sábado, 14 de julho de 2018

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FALTA DE ENERGIA 
POR CAUSA DE PIPAS

O dado coloca a população em alerta para os perigos da atividade, que também pode causar acidentes fatais

No mês passado, a Celpa contabilizou 1834 casos de interrupção do fornecimento de energia elétrica em todo o Estado por causa das pipas que ficam enroscadas na fiação. Esse número representa um aumento de aproximadamente 40% desse tipo de ocorrência em relação a junho do ano passado. Só em Belém, o número de ocorrências em junho de 2018 foi de 389, seguido de Ananindeua, com 161, e Castanhal com 124. O ideal é que esse indicador não volte a crescer no mês julho, quando a prática se intensifica. Por isso a população precisa ficar em alerta sobre os perigos envolvendo a brincadeira. 

Em um ranking elaborado pela empresa que elenca quais as cidades apresentam mais ocorrências de falta de energia em junho ainda aparecem Capanema com cerca de 37 situações de falta de energia por ‘papagaios’. Logo em seguida, vem Santarém com 35 casos, seguido de Bragança e Marabá com mais de 30 interrupções motivadas pela brincadeira. Ainda de acordo com a concessionária, desde o início do ano já foi possível registrar cerca de 4 mil situações de falta de energia ocasionadas por pipas no Pará.

O executivo da área de Segurança da Celpa, Alex Fernandes, orienta que além das interrupções no fornecimento de energia, a atividade pode causar acidentes graves e até fatais. “Quando as pipas ficarem engatadas na fiação elétrica, jamais deve ser feito qualquer esforço para soltá-las, pois o contato de um cabo com o outro pode causar curto-circuito e descargas elétricas, podendo levar o cidadão a morte”, ressalta o executivo. 

Ano passado, milhares de pessoas no Pará foram prejudicadas pela prática da atividade próximo a fiação: foram mais de 7,5 mil ocorrências, juntando os meses de janeiro, maio, junho e julho, que são caracterizados também pelas férias escolares.  Os ‘papagaios’ que ficam enroscadas nos cabos também exigem ações de reparos para retirá-los da fiação, com custos que poderiam ser investidos em outras ações de melhoria do sistema elétrico.

SEGURANÇA - A concessionária destaca ainda que as linhas com cerol (mistura de cola com vidro moído, em alguns casos até com pó de ferro), ao entrar em contato com a fiação elétrica, também podem provocar curto-circuito e até mesmo romper cabos. O risco de acidentes com cortes, sobretudo, nas pessoas que circulam em motocicletas ou bicicletas é muito grande. Por isso o ideal é empinar as pipas sem linha com cerol.   

DICAS:

- Em hipótese alguma usar barras de ferro, pedaços de madeira e materiais condutores para retirar as pipas da fiação.

- Empinas pipas somente e locais abertos de boa visibilidade, longe da fiação elétrica, como parques, praias, praças ou campos de futebol

- Não utilizar linhas com fios de cobre ou cerol, pois pode causar acidentes graves e até mesmo rompimento de cabos.

- Atenção a motocicletas e bicicletas, pois a linha, mesmo sem cerol, é perigosa para os condutores

- Caso a linha quebre, não correr atrás da pipa sem observar se o caminho é seguro.

- Não soltar pipas em dias de chuva ou relâmpagos.

quarta-feira, 20 de junho de 2018

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JUIZ MILITAR AO DESEMBARGO
     Pela portaria nº 61/2018 a ser publicada amanhã, o presidente do TJE, desembargador Ricardo Ferreira Nunes faz público a nomeação do juiz José Roberto Pinheiro Maia Bezerra Júnior ao cargo de desembargador, tudo considerado à decisão do Pleno do TJE em reunião hoje na 23ª Sessão, tudo nos termos da conjugação do art. 93, inciso II, da Constituição Federal de 1988, inciso I e o art. 160, inciso IV, da Constituição do Estado do Prá, combinado com o art. 188, inciso I e o art. 190, da Lei nº 5008/81.

        Por tudo isso
, em solenidade simples, amanhã pela manhã, o juiz Roberto Pinheiro Junior, toma posse como desembargador do Tribunal de Justiça do Estado do Pará, sendo sua ascensão por antiguidade.


O Juiz José Roberto Pinheiro Maia Bezerra Júnior é oriundo da Justiça Militar do Estado, onde atuou por mais de 15 anos, e com sua promoção, o cargo de juiz Militar fica vago, devendo o Tribunal abrir inscrições para magistrados se habilitarem ao cargo, que hoje por substituição é preenchido pelo intrépido juiz Lucas de Jesus, que certamente concorrerá a vaga como titular.

É de se lembrar, que Justiça Militar Estadual, como órgão do Poder Judiciário, está prevista nos parágrafos 3º, 4º e 5º, do artigo 125 da Constituição Federal.

No Estado do Pará, foi criada sob a égide da Constituição Federal de 1946, pela Lei n°. 326 de 27 de junho de 1950, publicada no Diário Oficial do Estado na edição de n°.16.467, de 28 de junho de 1950.

O primeiro Juiz Auditor (denominação anteriormente dada ao cargo exercido pelo Juiz de Direito do Juízo Militar) foi o José Accúrcio Araújo Cavalleiro de Macedo, seguido pelos juízes Mário Antônio Amoêdo de Carvalho Brasil, José Marcos dos Santos, Flávio Roberto Soares de Oliveira, João Batista Klautau Leão, e, atualmente, pelo juiz José Roberto Pinheiro Maia Bezerra Júnior, agora, guindado ao desembargo, onde, certamente, será mais um braço firme no Judiciário Paraense.(Foto arquivo TJE).

sexta-feira, 15 de junho de 2018


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CELPA MONTA PLANO DE AÇÃO PARA O PERÍODO DA COPA DO MUNDO
Concessionária montou uma estrutura com ações preventivas e equipes emergenciais nas regiões do Estado

Mais uma vez, a Celpa preparou um plano de ação voltado especificamente para o período de jogos da Copa do Mundo. Em todo o Estado, foram montadas operações especiais para que a população possa acompanhar as partidas sem interrupções no fornecimento de energia. E, caso ocorram situações de emergência, as equipes de plantão poderão restabelecer o fornecimento no menor tempo possível. Os trabalhos preventivos começaram pelas principais subestações de energia da concessionária no Pará, com testes e manutenções em equipamentos.


Na regional Norte, que compreende a Região Metropolitana de Belém a concessionária vai disponibilizar equipes de manutenção de média e alta tensão, que vão estar nas subestações da capital e em pontos estratégicos para atender qualquer situação emergencial. Serão cerca de 130 equipes em atuação, sobretudo nos locais onde terá uma grande concentração de pessoas para assistir ao torneio. O trabalho também se estenderá a municípios como Abaetetuba, Cametá, Barcarena, entre outros, que também estão compreendidos na regional.

De acordo com o gerente da área de Operação da Celpa, Sergio Valinho, a concessionária se preocupou em realizar ações preventivas para evitar qualquer imprevisto relacionado ao fornecimento de energia durante a exibição dos jogos. “Ninguém quer deixar de acompanhar os lances das partidas.  Por isso, todas as áreas da Celpa atuaram em conjunto para que os trabalhos preventivos fossem realizados em nossa rede de distribuição. Além disso, montamos um cronograma específico, com várias equipes de plantão distribuídas em pontos estratégicos de todo o Estado para atuar de imediato caso ocorram situações emergenciais”, destaca.

O plano operacional da Copa do Mundo também chega as demais regiões do Estado. Na regional Sul, que abrange municípios como Marabá, Parauapebas, Redenção e Tucuruí, haverá equipes extras de manutenção em esquema de sobreaviso. Na região Nordeste do estado, equipes de operadores e de manutenção estarão de sobreaviso durante os jogos da Copa, em especial nos municípios de Paragominas, Bragança, Castanhal, Salinas e Capanema.

Na região Oeste do Estado, haverá equipe de operadores na subestação Tapajós, localizada em Santarém, e na subestação do município de Itaituba. As demais localidades da região também entram no plano da concessionária de energia, como é o caso do balneário de Alter do Chão. Altamira, localizada no sudoeste do Pará, também entra na operação da empresa.   

Sergio Valinho explica que ações de prevenção como essas da Copa do Mundo são um trabalho constante realizado pela concessionária. “Manutenções preventivas na rede, podas de árvores, monitoramento das subestações, são trabalhos realizados a todo tempo pelas equipes da Celpa. Mas, como a Copa do Mundo é sempre um momento muito aguardado não só pelos paraenses, como para todos os brasileiros, a concessionária traçou um plano operacional com destaque para a distribuição das equipes em regiões estratégicas, com focos nos locais onde há maior presença de torcedores. Tudo para possibilitar que o paraense acompanhe os jogos com tranquilidade”, finaliza o gerente.
(Transcrito A.I. Celpa).

sexta-feira, 1 de junho de 2018


RECEPTORES DE MADEIRA
NO PARACURÍ
Tenho postado regularmente em forma de denúncias, que o desmatamento da Floresta Amazônica, em especial a do Pará, é um dos principais problemas ambientais do mundo atual, em função da grande importância da região para o meio ambiente.

Este desmatamento desenfreado causa extinção de espécies vegetais e animais de forma inigualável, trazendo danos irreparáveis para o ecossistema amazônico e quiçá, mundial.

E mesmo as denúncias sendo públicos, os órgãos por seus agentes responsáveis para inibir ou acabar com esse crime contra a humanidade, nada fazem, ou melhor, silenciam diante da corrupção/propina, isso, reinante, basta verificar a pompa mostrada por esses fiscalizadores, que não se intimidam em ostentar o fruto do butim, assim como não é às escondidas a venda de madeiras extraídas das florestas e matas auxiliares até mesmo nos municípios próximo a Belém, e aqui indicamos Acará; Igarapé Miri; Abaetetuba; Barcarena e outros, que escoam a madeira já serrada para revenda na orlar de Belém a partir de Icoaraci ao Guamá.

A maior força dessa venda bandidesca se concentra da Vila da Barca à ponte do Paracurí/Icoaraci, onde os elementos alcunhados de Cabeça Branca, Castro, Gordo e Correa,  disputam o mercado ilegal de madeira cerrada.

Gordo é o principal articulador da venda e desova da madeira que chegam ao porto do Paracurí em dois barcos que são de sua propriedade, e sempre descarregam durante a noite, sendo a madeira logo estocada ao meio das que ali já estão para camuflarem o crime.

O criminoso ambiental alcunhado Gordo faz suas descargas de madeira cerrada nas estâncias/revenda de propriedade dos elementos conhecidos por Correa e Castro, ambos mantendo seus depósitos as margens do rio Guajará na entrada do Rio Paracurí e de seu igarapé do mesmo nome... Ou seja, como não se fiscalizar e constatar, já que expõe os letreiros Estância Correa e Estancia Castro onde inclusive, fora instalada duas paradas de ônibus bem a frente destes depósitos criminosos na rodovia Arthur Bernardes ao lado da Brasilit passando a entrada do Tapanã.


         Temos presenciado a inércia da Delegacia de Meio Ambiente – DEMA, assim como do Batalhão Ambiental da Policia Militar ambos da Secretaria de Segurança Pública, que tão somente caçam na feira da 25 passarinheiros, sempre numa pirotecnia mostrada pelos babadores de microfones, que se prestam a papagaio de piratas nestas operações apelidadas de “Tatulhão”, e em assim agindo, fazem vista grossa justamente aos grandes devastadores da Amazônia, tornando-se condescendentes criminosos, haja vista o descumprimento da Lei 9.605/1998 em seu Art. 39, onde se assevera que cortar árvores em floresta considerada de preservação permanente, sem permissão da autoridade competente, cabe a pena de detenção, de um a três anos, ou multa, ou ambas as penas cumulativamente, incidindo nesse crime o corte de árvore situada em floresta considerada de preservação permanente, quando efetuado sem permissão da autoridade competente, e isso vem sendo feito escancarado pelos  receptores Gordo, Corrêa, Cabeça Branca e Castro.

Para ludibriar  os incautos, o quarteto da degradação ambiental, coloca nas fachadas dos depósitos nomes bíblicos, o que certamente, receberam orientação dos agentes propineiros que ali são vistos rotineiramente em carros apelidados de descaracterizados e até mesmo com a descrição de cada unidade policial e do IBAMA!

A inoperância da DEMA é tão aviltante, que é apelidada de Delegacia Carvoeira, pois só quer prender vendedor de carvão... Ora! Ora! Ora! Pra ter o carvão alguém cortou árvore!

Já o Batalhão Ambiental tem o epiteto de Batalhão Gaioleiro, só anda prendendo pessoas com passarinhos pelas ruas, quando conduz o ‘infrator’, pois normalmente levam só a gaiola com o pássaro... Uma ilação; Não seria roubo a mão armada?

Com a palavra o Secretário de Segurança Pública Luiz Fernandes e a Promotoria de Meio Ambiente na Pessoa do intrépido Promotor de Justiça Benedito Wilson! (Fotos  nossa).

quinta-feira, 24 de maio de 2018


POLICIAIS DA ROTAM SEQUESTRAM E ROUBAM AMBULANTE

Como denúncia

Lamento mais uma vez levar a público, o que já é mais que sabido, policiais militares sequestrando e roubando cidadãos, que têm suas casas invadidas por esses bandidos institucionalizados, acobertados da malfada Imprensa sanguessuga e seus dessabidos, que ainda, estimulam de modo covarde essa situação, participando diretamente, inclusive, dessas ações criminosas perpetradas por quem tem o dever legal de zelar pelo fiel cumprimento da lei.

No final de tarde – 17:15hs - do dia 21 deste mês, o cidadão  Ari Bezerra de Souza  fora sequestrado e roubado, por policiais militares, integrantes de uma guarnição composta por quatro agentes da ROTAM ao comando do Cabo Djair, ambos integram o chamado Mac Moto.

Ari Bezerra de Souza é um dos milhares de cidadão honesto e de bem, aposentado por invalidez após acidente automobilístico, e para aumentar sua renda familiar composta de dois irmãos ambos especiais e sua avó, uma sexagenária, que com retalhos confecciona manualmente tapetes, faz vendas de bombons e cigarros à retalho, há mais de cinco anos no mesmo lugar, praça da Bíblia na Cidade Nova, onde é benquisto por todos os comerciantes da área e frequentadores do local.

No dia acima referido, Ari Bezerra seguindo a rotina de segunda a segunda, quando montava sua maleta de guloseimas, foi abruptamente instado por quatro policiais militares da ROTAM, que lhe mesmo sabendo que era ele o dono da banca, lhe perguntaram quem era o dono da banca, tendo respondido ser sua.

De pronto e sem nenhuma acusação ou razão, começaram a revirar as mercadorias já expostas e as que estavam em um saco plástico, assim como lhe tomaram, repito, tomaram sua bolsa onde tinha R$300,00 em moedas de um real que iria trocar com um comerciante que lhe havia pedido no dia anterior, bem como sua porta cédula com R$185,00, a tudo revistaram na presença de dezenas de pessoas e crianças que brincavam no parquinho infantil a frente de sua banca.

Nas “buscas” dos quatro desvairados “policiais”, naquele instante, sem perguntarem nada a ele, se entre olharam e o cabo Djair, lhe dirige a palavra e pergunta onde morava Ari, tendo o mesmo explicitado; Rua Belo Horizonte Cidade Nova II, ato continuo, Djair diz que o vai conduzir para delegacia.

Determinou a atrabiliário Djair, que Ari subisse em sua bicicleta cargueira que um de seus instrumentos de trabalho com sua maleta de bombons e os acompanhasse, eles de motos e em tudo sendo assistido por populares. E no meio do caminho manda que Ari os leve até sua residência, ali chegam, e vão logo invadindo mandando a avó de Ari a ficar sentada onde estava em um sofá, colocando um banquinho no meio da sala e fazendo sentar Ari,  e começaram a tortura moral e a revirar moveis o que chamou a atenção de populares que se achegaram para ver o que acontecia, sabendo que naquela casa moravam quatro pessoas de bem e voltadas para o evangelho.

Djair e sua gangue bagunçou a humilde casa, o que até agora continua, e este jornalista constatou e fez imagens da destruição que fizeram. Perguntaram se Ari tinha dinheiro disse que sim de suas reservas em vários baldes secos de tinta com moedas de todas as ordens e valor, assim como 18 mil reais amarrados em fio de nylon que seriam para comprar justamente a casa ao lado de onde mora.

Isso agradou aos já bandidos institucionalizados ao comando do cabo Djair, que mando que Ari mostre o dinheiro, enquanto dois elementos da guarnição brincavam dando moedas de um real em deboche ao cidadão.

Enquanto saqueavam a residência, uma vizinha de Ari aciona um sargento da Polícia Militar amigo da família e irmão de crença, e este chega justamente na hora em que os sequestradores vão fazendo ameaças a Ari e sua vó, tendo o sargento pedido explicações ao cb Djair e este dizendo estar tudo certo que não era a pessoa que eles procuravam e que teria sido um engano, com o sargento acreditando e se despedido da família e logo sido acionado a ir ao local, onde constatou toda a saga criminosa dos quatro bandidos institucionalizados, culminando com o roubo de R$14.000,00 em cédulas e outros 180 em moedas de 1 real e 50 centavos.

Sem muito poder fazer, o sargento amigo da família orientou-os a procurarem providência, o que fez vó e neto a dizerem do medo que tem de serem mortos pelos quatro policiais sequestradores e assaltantes.

Uma vizinha de Ari conhecida deste jornalista, lhe contou o fato, e no dia de hoje estive na residência invadida, constatando tudo e documentando em fotos e vídeos, que agora torno público e os encaminhando ao Ministério Público Militar na pessoa do intrépido Promotor de Justiça Armando Brasil, que aliás, hoje mesmo já determinou providências contra a quadrilha de sequestradores e assaltantes da ROTAM.

Desabafou o humilde cidadão ARI: Que vergonha passei sendo conduzido como bandido...fique tão envergonhado que não fui trabalhar no outro dia...ontem todo pessoal me perguntando o que foi...tive que voltar pra casa e estou com medo de ser morto!

A infeliz vítima destes marginais fardados fora submetida a uma revista corporal por apalpamentos, assim como, sua banca de bombons, seu objeto de trabalho, fora revirada sem razão aparente, nada que justificasse aquela ação em público e desproporcional, o que, se vislumbra a já intencional vontade de roubarem aquele trabalhador informal honesto, e em princípio, todo ato constritivo da liberdade individual, só se justifica, quando motivado por fato relevante.

Não podem os agentes do estado, encarregados de garantir a segurança pública e a tranquilidade das pessoas, perturbarem o cidadão sem que haja um motivo legal, tais como; o Cumprimento de Ordem Judicial ou a fundada suspeita de estar cometendo algum delito ou acabado de cometê-lo. A leniência com esses abusos tem desaguado em acontecimentos muitas vezes graves, noticiados exaustivamente, e esses moldes operandi são via de regra destes marginais institucionalizados, que ainda ameaçam suas vítimas de prisão ou morte caso sejam denunciados.

Este tipo de bandido comum na Polícia Militar do Pará vem aumentando, e isso se comprova com os tantos e tantos processos em andamento na Justiça Militar do Estado, onde esses bandidos são condenados, mas, que não intimida seus asseclas, que continuam a assim agirem no famigerado Sequestro seguido de Roubo, ameaças de morte ou vindita.

Certamente o intrépido TC Mariuba, não tenha conhecimentos das ações criminosas perpetradas por estes quatro agentes de seu batalhão, pois conheço a fidelidade funcional do referido oficial, e jamais aceitaria bandidos em sua equipe. Infelizmente o caso requer urgência para a prisão desses desregrados, e o TC Mariuba encontra-se em missão no sul do Pará.

Assim... Com a palavra o Secretário de Segurança Pública Luiz Fernandes; o Promotor de Justiça Armando Brasil e o Juiz Lucas do Carmo.

quarta-feira, 23 de maio de 2018



DESMANDOS MATRIARCAIS 
NO ACARÁ
Após assassinato de Antônio Sérgio Siqueira Castro, ocorrido dia 15 de janeiro deste ano no bairro do Guamá, perpetrado por ocupantes de um carro preto e outro prata, a Divisão de Homicídios da Polícia Civil do Pará, simplesmente, concluiu suas apurações com a manjada desculpa de autoria incerta, sem que apresentasse qualquer assertiva para mirabolante conclusão.

A maneira da ação dos criminosos é a mesma usada por policiais a serviço do Crime Organizado, ou seja, paga-se, eles executam, e essas execuções, sempre recaem em pessoas que sabem demais contra, empresário; políticos, da própria banda podre da segurança pública, e até, para traficantes.

Dado os moldes operandi dos assassinos, o casso chegou às raias da Promotoria Militar do Estado, visto, normalmente, serem Policiais Militares estes executores, e na senda das apurações, surge a figura de José Carlos Lima, marido da prefeita do município do Acará, Amanda Oliveira e Silva a qual, seguindo os ensinamentos matriarcais, mantem como cão de guardas policiais militares da ativa e alguns reformados como “doido”, assim como, outros na reserva, e o chefe desse grupamento na prefeitura do Acará, seria justamente um ex-integrante do extinto PATAM, que é reformado como doido, mas, faz a segurança particular à prefeita atual Amanda e de sua mãe Francisca Martins, tendo residência de fuga, esse “policial”, no quilômetro 24 da Alça Viária.

Seguindo a trilha deixada pelos assassinos de Antônio Sérgio Siqueira Castro, descobriu-se ser ele servidor da Prefeitura do Acará, mas, que nunca ali chegara, prestando serviço diretamente na loja Amaral Móveis, que fica na Barão de Igarapé Miri, em frente a antiga delegacia do Guamá, sendo proprietário, justamente o marido da prefeita do município do Acará, Amanda Oliveira e Silva, José Carlos Lima, que é integrante do trenzinho da alegria junto a Casa Civil do Governador Simão Jatene, sob a batuta de José Megale.

Fontes de dentro da prefeitura do Acará e familiares de Antônio Sérgio passam a informação de que ele tivera uma discussão acirrada com José Carlos Lima, e prometera denunciar os desmandos articulados por Carlos Lima, o qual ficava com parte de seu salário, daí a discussão e quiçá, a determinação de execução, visto que Antonio Sérgio frequentava a casa de Carlos Lima e esta a sua, em trocas de detalhes administrativos da prefeitura.


Prova maior dessas afirmações estavam no Portal da Transparência da prefeitura do Acará, onde constava o nome de Antônio Sérgio, como servidor no cargo de Assessor Técnico nomeado, com a matrícula 625.822, mas, que fora retirado após sua morte, assim como de outros 26 servidores que prestam serviço diretamente a Carlos Lima em suas empresas e condomínios, que construiu ainda na gestão de Francisca Martins, condomínios esses, avaliados em mais de dois milhões de reais cada, o que não se coaduna com os ganhos de Carlos Lima, que é chamado de doutor Carlos lá no Acará, por se auto intitular advogado, o que é falsidade ideológica.

Neste rosário de desmandos praticados na prefeitura do Acará, chegam-se as contratações de empresas prestadoras de serviço àquela prefeitura, sendo todas, de propriedade de familiares de Carlos Lima, que até então, aparecem como laranjas, o que deverá ser objeto de apuração pelo Ministério Público através do sapiente Promotor de Justiça Nelson Medrado e Tribunal de Contas dos Municípios.

Diante dos primeiros levantamentos concretos, o diligente Promotor de Justiça Militar Armando Brasil, encaminhará as solicitações de providências aos órgãos devidos para cada caso, não só o específico de homicídio, como os demais, assim como a determinação de abertura de procedimentos contra os policiais à serviço da Prefeitura do Acará e seguranças pessoais da matriarca Francisca Martins que volteia em uma camioneta preta escoltada por policiais militares a paisana e armados. 

Nas primeiras conclusões dos integrantes do serviço de inteligência, o assassinato de Antônio Sérgio Siqueira fora idealizado e mandado a execução por Carlos Lima, que a se ver acuado e ameaçado de desnudamento de suas ações criminosas, e de sua esposa Amanda Oliveira Silva e a mãe desta, Francisca Martins. O chefe da segurança da Prefeita teria contratado os executores que seriam policiais a serviço da prefeitura do Acará e sempre fazem esse tipo de serviço desde a gestão de Francisca Martins assim se encaminham as apurações dos agentes do serviço de inteligência.

Ainda no rastro deixado por Carlos Lima, descobriu-se, que não fora o primeiro assassinato cometido contra servidores da prefeitura do Acará, a disposição como funcionários de Carlos Lima, que recebiam como servidores pela prefeitura do Acará, tramoia essa desde a gestão de Francisca Martins, que tinha e tem conhecimento assim como sua filha atual prefeita, das barbáries que estaria cometendo Carlos Lima.

Os funcionários da Loja Amaral Móveis foram ameaçados de demissão por Carlos Lima caso falassem sobre o assunto a quem os procurassem, e de pronto fez sair os seus nomes da listagem de servidores do Portal Transparência do município do Acará.

Como obrigação de informar a verdade, pautado na busca incessante do bom jornalismo, este capiau jornalista, como sempre faz, foi a caça e deparou-se com mais este rotineiro caso que fica na obscuridade de uma Imprensa dos buracos e rapineira, que não busca a essência da informação a ser dada à sociedade, esta, agredida e acuada diante de babadores de microfones de gabinetes e até financiados por essa trupe do Acará e outros municípios paraense.   

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Francisca Martins e sua filha Amanda Oliveira se gabam em serem protegidas do deputado federal Nilson Pinto do PSDB do Pará.

Com a palavra o intrépido secretário de segurança Luiz Fernandes para a obrigação de fazer. (FOTOS COPIADAS DIREITOS AUTORAIS DA RESERVA DO AUTOR).

sexta-feira, 18 de maio de 2018


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MAIOR CRIMINALIDADE NAS
ÁREAS DAS DELEGACIAS LOJA
Na penúltima matéria aqui postada, delineei a inoperância na Delegacia do Tapanã, e ao debruçai-me nas estatísticas da Secretaria de Segurança Pública, me vem à comprovação do índice crescente de criminalidade em nossa cidade, e justamente, onde existem Delegacias Loja ao molde da do Tapanã, o que, com toda certeza, os “técnicos” criadores dessa malfadada estatística, não viram ou simplesmente camuflaram a desídia administrativa reinante na área de segurança pública do estado do Pará, e especialmente em Belém.

Disse na matéria dentre outras, que a Policia Civil, havia se tornado apenas a legalizadora das mazelas oriundas das ruas, e que esse fenômeno acontece devido à covardia e os maus entendimentos dos noviços delegados a partir do famigerado concurso C-47, de onde se pescou todo tipo lambaris, que estão na instituição e outros já aposentados, aonde chegaram por influência de seus pais ou padrinhos atrelados à politicagem partidária, e demonstram o descomprometimento com a mesma, e que não vestiram a camisa como pediu um então delegado geral hoje aposentado.

Esse fenômeno desairoso de funcionamento não é exclusividade da delegacia do Tapanã, mas outras tantas delegacias sem atividade operacional, por inércia de seus integrantes, que transformaram em verdadeira loja as delegacias, em cumprimento de uma desorganização administrativa em voga no estado, especificamente na Segurança Pública, que abriu essas Delegacias Lojas, quiçá, com o intuito de abrigarem os desidiosos, os quais as abrem as 08:00 fecham para o almoço e voltam a fechar às 18:00hs, isso de segunda a sexta, nos finais de semana e feriado fecha-se a loja e apaga-se as luzes.

Justamente onde as Delegacias Lojas são instaladas, é  o mais alto nível de criminalidade existente, e aqui indicamos algumas: Terra Firme; Cabanagem; Jaderlândia; Benguí; Aurá; Jurunas e a aqui já comentada Tapanã.

E essas Delegacias Lojas, fazem com que emerjam as derrocadas Divisões Especializadas, expansão das “lojas”, e que deveriam tratar exclusivamente dos crimes contra a vida, mas nada tem resposta concreta, visto que de cada dez crimes nenhum é solucionado, e em alguns casos ainda formam “Força Tarefas”, ficando tudo como Dante no quartel de Abrantes... Nada solucionado!  E covardemente encaminham suas caricatas peças para a Justiça, carimbada em alto relevo: Acerto de Contas; Que conta? Quem cobrou! O que devia o assassinado? Como se chegou a essa conclusão? Qual o tipo de dívida! Perguntas que os Fiscais das Leis não o fazem, e ainda concordam com essa imoralidade, acerto de contas, sem dizer quem cobrou tal conta com o morto, diga-se de passagem, que essa ignominia tem conivência sim, dos Fiscais das Leis, - Leia-se: Ministério Público, que a tudo observa, haja vista, ser o mesmo, dono da ação, e nada faz para amenizar esses descalabros, ou seja; seria uma verdadeira Condescendência Criminosa, principalmente, quando as vitima são indiciadas e alcunhada de PPP.

Essas “Divisões de Homicídios” espalhadas na capital, também se tornaram refúgio de inoperantes, haja vista nada solucionarem, e quando se busca a verdade os “operadores” do Direito saem-se com o mântrico: Não podemos informar nada para não atrapalhar as investigações... Ora! Ora! Ora!  Que investigação se nenhuma letra fora acrescida nos natimortos Inquéritos!

E aqui cito dois assassinatos, um que trilha o caminho do arquivamento dos não solucionados, e que certamente, leve o carimbo de “Acerto de Contas”, é o do escrivão de Polícia Civil, Dantas assassinado dentro de sua casa em Icoaraci, e que já se arrasta meses e meses sem que nada tenha boiado de real e concreto para a elucidação. E do investigador também da PC, Carlos Alberto Meguins conhecido como “Carrapeta”.

No caso de Dantas, chegou-se a dizer, os policiais, que Dantas teria morrido por ter uma vida promíscua, e essa afirmação policial, vem justamente, numa época em que se discute igualdade de gênero. Ora, se isso é motivo para se assassinar alguém, estão cometendo o crime de discriminação e apologia ao crime. E esse tipo de insinuação é dirigido todos os dias, alardeada pelos babadores de microfones, quando dizem ao noticiar um assassinato, que o morto tinha passagem pela Polícia, se isso também fosse motivo de se matar, se assim fosse, as policias já estariam falidas, dado o tanto de bronca que respondem policiais, e isso se comprova em linha direta, a constatarmos que existem mais delegados na corregedoria de policia civil do que em todas as Delegacias Loja.

Essa mesma Polícia inoperante e desidiosa, se quer, teve acesso ao celular do escrivão de Polícia Dantas, para relacionar seus locais frequentados nos últimos dias que finalizaram sua vida, e aqui não vou lecionar para policiais despreparados. Pois, se tiveram o celular, não tiveram tino suficientemente competente para manipular a máquina e fazer o rastreamento, coisa que qualquer criança o faz como em brincadeira.

A morte do escrivão de Polícia Dantas fora relegada por seus próprios colegas de profissão e pior, da própria Unidade em que trabalhava por muitos anos, podemos fazer uma ilação, ele como muitos foram descriminados, e ainda, foi vítima de preconceito pelos próprios colegas de Polícia, como acontece em Icoaraci, nada fizeram para a elucidação que até hoje se arrasta no ostracismo da inoperante Delegacia de Homicídios daquele Distrito, ao contrário, do empenho incomensurável quanto à morte do investigador Carlos Alberto Meguins “Carrapeta”, que não era “promíscuo”, repito; que não era “promíscuo”, mesmo atuando como coordenador de distribuição de “gorjeta” oriunda do Jogo do Bicho a policiais, e se fosse numa quinta feira, certamente, “Carrapeta” não teria sido assassinado, dado a enxurrada de policiais que se formava na Humaitá entre Pedro Miranda e Everdosa onde, “Carrapeta”, os atendia como colaboradores na vista grossa. E para receber essa “gorjeta”, aquele perímetro às quintas feiras fica parecido à peregrinação dos muçulmanos à Meca, e vendo esta cena, lembro-me de que o badalado delgado alcunhado “Dom Cor Leone” organizava tal qual e na própria delegacia que funcionou na Quintino Bocaiuva entre Boaventura e Tiradentes, e ali fazia a distribuição de “gorjeta” somente para delegados, todas as sexta feiras, e tendo este delegado “bicheiro”, agredido o delegado geral à época, “Kid Bri”... Eu vejo o futuro repetir o passado!

Aqui afirmo de minha amizade incomensurável com os dois policiais assassinados, que tive o prazer de com ambos participar de missões policiais, e “Carrapeta”, sempre jogou futebol ao meu lado e em outras oportunidades contra. Eu afirmo: eram meus colaboradores em reportagens/matérias policiais, fontes inesgotáveis!

Aqui posso afirmar também, que o desvendamento recorde da Polícia quanto o assassinato de “Carrapeta”, deu-se não pela eficiência policial, mas, tão somente pela ação controladora de área feita por populares, com a instalação de câmeras de vigilância, e muito mais, pela babaquice dos bandidos, que, aliás, por ter sido um executado, algumas perguntas ficaram no ar, visto a ligação que “Carrapeta” tinha paralela a sua atividade policial, e isso ele não escondia, ao ostentar joias de alto valor financeiro e automóvel. Ou seja; Será que “Carrapeta” não fora assassinado a mando de algum desafeto? Será que não foi um de seus colegas policiais que o mandou executar para assumir seu posto na atividade contrária a de policial? Porque queriam matar “Carrapeta” era só pela arma? Como os assassinos sabiam da arma? Sabiam os assassinos quem era aquela vítima? Pelas imagens é mais que provável que não foi aleatório o ato criminoso. Bem, vamos apurar quem assumiu a incumbência nas quintas feiras para a grande peregrinação de policiais como se fazia com “Carrapeta”, até porque, não cessou essa peregrinação naquele perímetro, ou será que esses policiais continuam indo em peregrinação ali, para homenagem à memória de “Carrapeta”? Não é difícil identificar os frequentadores daquele local, as câmeras continuam a filmar assim como sempre filmaram.
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Assim caminha nossa segurança pública, às favas, por inoperância administrativa, despreparo dos policiais para o mister policial, e não me venham que falta equipamento para investigação, armamento, viaturas, pois o que mais tem é viatura em uso pessoal e ações contrária aos interesses da sociedade, o vai e vem de viaturas apelidadas de descaracterizadas é um desrespeito ao contribuinte.

Se nem seus pares merecem uma apuração, faça-se uma ideia os menos abastados. E não me venham com a deslambida desculpa de que falta policial, que isso é pra Mané ouvir, já que a folha de desconto para as entidades classistas dizem o contrário.

Aqui deixo meu pitaco: Instalem delegacia em cada bairro funcionando 24 horas, e teremos o estrangulamento da criminalidade. Coloquem essa montoeira de delegados da corregedoria e outros nada fazem, nas delegacias tirando plantão, foi para isso que ingressaram na Polícia.