes estão a responder pelo crime cometido em conluio com a coronel, a qual, tria sido beneficiada por ter ameaçado abrir a boca em delação premiada, o que certamente levaria uma gama de figurões da PM e de outros órgãos a cadeira dos réus. Como se verifica, a Justiça Militar tem seu corporativismo explícito. (As charges e fotografias são copiadas com direito aos autores).                                         

quinta-feira, 25 de agosto de 2016


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Fuga de energia requer atenção

A evasão de corrente elétrica favorece o desperdício 
e variações na medição de consumo
Instalações elétricas antigas, precárias, com emendas e com aterramento irregular podem estimular o fenômeno conhecido como fuga de energia, que acontece quando há problemas no isolamento das fiações e conexões. Além do desperdício e o uso de energia elétrica de forma irracional, os cidadãos também devem atentar para as falhas nas instalações internas, pois todos são fatores que podem influenciar no valor da conta de energia.  
A exemplo do que ocorre nos vazamentos de água, a evasão de corrente também é registrada pelo medidor, e o consumidor paga por algo que não utilizou. Para saber se há algo de anormal, deve ser analisado o consumo registrado em nas contas mensais. Caso haja uma diferença muito grande e súbita, sem que tenha acontecido uma mudança na rotina, como, por exemplo, a compra de um equipamento ou de algo que exija um gasto maior de energia, então é provável que exista algum problema nas instalações elétricas. Outra situação que pode ocorrer é o consumo aumentar aos poucos todos os meses, mesmo que não haja uma justificativa.
De acordo com o executivo da área de Recuperação de Energia da Celpa, River Gomes, há algumas orientações básicas para que a situação seja resolvida. “O que recomendamos é que seja feita uma revisão das suas instalações elétricas a cada cinco anos, mas isso pode variar de acordo com o material que ele usou. Se for de boa qualidade, vai durar mais tempo e, provavelmente não haverá fuga”, explica o executivo. 
As instalações elétricas internas são de responsabilidade do cliente, então, somente após verificar com um eletricista particular que não existem problemas internos, o consumidor deve acionar a concessionária de energia. “A equipe da empresa pode ir ao local e ver se o problema é no medidor. Caso o problema seja esse, o equipamento será trocado sem ônus para o cliente”, informa River.
SEGURANÇA - A fuga de corrente elétrica ainda pode causar outros transtornos além dos financeiros. É necessário ter muito cuidado com algumas situações, como, por exemplo, quando a fuga ocorre em emendas nas instalações elétricas internas. Isso pode causar choque e dependendo da situação pode até acarretar em um incêndio. 
DICAS:
- Evite emendas com fitas que não sejam isolantes, como a crepe, durex e esparadrapo.
- Não deixe os fios desencapados, principalmente em local sujeito a alagamento.
- As instalações elétricas precisam passar por revisão e manutenção preventiva realizada por profissional qualificado, no mínimo a cada cinco anos.
- Jamais utilize moedas, fios, lâminas de estanho ou alumínio no lugar de fusíveis e disjuntores.
- Evite o uso de fios muito finos para a instalação dos chuveiros e siga sempre a fiação recomendada pelo fabricante.